O São Paulo FC está sob investigação policial e do Ministério Público em três inquéritos distintos que apuram possíveis irregularidades cometidas por dirigentes do clube. As investigações focam em lavagem de dinheiro, exploração clandestina de camarote no Morumbi e corrupção no departamento social. O clube se posiciona como vítima nas apurações.
O Ministério Público e a Polícia Civil instauraram um novo inquérito para investigar supostos atos de corrupção no departamento social do São Paulo. O ex-diretor social do clube, conhecido como Dedé, é o principal alvo, suspeito de oferecer vantagens indevidas. As denúncias levaram ao impeachment e posterior renúncia do presidente Julio Casares, com uma consultoria contratada para investigar internamente.
O novo presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, planeja contratar uma auditoria externa para rever contratos assinados durante a gestão de Julio Casares. A auditoria focará em acordos que não passaram pela aprovação do Conselho Deliberativo ou de Administração, buscando transparência nos contratos de médio porte.
O São Paulo anunciou a contratação de uma consultoria especializada para investigar denúncias de irregularidades e quebra de integridade ligadas ao clube. A investigação visa apurar os fatos, aprimorar controles internos e as práticas de governança. As denúncias culminaram no impeachment e renúncia do ex-presidente Julio Casares.
Harry Massis foi empossado como novo presidente do São Paulo, assumindo o cargo após o impeachment e renúncia de Julio Casares. Massis expressou emoção durante a cerimônia e prometeu união e equilíbrio para o clube até o final do ano, quando novas eleições ocorrerão.
O artigo detalha a primeira semana do novo presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, após o afastamento de Julio Casares. As prioridades incluem aproximar-se do departamento de futebol, lidar com dívidas de direito de imagem com atletas e reorganizar finanças. Mudanças também são esperadas nas categorias de base para otimizar o retorno esportivo.
A gestão de Julio Casares no São Paulo chega ao fim com o afastamento e renúncia do presidente. O novo presidente em exercício, Harry Massis Jr., inicia mudanças profundas, incluindo a saída de nomes próximos a Casares, em meio a escândalos e denúncias. As futuras escolhas de Massis determinarão o rumo do clube em um ano crucial.
Harry Massis Júnior assumiu a presidência do São Paulo após a renúncia de Julio Casares, devido a escândalos. Massis, empresário de 80 anos e sócio do clube desde 1964, terá o mandato até o fim de 2026, quando ocorrerão novas eleições. Ele já iniciou suas atividades com reuniões, definições de cortes e renovação de contrato do técnico do sub-20.
O São Paulo enfrenta uma crise política após a renúncia do presidente Julio Casares, 11 anos após um episódio similar com Carlos Miguel Aidar. A renúncia ocorre em meio a investigações de venda ilegal de ingressos, desvio de dinheiro na negociação de atletas e recebimento de valores em espécie pelo ex-presidente.
A saída de Marcio Carlomagno, superintendente geral do São Paulo, foi uma articulação política do novo presidente interino, Harry Massis Júnior. A demissão sinaliza a Massis para sua nova base política e atende a opositores do ex-presidente Julio Casares, que impulsionaram o impeachment. Massis promete mais mudanças no corpo diretivo, mas busca acalmar os bastidores do clube.
Muricy Ramalho deixará o cargo de coordenador-geral do São Paulo nos próximos dias, após cinco anos no clube. A decisão, motivada por um ambiente interno considerado insustentável, já era inclinada antes da renúncia do presidente Julio Casares. A oficialização depende apenas de questões contratuais.
O novo presidente do São Paulo, Harrys Massis, iniciou uma 'limpeza' no clube após a renúncia de Julio Casares. Massis articulou a saída de diretores e o CEO, Márcio Carlo Magno, com o objetivo de afastar nomes envolvidos em escândalos e investigações. As mudanças visam restaurar a paz nos bastidores e a credibilidade da gestão.
Denúncias e investigações policiais envolvendo o ex-presidente Julio Casares abalaram as negociações para a renovação dos naming rights do Morumbis entre São Paulo e Mondelez. A crise institucional do clube esfriou o interesse da empresa, que considera buscar outro parceiro se a imagem do São Paulo não for restaurada.
Julio Casares renunciou ao cargo de presidente do São Paulo, 11 meses antes do fim de seu mandato, após a aprovação do processo de impeachment pelo Conselho Deliberativo. Harry Massis Júnior, vice-presidente, assume interinamente enquanto decisões sobre cortes e novos rumos são tomadas.
O Conselho Fiscal do São Paulo solicitou acesso às faturas de cartão corporativo utilizadas pelo ex-presidente Julio Casares. O pedido visa verificar se os gastos foram realizados conforme as normas do clube. Casares renunciou após ter seu impeachment aprovado e está sendo investigado pela Polícia Civil por outras questões.
Julio Casares renunciou à presidência do São Paulo Futebol Clube, alegando preocupações com sua saúde e família, além de um ambiente de conflitos internos. Sua saída ocorre poucos dias após a aprovação de seu impeachment pelo Conselho Deliberativo do clube, em meio a investigações policiais sobre supostos esquemas de venda de ingressos e desvio de dinheiro.
Julio Casares renunciou ao cargo de presidente afastado do São Paulo após ser alvo de denúncias de desvio de dinheiro e gestão temerária. A renúncia ocorre para preservar sua saúde, proteger a família e evitar que disputas políticas prejudiquem o clube. O vice-presidente interino, Harry Massis Júnior, assume o cargo.
Julio Casares renunciou ao cargo de presidente do São Paulo após perder votação no Conselho Deliberativo sobre impeachment. A decisão foi oficializada antes da assembleia de sócios, evitando a confirmação do processo. O vice Harry Massis Junior assume a presidência até o fim do mandato. A carta de renúncia de Casares aponta para "articulações de bastidores" e "distorções deliberadas", além de ataques à sua família, mas reitera que não praticou irregularidades.
Julio Casares renunciou à presidência do São Paulo após ser afastado pelo Conselho Deliberativo, negando irregularidades e citando traições e ameaças à sua família. Em carta, ele afirmou que a renúncia não é confissão de culpa, mas uma medida para preservar sua saúde e proteger seus entes queridos.
A renúncia do presidente Julio Casares não resolve a crise de instabilidade no São Paulo, segundo a colunista Milly Lacombe. Ela aponta que o técnico Hernán Crespo enfrentará o desafio de blindar o time diante da pressão política e investigações internas que continuarão a gerar barulho.