A FIFA divulgou a seleção ideal da Copa do Mundo de 2026, eleita por votação popular, que conta com Vozinha (Cabo Verde) e Haaland (Noruega). A seleção não incluiu nenhum jogador brasileiro, apesar de nomes como Bruno Guimarães e Vinicius Júnior terem se destacado. França e Espanha foram as seleções com mais representantes.
O Athletico-PR finalizou os testes de certificação da FIFA em seu novo gramado sintético, que agora possui o selo FIFA QUALITY PRO. O novo piso, que utiliza 'shock pad' e cortiça como enchimento, foi testado em jogos de base e será utilizado no restante da temporada. Além disso, o estádio passou por testes do sistema de impedimento semiautomático.
A FIFA divulgou a seleção ideal da Copa do Mundo 2026, definida por votação popular. A grande surpresa é a inclusão do goleiro Vozinha, de Cabo Verde, que recebeu a maioria dos votos. A seleção conta com jogadores de Espanha, Argentina, Inglaterra, França e Noruega, mas sem representantes brasileiros.
O Corinthians recebeu seu quarto transfer ban devido a uma dívida de R$ 6,3 milhões com o Midtjylland, da Dinamarca, pela contratação do volante Charles. Essa nova punição impede o clube de registrar novos jogadores, aumentando a pressão sobre a diretoria para resolver as pendências financeiras.
A próxima Copa do Mundo em 2030 será realizada em seis países distribuídos por três continentes: Argentina, Paraguai e Uruguai na América do Sul; Portugal e Espanha na Europa; e Marrocos na África. Esta edição marca o centenário do torneio e apresentará um formato inédito com jogos de abertura nos três países sul-americanos. A FIFA debate a possibilidade de expandir o número de seleções participantes de 48 para 64.
A matéria narra a tentativa frustrada de Donald Trump de se incluir na foto oficial da conquista da Copa do Mundo pela Espanha, sendo sutilmente afastado pelo presidente da FIFA, Gianni Infantino. O texto detalha a relação entre ambos, as intervenções políticas de Trump em decisões da FIFA e o uso do evento esportivo como palco político.
Rodri, eleito o melhor jogador da Copa do Mundo de 2026, recebeu a Bola de Ouro apesar de ter sido escolhido como melhor em campo em apenas uma partida. Sua conquista gerou debate ao ser comparada com as performances de Messi e Mbappé, que tiveram mais prêmios individuais.
O colunista Mauro Cezar Pereira expressa saudade da Copa do Mundo de 2022 no Catar, criticando a edição de 2026 realizada em múltiplos países da América do Norte. O artigo detalha diversas mudanças de regras implementadas, com foco nas que visavam combater a perda de tempo, mas aponta falhas na organização, elitização do evento e decisões comerciais questionáveis. O autor considera a Copa do Catar superior em vários aspectos.
A Copa do Mundo de 2030, sediada por Espanha, Portugal e Marrocos, está com uma disputa acirrada para sediar a final do torneio. Marrocos apresenta o futuro Estádio Hassan II, com capacidade para 115 mil pessoas, enquanto a Espanha conta com o reformado Santiago Bernabéu, do Real Madrid. Nos bastidores, cogita-se a possibilidade de o Bernabéu sediar a final e o Hassan II uma semifinal, com Marrocos compensado com a Copa de Clubes de 2029.
A matéria analisa a cobertura da Copa do Mundo pela TV Globo e pela CazéTV, comparando suas abordagens e audiências. O artigo sugere que a Globo abriu mão de sua identidade, resultando em uma performance inferior em comparação ao sucesso da CazéTV, que inovou em sua transmissão e engajamento com o público.
A Copa do Mundo de 2026 foi palco de diversas novas regras implementadas pela FIFA, com o objetivo de aumentar a agilidade do jogo. O artigo detalha a aplicação dessas mudanças, como a expulsão por cobrir a boca em discussões, cartões por simulação, repetição de cobranças, reversão de laterais e tiros de meta, e o tempo mínimo fora de campo após atendimento médico.
A FIFA abriu uma investigação contra a seleção argentina após uma briga generalizada ocorrida logo após o apito final da final da Copa do Mundo, onde a Espanha sagrou-se campeã. Incidentes de agressão contra jogadores e comissão técnica espanhóis foram registrados, resultando na nomeação de um Procurador de Disciplina e Ética para apurar as possíveis violações ao Código Disciplinar da FIFA.
O colunista Mauro Cezar Pereira critica a 'americanização' da cultura do futebol, exemplificada pela Copa do Mundo de 2026 nos EUA. Ele aponta a interferência comercial, a perda do ambiente tradicional do esporte e eventos que desrespeitam jogadores e torcedores como sinais de descaracterização.
O artigo critica a decisão de terceiro lugar na Copa do Mundo, descrevendo-a como "broxante" e desinteressante. O autor argumenta que a partida só atrai seleções menores, pois as grandes equipes focam no título e sentem o peso da eliminação nas semifinais.
A disputa pelo terceiro lugar na Copa do Mundo, embora vista por muitos como um evento menor, possui grande importância para jogadores como Mbappé, que buscam isolar-se na artilharia e superar recordes. A FIFA mantém o jogo no calendário por razões comerciais, mas sua origem remonta ao espírito olímpico, com precedentes históricos no futebol desde 1908.
O Corinthians recebeu seu terceiro transfer ban em dois meses, desta vez por atraso no pagamento de uma parcela de R$ 8 milhões referente a um acordo com a CNRD. A punição, que impede o clube de registrar novos jogadores por seis meses, é a segunda aplicada pela própria entidade em razão de atrasos em pagamentos.
A coluna de Julio Gomes analisa o caos que marcou a Copa do Mundo de Trump, com destaque para o cancelamento do treino da Espanha devido a fortes chuvas e restrições de segurança nos EUA. O autor critica a organização da FIFA, que priorizou o lucro em detrimento do bom andamento da competição, impactando negativamente as equipes.
Joseph Blatter, ex-presidente da Fifa, criticou a entidade durante a Copa do Mundo, questionando o show de intervalo prolongado na final e a reversão da suspensão de um jogador sob influência política. Blatter também apontou a exclusão de um árbitro somali como uma violação dos princípios da Copa, alertando contra a politização do futebol.
A FIFA encontrou uma nova forma de monetizar eventos na Copa do Mundo, transformando a coletiva de imprensa dos finalistas em um evento pago. Torcedores poderão assistir às entrevistas de técnicos e capitães e tirar fotos com estrelas do esporte, com ingressos a partir de 400 reais e fotos custando até 4.800 reais.
Tom Brady, heptacampeão do Super Bowl, deu um tapa no rosto do youtuber e lutador Logan Paul durante um evento da FIFA em Manhattan. A interação ocorreu após uma brincadeira sobre a rivalidade entre os dois no esporte.