O artigo relata a experiência do autor, Walter Casagrande Jr., cobrindo sua oitava final de Copa do Mundo consecutiva. Ele destaca a importância de sua equipe do UOL na Copa de 2026, elogiando a dedicação e o profissionalismo dos colegas, apesar de críticas à organização do evento nos Estados Unidos.
O comentarista Walter Casagrande exaltou a performance de Lionel Messi na semifinal da Copa do Mundo de 2026, classificando-a como o maior desempenho individual em uma partida do torneio que ele já viu. Ele destacou a virada da Argentina sobre a Inglaterra e a influência tática de Lionel Scaloni na decisão do craque argentino.
Casagrande analisa a performance da seleção brasileira na Copa do Mundo, comparando-a com os semifinalistas e finalistas. Ele expressa choque com a distância em qualidade e 'cultura de jogo' do Brasil em relação a equipes como a Espanha, que demonstram paixão pela posse de bola. A discussão envolve outros comentaristas que debatem a estratégia brasileira e a identidade de jogo.
Walter Casagrande Jr. compara a atual seleção francesa à Holanda de 1974, sugerindo que ambas representam revoluções no futebol de seleções. Ele destaca o estilo de jogo francês, com movimentação constante e posições fluidas, como algo difícil de marcar e que pode desorganizar defesas rivais, sendo para ele a melhor seleção dos últimos tempos.
Walter Casagrande, o "Casão", critica o desempenho do meio-campo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, focando na lentidão e falta de dinâmica. Ele argumenta que correr mais não adianta se o futebol exige "correr certo", exemplificando com a atuação de Casemiro e comparando com o senso de posicionamento de Dunga. A análise aborda a necessidade de aceleração nas decisões e a consolidação de uma estrutura ideal de time.
O comentarista Casagrande avaliou o desempenho do Equador na Copa do Mundo, destacando que a equipe será um adversário mais difícil no mata-mata do que a Alemanha. Ele ressaltou a 'fome' e o senso de urgência equatorianos, além da força defensiva, que podem complicar qualquer oponente.
A comentarista Ana Paula Oliveira explicou por que um gol da Alemanha contra o Equador, em um lance de pé alto, foi validado na Copa do Mundo de 2026, apesar de ser considerado falta no futebol brasileiro. Segundo ela, a diretriz da FIFA prioriza a dinâmica do jogo e a bola sendo jogada primeiro. Casagrande concordou, criticando jogadores que simulam faltas.
Walter Casagrande, em opinião para o UOL, analisa a rivalidade entre Cristiano Ronaldo e Lionel Messi, afirmando que ela é esportiva e lógica, construída pela disputa de prêmios e conquistas ao longo dos anos, sem ódio ou inimizade pessoal entre os jogadores. Ele destaca que essa rivalidade sadia foi uma das melhores da história do futebol.
Um museu em Atlanta, dedicado aos direitos civis e humanos, exibe uma seção sobre a Democracia Corinthiana, destacando o legado do movimento liderado por Sócrates, Casagrande e Wladimir. O colunista Juca Kfouri ressalta a repercussão internacional da iniciativa, enfatizando a necessidade de o futebol evoluir para além das quatro linhas.
A coluna de Walter Casagrande Jr. analisa a virada da França contra Senegal na Copa de 2026, comparando a performance do time com o filme 'Meia-Noite em Paris'. O autor destaca a genialidade do ataque francês no segundo tempo, que transformou um jogo morno em espetáculo, consolidando a França como favorita ao título.
O colunista Walter Casagrande Jr. criticou a ausência recorrente de Neymar nos treinos da seleção brasileira, afirmando que a situação se repete há dois anos. Casagrande declarou que não discute mais jogadores que não têm condições de jogo, preferindo focar em quem pode atuar e na montagem da equipe.
Walter Casagrande, em entrevista ao UOL News Esporte, defende que clubes de futebol devem priorizar a educação de seus jogadores sobre comportamento, em vez de focar apenas na duração das punições. Ele argumenta que gestos obscenos e falta de educação levam a expulsões e suspensões, e que a mudança de postura interna nos clubes é a chave para reduzir reincidências.
Uma entrada forte de Casemiro em Endrick durante um treino da seleção brasileira gerou debate sobre a intensidade permitida. Comentaristas como Walter Casagrande defenderam a necessidade de treinos pegados em preparação para a Copa, enquanto Julio Gomes e Danilo Lavieri interpretaram o lance como um 'recado' ou 'cartão de visitas' ao jovem jogador.
Walter Casagrande avaliou o teste de Carlo Ancelotti com Lucas Paquetá na seleção brasileira, concluindo que a mudança tática não resolve o principal problema do time: a falta de presença no meio-campo. O ex-jogador defende a necessidade de um terceiro homem central para cadenciar e proteger a equipe.
O colunista Walter Casagrande Jr. lamenta a morte do ex-jogador Leivinha, ídolo do Palmeiras e da Seleção Brasileira. Casagrande o descreve como um jogador sensacional, "Pelé Branco", com grande senso de posicionamento e capacidade de cabeceio, além de uma referência pessoal e um professor em campo. Ele relembra a admiração desde a infância, mesmo sendo corintiano, e como Leivinha inspirou seu estilo de jogo.
Walter Casagrande Jr. analisa o momento da Seleção Brasileira de futebol, destacando a longa ausência do país em finais de Copa do Mundo e a necessidade de foco e seriedade para a próxima edição. O colunista critica a desorganização da CBF e a arrogância de alguns jogadores, apontando o fator mental como crucial para o desempenho.
Walter Casagrande, em sua coluna no UOL News Esporte, analisou lances de uma partida de futebol, indicando que houve uma falta em Murilo e um pênalti para a Chapecoense. Ele criticou a condução da arbitragem e o uso do VAR, separando a interpretação dos lances da forma como as decisões foram tomadas.
Rodrigo Mattos, em análise no UOL News Esporte, criticou um ranking de uma TV americana que colocou Cristiano Ronaldo à frente de Vinícius Júnior, classificando-o como 'aberração'. A lista para os melhores da Copa do Mundo, segundo a NBC, posicionou Raphinha em 7º, Vini Jr em 19º, Messi em 4º e Cristiano Ronaldo em 16º. Mattos e Casagrande concordaram que os critérios parecem mais voltados para marketing e visibilidade do que para desempenho em campo.
Walter Casagrande avalia que a chance de Memphis Depay permanecer no Corinthians é pequena, especialmente após o jogador ter deixado o hotel onde residia em São Paulo. O comentarista sugere que essa atitude, somada ao alto custo do atleta e ao desempenho insatisfatório no primeiro semestre, indica uma possível saída, possivelmente após a Copa do Mundo.
Walter Casagrande, conhecido como Casão, avalia a declaração de Leila Pereira sobre não buscar um terceiro mandato no Palmeiras como uma possível 'cortina de fumaça'. Ele sugere que o recuo pode ser uma estratégia para mascarar outros interesses, criticando também a forma como o clube lida com opiniões divergentes, o que, em sua visão, configura uma tentativa de manipulação.