O colunista Milton Neves critica a atitude de Neymar Jr. ao agredir um companheiro de equipe em um treino, comparando-a à postura passiva do Santos em situações polêmicas. Neves questiona a ideia de Neymar ser um jogador 'bom de grupo' e defende Robinho Jr., a vítima da agressão, chamando-o de 'atacando a vítima'.
O artigo de Juca Kfouri discute o que está em jogo na Copa do Mundo, abordando temas que vão além do esporte. A coluna, classificada como opinião, explora as complexidades e os múltiplos interesses envolvidos em um evento dessa magnitude, sugerindo que a Copa transcende o futebol em si.
Colunistas do UOL debatem o empate do Palmeiras com o Santos, considerando que o time 'bobeou' e perdeu a chance de aumentar sua vantagem sobre o Flamengo no Brasileirão. A análise destaca a dificuldade do Palmeiras em converter superioridade em gols e a comissão técnica de Abel Ferreira em extrair o máximo do elenco.
O artigo questiona se Neymar estaria errando de propósito para se manter em evidência, após um incidente em um treino do Santos onde agrediu um colega mais jovem. A autora levanta a hipótese de que a necessidade de ser lembrado o leva a criar polêmicas fora de campo.
Comentaristas do UOL debatem a renovação do contrato de Bruno Henrique com o Flamengo até 2027. As opiniões divergem sobre se o clube fez um bom negócio, considerando a idade do jogador, suas atuações recentes e sua importância como exemplo no elenco.
O técnico do PSG, Luis Enrique, rebateu críticas após a vitória de sua equipe por 5 a 4 contra o Bayern de Munique na Liga dos Campeões. Ele minimizou a importância de opiniões negativas, classificando-as como "opinião de m...". Enrique também elogiou a performance de ambas as equipes e ressaltou a dificuldade do confronto.
O artigo de opinião de Paulo Vinicius Coelho discute como Flamengo e Palmeiras, acostumados a vitórias constantes, encontraram surpresas em empates recentes na Copa Libertadores. A matéria ressalta que o esporte, assim como a vida, ensina que nem sempre se ganha, e que resultados adversos são parte do aprendizado.
O artigo de opinião de Alicia Klein discute a figura de John Textor, apresentado inicialmente como um "salvador" para o Botafogo, mas que se revelou um "gestor incompetente" ou "picareta". A autora questiona se a genialidade de Textor não foi compreendida no "terceiro mundo" ou se ele simplesmente deixou um legado de "terra arrasada".
O comentarista Juca Kfouri defende que o atacante Hulk possui o respaldo e a história necessários para expressar suas opiniões sobre o Atlético-MG, comparando sua moral com a dos proprietários da SAF. Ele também relembrou sua crítica inicial ao jogador, que se provou equivocada com o desempenho de Hulk no clube.
Comentaristas do UOL debatem se as críticas ao técnico Roger Machado no São Paulo ultrapassaram os limites. Arnaldo Ribeiro, Renan Teixeira e Gabriel Sá analisam a hostilidade da torcida, o desempenho do time e a pressão sobre o treinador, divergindo sobre a intensidade da cobrança e a necessidade de estabilidade.
O artigo de opinião discute a rejeição da torcida do São Paulo a Roger Machado, argumentando que o torcedor não é o vilão injusto. A análise aponta que a insatisfação é resultado de uma gestão sem credibilidade e decisões equivocadas que quebraram um processo de reconstrução.
Artigo de opinião do UOL Esporte discute a pressão sobre o técnico Roger Machado no São Paulo, apontando que ele está 'pagando o pecado de todo mundo'. Colunistas analisam a situação, defendendo que o executivo Rui Costa deveria ser o principal alvo das críticas da torcida e que a diretoria tomou decisões complexas.
O colunista Milton Neves defende que o Campeonato Brasileiro é mais valioso que a Libertadores da América, argumentando que a competição nacional exige mais regularidade e desgasta mais os times. Ele critica a desvalorização do Brasileirão por parte de torcedores que priorizam a vaga na Libertadores, comparando com um período em que os campeonatos estaduais eram mais importantes.
A coluna de Juca Kfouri compara as reações do Presidente Lula e do ex-presidente Jair Bolsonaro à morte de grandes brasileiros. Lula homenageou Oscar Schmidt com nota oficial e luto, enquanto Bolsonaro silenciou sobre mortes de artistas de esquerda, mas lamentou Olavo de Carvalho.
José Trajano, no Posse de Bola do Canal UOL, ironizou a reação de Neymar ao gesto de levar os dedos aos ouvidos em meio a vaias na Vila Belmiro, sugerindo que poderia ser uma campanha de marketing para cotonetes. A análise também abordou o mau humor da torcida santista com o jogador e comparou a situação estrutural e econômica de Palmeiras, São Paulo, Santos e Corinthians.
A polarização em torno do jogador Neymar impede análises equilibradas de sua performance no Santos. O artigo argumenta que, embora ele não resolva todos os problemas do time, também não é justo considerá-lo um fracasso total. A falta de meio-termo na opinião pública prejudica a avaliação de sua carreira e seu potencial para a Copa do Mundo.
O artigo de opinião de Alicia Klein defende que Neymar deve ser deixado em paz pelas cobranças excessivas da torcida e da mídia. A autora argumenta que o jogador, apesar dos recentes resultados ruins do Santos, tenta estar em campo e busca evoluir fisicamente, pedindo um fim às críticas desmedidas.
O artigo de Milton Neves discute a insatisfação da torcida do São Paulo com o técnico Roger Machado, apesar de seus esforços e do bom desempenho da equipe na Sul-Americana e no Brasileirão. O autor defende que Roger precisa de tranquilidade para trabalhar e que o time, com suas limitações de elenco, tem potencial para buscar a Libertadores.
O comentarista Arnaldo Ribeiro avalia que a pressão sobre Roger Machado no São Paulo está mais ligada à insatisfação com a troca de técnicos do que ao desempenho em campo. Segundo ele, a torcida são-paulina está "dando murro em ponta de faca" ao vaiar o atual treinador, pois Hernán Crespo não retornará.
O comentarista Julio Gomes analisa o 'Dinizismo' no futebol brasileiro, argumentando que o termo se tornou mais um imaginário popular do que uma novidade tática. Ele observa que a 'saidinha' de bola, antes associada a Diniz, agora é uma prática comum em quase todos os times. A repetição do time e a dificuldade em quebrar sequências ruins são outros pontos levantados.