Por Paulo Cobos, colunista do ESPN.com.br em 2026-10-16
O artigo é uma coluna de opinião sobre John Arias e Pedrinho BH, que receberam críticas das torcidas de Fluminense e Cruzeiro apesar das contribuições importantes que deram aos clubes. O autor reflete sobre a relação entre gratidão, dinheiro e futebol, argumentando que ambos não deveriam se surpreender com as reações. Arias foi vaiado pela torcida tricolor após optar pelo Palmeiras, enquanto Pedrinho desabafou sobre as críticas à má fase do Cruzeiro.
O atacante Walter, aos 37 anos, concede entrevista em que faz um balanço da carreira, admite arrependimentos por falta de estudo e revela ter sido enganado financeiramente ao longo da trajetória profissional. Ele relata o impacto negativo do caso de doping em 2018, quando defendia o CSA, e avalia a possibilidade de se aposentar do futebol. O jogador também critica a supervalorização financeira do futebol atual e dá conselhos a jovens atletas.
Carlos Alcaraz foi o tenista que mais ganhou dinheiro na Laver Cup 2026, recebendo cerca de US$ 2 milhões em premiações e bônus. Cada integrante da equipe campeã do Time Europa levou US$ 250 mil, mas o bonus extra baseado no marketing pessoal fez dele o dono da liderança financeira.
O artigo critica o patrocínio de casas de apostas no futebol brasileiro, argumentando que elas não são essenciais para a existência do esporte e causam danos sociais aos torcedores endividados. O autor ressalta que o futebol existia muito antes da entrada dessas empresas e que a maioria dos torcedores é contra essa associação.
Por Ana Canhedo e José Edgar de Matos em 2026-07-23
O Santos enfrenta uma grave crise financeira, com dívidas significativas, incluindo uma com a empresa dos pais de Neymar. A receita proveniente da venda de ex-jogadores formados no clube, como Luca Meirelles, Marcos Leonardo e Caio Henrique, tem sido fundamental para amenizar o aperto no caixa e manter o fluxo financeiro, mesmo com a proibição de contratações.
O artigo detalha sete transferências de jogadores brasileiros para o exterior que resultaram em lucros para os clubes formadores no Brasil. Graças ao mecanismo de solidariedade da Fifa e a cláusulas contratuais, equipes como Santos, Flamengo, Vasco e Corinthians faturaram com a venda de seus ex-jogadores para clubes europeus e asiáticos.
O Vasco da Gama solicitou à Justiça do Rio de Janeiro a liberação de um empréstimo de R$ 40 milhões da Almirante S/A, empresa de Marcos Lamacchia, que negocia para assumir a SAF do clube. O DIP, se aprovado, será diluído do aporte total de mais de R$ 3 bilhões e visa preservar as operações correntes do clube.
O Vasco da Gama solicitou à Justiça do Rio de Janeiro um DIP (Debtor-in-Possession) de R$ 40 milhões da empresa de Marcos Lamacchia, que está em negociações avançadas para adquirir a SAF do clube. Caso aprovado, o valor será liberado em parcela única e sem juros, podendo fortalecer a capitalização da Vasco SAF. Paralelamente, o Flamengo também é mencionado no contexto, elevando a tensão política no futebol carioca.
O jogador Neymar adquiriu um novo superiate de luxo, batizado de 'Enejota', avaliado em R$ 120 milhões. A embarcação, construída no Brasil a partir de um barco de serviço, foi transformada em um iate explorer com diversas comodidades. Paralelamente, discute-se o futuro de Neymar no Santos, com o jogador sinalizando interesse em retornar, mas aguardando uma reunião com o presidente para definir os detalhes financeiros e a viabilidade do acordo.
Testemunhas afirmam que o ex-presidente do São Paulo, Julio Casares, retirava cerca de R$ 100 mil em espécie mensalmente do clube. Os valores eram supostamente justificados como para 'ações promocionais' e 'aquisição de ingressos', mas não há comprovação dos gastos. Casares é investigado por desvio de capitais e o Conselho Deliberativo reprovou suas contas de 2025.
O goleiro de Cabo Verde, Vozinha, revelou que sua mãe não pôde comparecer à Copa do Mundo nos Estados Unidos devido a dificuldades com o visto e custos associados. Apesar da emoção pela ausência familiar, Vozinha foi eleito o melhor em campo em um empate histórico contra a Espanha.
A Copa do Mundo de 2026, com sua dimensão inédita em três países e 48 seleções, é projetada para ser a "Copa das apostas", movimentando um volume de dinheiro recorde. Uma consultoria prevê gastos globais de US$ 59 bilhões (R$ 297 bilhões) em apostas de futebol, um aumento significativo em relação a 2022. O assunto gera alerta em autoridades e campanhas de conscientização, especialmente devido à alta adesão entre os jovens.
O comentarista Arnaldo Ribeiro discute a possível renovação do contrato de Memphis Depay com o Corinthians, caso o clube venda Yuri Alberto. Ele avalia a dificuldade financeira do Corinthians e o impacto esportivo da perda de ambos os jogadores, contrastando a gestão do clube com a do São Paulo. Julio Gomes, por outro lado, sugere que o Corinthians não deveria renovar com Memphis, comparando a contratação a uma aposta de alto risco.
A manutenção de Neymar na seleção brasileira, mesmo machucado, é vista como uma decisão que transcende o esporte, envolvendo interesses financeiros e de patrocínio. Essa análise sugere que o jogador é convocado por motivos extracampo, e não mais por sua capacidade de decidir em campo.
Renato Gaúcho, técnico do Vasco, adia decisão sobre seu futuro para o presidente Pedrinho, citando a situação financeira do clube. Ele projeta a necessidade de reforços, mas reconhece a dificuldade e sugere explorar a base caso não haja novas contratações. O treinador defende seu trabalho apesar da má fase.
O Corinthians enfrenta o Grêmio com foco em gerenciar sua folha salarial e o limite de jogos de seus atletas na temporada. A diretoria busca reduzir custos mensais no futebol profissional e planeja negociar jogadores com clubes do exterior para atingir metas financeiras.
O ranking de premiações de 2026 mostra o Flamengo liderando com R$ 49,6 milhões, ampliando a vantagem sobre o Corinthians. O Cruzeiro se destaca pela ascensão no ranking, impulsionado pela campanha na Libertadores, alcançando a sexta posição. O texto detalha os valores acumulados pelos clubes brasileiros em diversas competições.
O artigo analisa a convocação de Neymar para a Copa, argumentando que ela é motivada por interesses econômicos e de marketing, e não por mérito esportivo. A autora critica a CBF e Carlo Ancelotti por cederem a essas pressões, mesmo com o jogador em má fase e lesionado. A visibilidade e o valor de mercado de Neymar são destacados como os principais impulsionadores da decisão, em detrimento do desempenho da seleção.
O comentarista Paulo Vinícius Coelho (PVC) analisa a dinâmica atual na criação de uma liga de futebol brasileiro, destacando a afinidade de Leila Pereira com a CBF como um ponto justo na negociação. Ele sugere que a CBF deve mediar o acordo, incorporando debates passados e definindo a participação de cada entidade.
O presidente de honra do Bayern de Munique, Uli Hoeness, descartou a saída do atacante Harry Kane, destacando que o clube bávaro não vende seus jogadores e que o Barcelona não possui recursos para uma contratação. Hoeness também comentou sobre o interesse em Olise, afirmando que o jogador não será contratado pelo Real Madrid.