O Athletico-PR anunciou a substituição do gramado sintético de sua Arena da Baixada. A modernização ocorrerá entre junho e julho de 2026, utilizando tecnologia da empresa FieldTurf. O novo piso visa oferecer maior segurança, conforto e durabilidade aos atletas.
O Athletico-PR anunciou a data para a troca do gramado sintético de sua Arena da Baixada. A substituição ocorrerá entre 1º de junho e 19 de julho de 2026, com o campo recebendo um novo sistema de amortecimento para maior segurança e conforto dos atletas. O clube optou pela fabricante FieldTurf.
O Allianz Parque, estádio do Palmeiras, está em processo de troca de seu gramado sintético. O trabalho, iniciado em 23 de dezembro, avança com a remoção dos tapetes e cortiça. A previsão é que a obra seja concluída no fim de fevereiro de 2026, com a equipe alviverde mandando jogos na Arena Barueri neste período.
O colunista Paulo Vinicius Coelho (PVC) analisa a discussão sobre gramados no futebol brasileiro, desmentindo a afirmação de Zico de que não há grama sintética nas principais ligas europeias. PVC apresenta exemplos de estádios que utilizam grama artificial na Champions League, ressaltando que a única restrição é para a final.
O colunista Milton Neves aborda a polêmica sobre os gramados sintéticos em alguns clubes brasileiros, comparando-os à 'altitude' como uma possível vantagem competitiva. O texto explora diferentes opiniões de torcedores e ex-jogadores sobre o impacto desses campos no desempenho das equipes.
O atacante Gabigol concedeu entrevista ao podcast PodPah, onde abordou sua permanência no Cruzeiro, a relação com o técnico Tite e criticou veementemente o uso de gramados sintéticos no futebol brasileiro. Ele reforçou seu compromisso com o projeto celeste e explicou sua adaptação ao estilo de jogo da equipe, além de comentar a perda de minutos em campo e um pênalti decisivo.
A CBF adiou a discussão sobre temas polêmicos como o uso de gramado sintético, o limite de estrangeiros e o número de rebaixados no Campeonato Brasileiro para o início de 2026. Clubes se dividem sobre o gramado sintético, com Flamengo insatisfeito e outros cinco times defendendo o uso. A redução de estrangeiros e rebaixados também gerou debate, com propostas de implementação gradual.
Clubes da Série A solicitaram à CBF a suspensão da homologação de novos gramados sintéticos até que um estudo completo seja realizado e uma decisão seja tomada. A maioria dos dirigentes se opõe ao uso deste tipo de piso, citando preocupações com ritmo de jogo e vantagens competitivas, enquanto uma minoria defende os sintéticos por superarem campos naturais em más condições.
O Palmeiras defendeu o gramado sintético do Allianz Parque em uma postagem nas redes sociais, divulgando dados sobre menor incidência de lesões. O clube paulista também criticou indiretamente o Flamengo, que propôs o fim do sintético até 2027, levantando dúvidas sobre as reais intenções do rival carioca.
O Flamengo celebrou a decisão da maioria dos clubes da Série A de suspender a homologação de novos gramados sintéticos no futebol brasileiro. O clube carioca argumenta que a medida prioriza o espetáculo e a saúde dos atletas, defendendo a excelência dos campos naturais.
A WTorre iniciou a troca do gramado sintético do Allianz Parque, o que forçará o Palmeiras a mandar seus jogos de início de 2026 na Arena Barueri. A obra, que custará R$ 11 milhões, visa aprimorar a tecnologia do piso, que já vinha sendo alvo de reclamações do elenco e comissão técnica.
O jornalista Arnaldo Ribeiro critica a proliferação de gramados sintéticos em estádios brasileiros, classificando-os como uma "praga" impulsionada por conveniência econômica de clubes e falta de padronização da CBF. Ele argumenta que o piso de plástico permite maior rentabilização dos estádios com eventos, mas prejudica a qualidade do futebol, contrastando com a prática global.
O Flamengo apresentou uma proposta à CBF visando a padronização e melhoria dos gramados no futebol brasileiro, com ênfase no fim dos campos sintéticos. O clube argumenta que a superfície artificial prejudica a qualidade do esporte e a saúde dos jogadores, e que não é utilizada nas principais ligas internacionais.
Leila Pereira, presidente do Palmeiras, rebateu uma proposta do Flamengo que visa a padronização dos gramados e a proibição da grama sintética no futebol brasileiro. A dirigente acusou o clube carioca de clubismo e de propagar 'fake news' sobre o assunto, defendendo a integridade física dos atletas e o respeito às regras da FIFA.
Lucas Musetti, comentarista do UOL, revelou que tanto o Santos quanto a equipe de Neymar não recomendam que o jogador atue contra o Palmeiras. A preocupação central é o gramado sintético do Allianz Parque, que aumenta o risco de lesões e gera receio em Neymar, prejudicando seu conforto em campo.