A ex-árbitra Ana Paula Oliveira avaliou a expulsão do jogador Embolo em partida da Copa do Mundo de 2026 entre Argentina e Suíça. Ela defendeu a decisão do VAR, explicando que o protocolo foi seguido corretamente. Outros debatedores também analisaram o lance, com divergências sobre a simulação do atleta.
O artigo discute a atuação do árbitro brasileiro Raphael Claus na Copa do Mundo, com foco na expulsão do jogador Balogun. Ana Paula Oliveira, ex-árbitra, avalia a decisão, apontando que Claus se distanciou das jogadas e demorou para tomar a decisão correta, necessitando da intervenção do VAR. Outros comentaristas também analisam a intensidade do lance e a organização tática dos Estados Unidos após a expulsão.
A comentarista Ana Paula Oliveira explicou por que um gol da Alemanha contra o Equador, em um lance de pé alto, foi validado na Copa do Mundo de 2026, apesar de ser considerado falta no futebol brasileiro. Segundo ela, a diretriz da FIFA prioriza a dinâmica do jogo e a bola sendo jogada primeiro. Casagrande concordou, criticando jogadores que simulam faltas.
A ex-árbitra Ana Paula Oliveira explicou que, em caso de substituição de jogador de futebol, a placa eletrônica utilizada pelo quarto árbitro prevalece sobre a papeleta preenchida pela comissão técnica. A situação ocorreu em uma partida onde Neymar foi substituído por engano.
A ex-árbitra Ana Paula Oliveira analisou um erro de substituição envolvendo Neymar, que resultou em sua saída forçada da partida. Segundo ela, a falha foi conjunta entre o quarto árbitro e o delegado, e o jogador lesionado não poderia retornar após o reinício do jogo.