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Análise dos Times

Motivo: Análise da postura tática após expulsão, com comentários positivos sobre organização e controle do jogo apesar do cenário adverso.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: A equipe é mencionada como adversária dos EUA na partida, mas não há análise de seu desempenho ou viés direto na matéria.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

messi var balogun estados unidos raphael claus juan soto lucas faraldo gabriel sá bósnia e herzegovina igor siqueira ana paula oliveira

Conteúdo Original

Esporte Futebol Copa do Mundo 'Raphael Claus ficou um pouco distante das jogadas', diz Ana Paula Oliveira Do UOL, em São Paulo 01/07/2026 23h42 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Os Estados Unidos "fizeram o dever de casa" ao vencer a Bósnia e Herzegovina e avançar às oitavas, mas a atuação do árbitro brasileiro Raphael Claus gerou debate, disse Ana Paula Oliveira no Fim de Papo , do Canal UOL. O time garantiu a classificação mesmo com um jogador a menos após a expulsão de Balogun. No debate, a ex-árbitra apontou acertos dos assistentes e cobrou mais presença de Claus em lances decisivos. Primeiro, nota 10 para os assistentes, não só para o Danilo Manis, como para o Rodrigo Figueiredo, que ambos, cada um anulou um gol, e anularam de forma correta. O Danilo Manis no primeiro tempo, e o Rodrigo Figueiredo no segundo tempo. O Claus deixou o jogo correr, algumas entradas, não controlou. Eu achei ele um pouco distante das jogadas hoje. Ana Paula Oliveira PVC Existe um abismo entre Brasil e França Casagrande Futebol dá alegrias, mas também tristezas imensas Josias de Souza Michelle aprisiona Flávio no interior de agenda negativa Tony Marlon Trabalho de psicóloga é trunfo do Brasil na Copa Na sequência, a expulsão de Balogun virou o centro da discussão. Ana Paula afirmou que o lance não deveria ser colocado no mesmo pacote de um contato envolvendo Messi, porque, na leitura dela, o ponto-chave foi onde e como o impacto aconteceu. Esse lance do Balogun, diferente do lance do Messi, o tornozelo do jogador vira, o contato é na articulação. O Balogun deixa o corpo dele cair sobre o adversário, com risco não só de quebrar, mas também de romper todos os ligamentos. Diferente do lance do Messi, que foi na panturrilha: ele vai com o pé e tira. Se o Messi tivesse deixado o pé da mesma maneira, seria vermelho para os dois. Ana Paula Oliveira A comentarista também disse que esperava uma decisão já em campo. Para ela, Claus demorou a enquadrar o lance e só chegou ao vermelho depois de ser chamado pelo VAR, comandado por Juan Soto, da Venezuela. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Eu gostaria que o Claus, por ser um dos melhores árbitros do Brasil, tivesse tomado a decisão no campo de jogo. No campo de jogo, ele não toma a decisão, ele pede o atendimento, nem cartão amarelo ele dá, ele não dá falta. E aí o VAR o convida para rever, e depois que ele rever as imagens corretamente, ele volta com o cartão vermelho. Ana Paula Oliveira Lucas Faraldo reforçou que a discussão não passa por intenção, mas por intensidade e pela possibilidade de lesão. Ele disse que o detalhe decisivo foi o fato de Messi "tirar o pé", enquanto Balogun "conclui o movimento" no contato. O que me pegou muito é a diferença de intensidade. O Messi, ao encostar na panturrilha, ele tira o pé. O Balogun não tem essa chance, porque ele já cai pisando. Ele conclui o movimento e é um movimento que pode lesionar. Lucas Faraldo Continua após a publicidade Relacionadas Em dia de Santo Claus, EUA perdem seu centroavante africano contra Bélgica EUA superam expulsão, vencem Bósnia e reencontram algoz de 2014 nas oitavas EUA avançam e, se bobear, podem ir até mais longe Gabriel Sá também considerou o vermelho correto e destacou o comportamento do time dos Estados Unidos depois da expulsão. Na visão dele, a equipe manteve organização e ainda assim controlou o jogo, apesar do cenário adverso. Eu achei justa a expulsão, e muito me impressiona a postura tática da seleção dos Estados Unidos após a expulsão. Você imaginaria um time um pouco mais bagunçado e a Bósnia crescendo no jogo, e não. Jogou muito organizado. Acho que o Claus fez uma boa arbitragem. Gabriel Sá Já Igor Siqueira concordou com a linha de interpretação sobre "jogo brusco grave" e lembrou que falta "sem querer" também pode render expulsão. Essa questão da intensidade e a parte da articulação é o ponto principal. A falta sem querer também é passível de expulsão. Está dentro das atitudes passíveis de vermelho. Igor Siqueira Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Polícia diz que suspeita de matar casal com 24 facadas devia a agiota Deputada do PSOL aciona Ministério Público contra Viih Tube por reality PVC: 'Tem um abismo de distância entre Brasil e França. A França ganharia' Moraes manda investigar conteúdo de celulares de advogado de Bolsonaro Brasil contesta tarifa e diz que Pix não prejudica empresas dos EUA