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Esporte Réus do caso do incêndio do Ninho do Urubu são absolvidos pela justiça 22/10/2025 09h48 Deixe seu comentário Após mais de seis anos após o incêndio no CT do Flamengo, que vitimou dez jovens e deixou três feridos, a Justiça do Rio de Janeiro absolveu, em primeira instância, todos os sete réus acusados pela tragédia. Em fevereiro de 2019, os dez atletas da base do Rubro-Negro dormiam no alojamento do clube quando o incêndio começou. Nossa gente pôs o pé no caminho. Reinaldo Azevedo Fux não reúne mais condições de ser juiz Josias de Souza Fux veste a primeira toga justa em Fachin Elio Gaspari Lula se pinta para a guerra com Boulos no Planalto Maria Prata Gigantes do fast fashion viraram entrada do luxo? Vamos seguir cantando, com os nossos, partindo de Deodoro e de todos os cantos do país, até o Maraca. Um passo depois do outro, no compasso da fé no Mengo e em busca do nosso sonho da Glória Eterna. Está chegando a hora de cantar de alegria.... pic.twitter.com/DPyxoHQGal ? Flamengo (@Flamengo) October 21, 2025 O processo estava em trâmite na 36ª Vara Criminal desde janeiro de 2021. Por sua vez, as pessoas denunciadas respondiam por incêndio culposo e lesão grave. A decisão ainda cabe recurso. O responsável por considerar a ação improcedente foi o juiz Tiago Fernandes Barros. Em maio, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) solicitou a condenação de todos os acusados, após ouvir mais de 40 testemunhas. A informação sobre a absolvição dos réus no caso do incêndio do Ninho do Urubu foi noticiada primeiramente pelo GE . Continua após a publicidade CARL DE SOUZA / AFP Os réus Absolvidos em primeira instância, os réus eram: Márcio Garotti diretor financeiro do Flamengo entre 2017 e 2020, Marcelo Maia de Sá , diretor adjunto de patrimônio, Danilo Duarte , Fabio Hilário da Silva e Weslley Gimenes , engenheiros responsáveis pelas partes técnicas dos containers, Claudia Pereira Rodrigues , responsável pela assinatura dos contratos da NHJ, e Edson Colman , sócio da Colman Refrigeração, que realizava manutenção nos aparelhos de ar-condicionado que causaram o incêndio. A justiça entende que não há provas suficientes para concluir a condenação, e que as denúncias feitas contra os réus não correspondem às responsabilidades exercidas por eles em suas respectivas empresas. A sentença do caso possui 227 páginas. A tragédia No dia 8 de fevereiro de 2019, jovens das categorias de base do Flamengo dormiam dentro do alojamento no CT Ninho do Urubu quando o fogo começou. Continua após a publicidade A instalação era dentro de um contêiner, e a suspeita é que o incêndio tenha sido iniciado após um curto-circuito em um dos ar-condicionado do local, que ficava ligado durante 24 horas. Por sua vez, o material do contêiner fez o fogo se alastrar. Na época do incêndio, o Ninho do Urubu não tinha alvará de funcionamento. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Fux veste toga justa em Fachin Arrogância imperial britânica ignora a comida dos nossos povos da floresta Pedágio sem cancela: governo de SP recua e suspende 12 trechos de cobrança Operação mira lavagem de dinheiro do PCC através de lojas de brinquedos Ex-bailarina do Faustão perde 12 kg após deixar a prisão: 'Só comia pão'