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Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: O tom é crítico em relação ao desempenho e à qualidade do Brasil, contrastando-o negativamente com outras seleções.

Viés da Menção (Score: -0.7)

Motivo: A Espanha é apresentada como um exemplo positivo de qualidade e cultura de jogo, valorizando sua paixão pela posse de bola.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Brasil Carlo Ancelotti Espanha Mauro Cezar Pereira Arnaldo Ribeiro PVC França Casagrande

Conteúdo Original

Esporte Futebol Copa do Mundo Casão: 'É chocante ver o Brasil tão distante dos semifinalistas em futebol' Do UOL, em São Paulo 14/07/2026 19h41 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× É 'chocante' comparar a semifinal e a final da Copa do Mundo e enxergar o Brasil 'bem distante' em qualidade e cultura de jogo, avaliou Casagrande no Posse de Bola , do Canal UOL. O comentário apareceu no debate após a vitória da Espanha sobre a França e a classificação espanhola para a decisão, com os participantes discutindo o peso da posse de bola e o contraste com a seleção brasileira. É mais chocante olhar esses times que estão disputando semifinal e que vão para a final e ver o Brasil bem distante, não é com posse de bola ou sem posse de bola, distante de qualidade. Distante de cultura. Não é só a bola. Não é só ficar com a bola ou não ficar com a bola. É uma escola perdida. Casagrande Alicia Klein Com derrota para Espanha, França iguala feito do Brasil Mauro Cezar Não faltou aviso: Espanha elimina a França Yara Fantoni Espanha classificada: os gigantes se reinventam Wálter Maierovitch OAB dá' carteirada' de advogado pró-Flávio Antes, Mauro Cezar Pereira disse que a Espanha confirmou um roteiro que ele considerava previsível e destacou o domínio espanhol sobre a França. Para ele, a seleção que 'adora a bola' chegou à final e isso deveria provocar reflexão no Brasil, que, na leitura dele, 'rejeitou a bola'. O time que gosta da bola, vou repetir, o time que gosta da bola está na final de uma Copa em que o Brasil, que sempre foi apaixonado por ela, com o seu técnico Carlo Ancelotti, um italiano, nada contra os italianos, mas só registrando um técnico italiano, como se fosse um time italiano da velha escola, sabe, da velha escola, defensivista, o Brasil rejeitou a bola. Na Copa que o Brasil rejeitou a bola, o time que por ela é apaixonado e não abre mão dela é o primeiro finalista. É pra parar e pensar. Mauro Cezar Pereira PVC discordou da ideia de que a seleção brasileira tenha aberto mão da posse o tempo todo e trouxe um recorte estatístico para relativizar o diagnóstico. Ele afirmou que o Brasil só teve menos posse do que o adversário na partida em que foi derrotado. O Brasil só teve menos posse de bola que o adversário no jogo que perdeu. Não pode? Não pode. Agora, é importante dizer que o Brasil não rejeitou a posse de bola o campeonato inteiro. Acho que a estratégia contra a Noruega não pode ser a do Brasil. Estou de acordo com isso. Estou trazendo a estatística como ela foi. PVC Na mesma discussão, Arnaldo Ribeiro comparou gerações da seleção espanhola e disse ver a atual como mais forte do que a campeã de 2010. A fala reforçou o contraste levantado por Casagrande ao tratar de 'escola' e identidade de jogo. Essa Espanha é mais legal que a de 2010. É mais time que a de 2010. Arnaldo Ribeiro Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Caso Ryanair: por que pessoas podem ser sugadas para fora de um avião? Juca Kfouri lembra queda do Brasil em 82 com saída da França: 'Novo Sarriá' CBF debate futuro da seleção após Copa, com apoio de federações a Samir 'Uma lição para o mundo': imprensa da Espanha vibra com ida à final da Copa Senado aprova piso para frete de caminhoneiros após ameaças de greve