O artigo analisa a primeira rodada do Campeonato Brasileiro de 2026, destacando crises no Flamengo e São Paulo, e a estreia de novas tecnologias de arbitragem. O texto também apresenta informações e palpites para jogos como Atlético-MG x Palmeiras, Internacional x Athletico-PR, Coritiba x Bragantino, Vitória x Remo e Fluminense x Grêmio.
O Campeonato Brasileiro de Futebol iniciará com uma rodada repleta de confrontos entre equipes campeãs nacionais. Ao todo, 12 times com histórico de títulos se enfrentarão em seis clássicos, prometendo um início empolgante para a competição. A matéria também apresenta palpites para os jogos da primeira rodada.
O artigo critica a submissão dos clubes brasileiros às federações estaduais, argumentando que os campeonatos estaduais anacrônicos prejudicam a preparação dos times grandes para competições mais importantes. Essa estrutura acarreta desperdício de esforços, risco de lesões e crises desnecessárias, desviando o foco dos objetivos principais.
O Red Bull Bragantino anunciou a renovação de contrato do lateral-esquerdo Juninho Capixaba até o final de 2028. O jogador, de 28 anos, estava sendo cobiçado pelo Atlético Mineiro, mas as negociações não avançaram e o clube mineiro optou por contratar Renan Lodi. Juninho Capixaba teve um bom desempenho em 2026, com uma assistência em duas partidas, e na temporada de 2025 disputou 38 jogos, marcando dois gols.
O Atlético Mineiro iniciou negociações para contratar o atacante colombiano Mateo Cassierra, que atualmente joga pelo Zenit. A negociação é complexa e ainda está em fase inicial, com o Galo buscando os direitos do jogador.
O Atlético Mineiro anunciou oficialmente a contratação do atacante equatoriano Alan Minda, de 22 anos, que atuava pelo Cercle Brugge da Bélgica. O jogador assinou contrato por cinco anos e retorna à América do Sul para sua primeira experiência no futebol brasileiro.
O artigo descreve o São Paulo como um clube em crise profunda em 2026, com escândalos, falta de liderança e desespero, sugerindo que a torcida terá um papel crucial para a recuperação. A autora critica a administração do clube e a ideia de venda para iniciativa privada, defendendo que a torcida é a verdadeira dona do time.
O Atlético Mineiro acertou a contratação do lateral-direito equatoriano Ángelo Preciado, vindo do Sparta Praga, por cerca de 4 milhões de euros (R$ 24,9 milhões). O jogador, titular da seleção equatoriana, assinará um contrato de quatro anos e é esperado no Brasil neste fim de semana para exames.
A matéria analisa a situação do jogador Hulk no Atlético-MG, sugerindo que o clube mineiro se tornou o pior lugar para ele estar. O colunista Julio Gomes aponta um desgaste com a diretoria e o técnico Jorge Sampaoli, além de uma proposta de renovação insatisfatória, indicando o Fluminense como um possível destino mais vantajoso para o atleta.
O Botafogo chegou a um acordo verbal para contratar o técnico argentino Martín Anselmi, com vínculo previsto para dois anos. A negociação agora aguarda a revisão da documentação e a assinatura do contrato. Anselmi já passou pelo Porto e conquistou a Copa Sul-Americana com o Independiente del Valle.
O Athletico Paranaense alcançou um acordo verbal com o Talleres, da Argentina, para a contratação do meio-campista colombiano Juan Camilo Portilla. A transferência definitiva ainda depende do acerto entre o jogador e o clube brasileiro, mas é um movimento importante no mercado da bola. Portilla já esteve perto de se transferir para outro clube brasileiro anteriormente.
O comentarista Mauro Cezar Pereira, em artigo para o UOL Esporte, defende que o título brasileiro do Flamengo em 2025 é incontestável. Ele argumenta que o Rubro-Negro dominou a competição em diversos quesitos, como pontos, vitórias, saldo de gols, defesa e ataque, tornando a conquista justa e merecida.
A coluna discute a punição de Bruno Henrique pelo STJD após envolvimento com apostadores, contrastando com o caso de Vitor Roque e a postura da imprensa. O autor questiona a seletividade na abordagem dos casos e a aplicação da lei no futebol brasileiro.
O artigo analisa a sequência de finais perdidas por times brasileiros na Copa Sul-americana, destacando a derrota do Atlético Mineiro para o Lanús nos pênaltis. A matéria ressalta a discrepância entre o valor de mercado dos elencos brasileiros e o desempenho, apontando o empenho como fator decisivo.
Colunistas do UOL Esporte, Juca Kfouri e Danilo Lavieri, analisam a temporada do Atlético-MG sob o comando de Jorge Sampaoli. Eles alertam para o perigo de supervalorizar a reta final positiva, especialmente se o time for campeão da Sul-Americana, o que poderia mascarar os problemas enfrentados ao longo do ano.
A decisão da Desembargadora Lúcia Helena do Passo sobre o desbloqueio de valores da Libra esclarece que a pretensão de bloqueio total de R$ 83 milhões não foi atendida. O caso envolve uma disputa do Flamengo por valores de contrato, mas o bom senso prevaleceu ao restringir o bloqueio a uma parcela específica, desbloqueando 79% do montante retido.
O caso envolvendo Vitor Roque e uma postagem interpretada como homofóbica no STJD é debatido por comentaristas. Enquanto alguns defendem uma punição educativa, outros criticam a inconsistência do órgão em julgar casos semelhantes, apontando para a falta de padronização em suas decisões.
O comentarista Walter Casagrande opina sobre o caso Bruno Henrique, avaliando que a questão transcende o esporte, caracterizando-se como desonestidade e falcatrua ligada a apostas. Ele expressa preocupação com o precedente que o julgamento pode criar para o futebol brasileiro, especialmente em relação à integridade e à aplicação de penas.
A coluna de Juca Kfouri narra a partida entre Atlético Mineiro e um adversário não especificado, com Deyverson como protagonista. O atacante marcou três gols, incluindo um no final que garantiu o empate, e pediu desculpas por cada um deles, demonstrando desconforto com sua própria performance, apesar do resultado positivo para sua equipe.
O artigo discute a discrepância entre os discursos e as práticas no que diz respeito à sustentabilidade e responsabilidade social no esporte, comparando a situação com os desafios da COP 30. Apesar de haver avanços e compromissos, a execução e a transparência ainda são falhas, com ações muitas vezes se limitando à vitrine. A matéria defende a necessidade de políticas efetivas, métricas claras e certificações independentes para que o esporte se torne um agente transformador real.