A ex-árbitra Ana Paula Oliveira avaliou a expulsão do jogador Embolo em partida da Copa do Mundo de 2026 entre Argentina e Suíça. Ela defendeu a decisão do VAR, explicando que o protocolo foi seguido corretamente. Outros debatedores também analisaram o lance, com divergências sobre a simulação do atleta.
O técnico da Suíça, Murat Yakin, criticou duramente uma nova regra do VAR e a arbitragem após a derrota para a Argentina na Copa do Mundo. Ele considera a regra inaceitável e alega que ela destruiu o jogo da sua equipe, levando a uma expulsão que desequilibrou a partida. A Suíça perdeu por 3 a 1 na prorrogação, com gols argentinos após a expulsão de Embolo.
O técnico da Argentina, Lionel Scaloni, comentou sobre as críticas de que a seleção é frequentemente favorecida em competições. Ele afirmou que "há pessoas que não querem que a Argentina ganhe" e que isso serve como motivação para seus jogadores. Scaloni também minimizou as alegações de favorecimento, destacando a dificuldade de manipulação com o VAR.
O colunista Pedro Lopes expressou insatisfação com a vitória da Argentina sobre o Egito, considerando o resultado injusto devido a interferências da arbitragem e do VAR. José Trajano, por outro lado, defendeu a análise do jogo sob a ótica da emoção e do 'momento histórico'.
A Federação Egípcia de Futebol protestou formalmente à Fifa contra a arbitragem da partida contra a Argentina, pelas oitavas de final da Copa do Mundo. O Egito alega que decisões cruciais, incluindo o uso do VAR, influenciaram diretamente o resultado da derrota por 3 a 2, levando a um pedido de revisão e garantia de justiça na competição.
A Argentina demonstrou capacidade de reação e produziu o suficiente para vencer o Egito, mas a intervenção do VAR em um gol egípcio foi questionável. Apesar de um primeiro tempo com chances desperdiçadas pelos argentinos, incluindo um pênalti, o time mostrou resiliência para buscar a virada após estar perdendo por 2 a 0.
A comissão de arbitragem da CBF anunciou novas mudanças em sua estrutura organizacional. Péricles Bassols assumiu o cargo de vice-presidente, acumulando a função com a gerência do VAR. Além disso, o ex-assistente Kleber Lucio Gil se juntou à comissão como novo integrante.
Luka Modric, jogador da Croácia, criticou a arbitragem após a eliminação para Portugal na Copa do Mundo. Ele questionou a marcação de um pênalti para Portugal e a anulação de um gol croata, alegando que o VAR deveria intervir apenas em erros claros e que não houve impedimento no lance anulado.
O artigo discute a atuação do árbitro brasileiro Raphael Claus na Copa do Mundo, com foco na expulsão do jogador Balogun. Ana Paula Oliveira, ex-árbitra, avalia a decisão, apontando que Claus se distanciou das jogadas e demorou para tomar a decisão correta, necessitando da intervenção do VAR. Outros comentaristas também analisam a intensidade do lance e a organização tática dos Estados Unidos após a expulsão.
O árbitro australiano Shaun Evans foi escalado pela FIFA para atuar no VAR em uma partida da Copa do Mundo após uma polêmica envolvendo um suposto gesto supremacista. Evans negou a intenção e a FIFA liberou o árbitro após investigação, mas ajustou o protocolo de posicionamento das câmeras na cabine do VAR.
Ana Paula Oliveira, em análise no Canal UOL, avaliou a falta cometida por Lionel Messi na vitória da Argentina contra a Argélia. Ela considerou que a decisão da arbitragem em não expulsar o jogador foi correta, classificando a jogada como uma falta passível de cartão amarelo por temeridade, mas sem força excessiva para vermelho. A análise também abordou comparações de Messi com outros grandes jogadores da história.
O árbitro australiano Shaun Evans negou ter feito um gesto supremacista durante um jogo da Copa do Mundo, afirmando que foi um tique involuntário. A Fifa confirmou que, após analisar o caso, não encontrou evidências de violação de seu código disciplinar.
A Copa do Mundo de 2026 implementará um novo sistema de VAR que emitirá um alerta sonoro aos bandeirinhas em casos de impedimentos claros, com mais de 10 centímetros. Essa tecnologia visa aumentar o dinamismo e reduzir as polêmicas nos jogos, complementando o impedimento semi-automático já utilizado.
Walter Casagrande, em sua coluna no UOL News Esporte, analisou lances de uma partida de futebol, indicando que houve uma falta em Murilo e um pênalti para a Chapecoense. Ele criticou a condução da arbitragem e o uso do VAR, separando a interpretação dos lances da forma como as decisões foram tomadas.
Rodrigo Mattos, colunista do UOL, criticou o afastamento do árbitro Felipe Fernandes de Lima e do VAR Antônio Magno Lima Cordeiro após a polêmica em Palmeiras x Chapecoense. Mattos considera a medida insuficiente, argumentando que o histórico de erros do árbitro exige uma punição mais definitiva, como a rescisão de contrato.
A CBF afastou o árbitro e o VAR de Palmeiras x Chapecoense após lances polêmicos na vitória do time paulista. A entidade considerou que houve erros no procedimento de anulação de um gol da Chapecoense e na marcação de um pênalti para os catarinenses.
A FIFA introduzirá novidades tecnológicas no sistema de VAR para a Copa de 2026, visando maior agilidade e precisão nas decisões. Entre as inovações estão o aviso imediato de impedimento claro aos auxiliares e o escaneamento corporal dos jogadores para a criação de avatares digitais mais precisos.
O artigo analisa um lance polêmico em partida entre Palmeiras e Chapecoense, onde um gol da Chapecoense foi anulado após revisão do VAR. Ex-árbitros opinam sobre a decisão, com divergências sobre a marcação de falta e o impacto no lance. A matéria também aborda um pênalti marcado e perdido no final do jogo.
O Palmeiras emitiu um comunicado oficial criticando a arbitragem da partida contra a Chapecoense, alegando inconsistências em lances cruciais. O clube rebateu 'narrativas falsas' propagadas por influenciadores e pseudojornalistas, defendendo suas posições com base nos áudios da CBF e comparações com outros jogos.
Paulo Vinícius Coelho (PVC) afirma em sua coluna no Canal UOL que o gol anulado da Chapecoense contra o Palmeiras foi legal. Ele critica a arbitragem por ter "medo de dar gol", citando a jogada como um exemplo de decisão equivocada e que pode gerar punições administrativas para o árbitro.