A Polícia Civil, por meio da DRADE, está de sobreaviso para o jogo entre Corinthians e Mirassol, válido pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro, após ameaças contra a arbitragem publicadas nas redes sociais por Alê, presidente da Gaviões da Fiel. A CBF pediu ao Ministério Público de São Paulo a abertura de investigação criminal contra o dirigente da torcida organizada, alegando conduta com natureza intimidatória. O Corinthians vive situação delicada na tabela, com 33 pontos na 18ª colocação, dentro da zona de rebaixamento.
A Polícia Civil de São Paulo, por meio da DRADE, prepara medidas preventivas em parceria com o Ministério Público para a partida entre Corinthians e Mirassol, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. A CBF acionou o Ministério Público pedindo investigação criminal e medidas cautelares contra o presidente dos Gaviões da Fiel, que publicou em redes sociais que a torcida sabia em quais hotéis os árbitros ficariam hospedados. A representação não prevê medidas que afetem diretamente o clube, dizendo respeito exclusivamente à torcida organizada e seus dirigentes.
O atacante David, do Vasco, foi intimado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro a entregar o passaporte e cumprir medidas cautelares determinadas pela Justiça do Espírito Santo. O jogador é investigado na Operação A Tropa por suspeita de envolvimento com organização criminosa, tráfico de drogas e armas e lavagem de dinheiro. A matéria também contextualiza a derrota do Vasco por 4 a 1 para o Flamengo e o próximo confronto com o Palmeiras pela semifinal da Copa do Brasil.
O Clube Atlético Juventus, tradicional clube da capital paulista, é alvo de investigação da Polícia Civil por suspeita de desvio de recursos provenientes da venda de sua SAF. A apuração, que tramita sob sigilo, foca na parcela do negócio destinada ao clube social e tem entre os investigados o presidente do Conselho Deliberativo e o presidente do clube social. Tanto o Juventus quanto o Juventus SAF divulgaram notas se defendendo e afirmando que eventuais responsabilidades devem ser apuradas nas vias próprias.
O atacante colombiano José Enamorado, do Grêmio, caiu em golpe e transferiu R$ 22,5 mil via Pix a um golpista que se passava pelo técnico Luís Castro pelo WhatsApp. O esquema foi desvendado pela Polícia Civil na Operação Falso 9, que levou à prisão do suspeito Lucas de Oliveira Eduardo. O golpista também teria abordado outros jogadores do Grêmio, Léo Ortiz, do Flamengo, e o músico MC Hariel.
A Polícia Civil de Santa Catarina instaurou procedimento administrativo para investigar possíveis irregularidades na arquibancada da Arena Simon, que cedeu durante a partida entre Brusque e Paysandu pela Série C. O jogo foi paralisado por quase duas horas no sábado e retomado no domingo com portões fechados, terminando em 1 a 1, sem acesso de nenhuma equipe à Série B. As apurações vão analisar laudos técnicos, autorizações, planos de segurança e as circunstâncias da interrupção.
A Polícia Civil de São Paulo deflagrou operação contra o cambismo digital na venda ilegal de ingressos para jogos do Palmeiras, cumprindo 15 mandados de busca e apreensão. A investigação começou após pedido de inquérito da presidente Leila Pereira, com colaboração do clube, após auditoria interna identificar uso de bots para compra em massa de ingressos. A operação pode revelar se a prática se estende a outros clubes.
A Polícia Civil de São Paulo deflagrou operação contra o cambismo digital na venda de ingressos para jogos do Palmeiras no Nubank Parque. A ação da DRADE foi desencadeada a partir de pedido de inquérito feito pela presidente Leila Pereira, após investigação interna do clube identificar uso de robôs na compra de ingressos. Foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão, com celulares, notebooks e documentos apreendidos, além de uma arma de fogo encontrada na residência de um investigado.
A Polícia Civil de São Paulo deflagrou operação contra cambismo digital na venda de ingressos para jogos do Palmeiras, a partir de inquérito pedido pela presidente do clube, Leila Pereira. Foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão, com apreensão de celulares, notebooks, cadastros de torcedores e uma arma com munições. A investigação aponta uso de robôs para comprar ingressos no site oficial e revendê-los a preços altos.
A Polícia Civil de São Paulo identificou seis torcedores ligados à torcida organizada Camisa 12 como suspeitos de causar tumulto após a eliminação do Corinthians na Libertadores. Eles teriam parado carros próximos à Neo Química Arena para identificar jogadores depois da derrota por 1 a 0 para o Estudiantes. Os suspeitos começarão a ser ouvidos na Drade e respondem pelo crime de promoção de tumulto, previsto na Lei Geral do Esporte.
Marco Aurélio Cunha, médico e ex-dirigente do São Paulo, concede entrevista exclusiva ao UOL sobre o assalto sofrido em agosto, quando reagiu a uma roubo da 'gangue quebra-vidro' e sofreu graves lesões ao cair na estação Clínicas. Ele relata o processo de recuperação, admite que temeu pela própria vida e comenta a prisão dos dois suspeitos pela Polícia Civil. O ex-dirigente critica a legislação brasileira por classificar o crime como furto e diz que, racionalmente, não repetiria a reação.
A Polícia Civil de São Paulo avançou na investigação sobre desvio de dinheiro dos cofres do Juventus-SP e descobriu um 'contrato de silêncio' assinado entre o presidente do Conselho, Carlos Eduardo Pedroso, e o advogado Guilherme Rodrigues, que antes havia denunciado ilegalidades na gestão. O esquema envolveria valores milionários desviados por meio de honorários advocatícios, além de acordos ligados à venda da SAF e à exploração de espaços do clube. Os dirigentes e advogados apontados negam as acusações.
O Ministério Público de São Paulo decidiu continuar a investigação sobre o suposto furto de materiais esportivos da Nike destinados ao Corinthians, mesmo com a Polícia Civil concluindo o inquérito sem apontar suspeitos ou provas suficientes de crime. O MP entende que o relatório da polícia é descritivo e não conclusivo, solicitando novas diligências antes de uma decisão final.
Por Bruno Giufrida e Ulisses Lopreste em 2026-05-08
A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar possível falsidade ideológica cometida por Olten Ayres, presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo. A investigação visa apurar se um documento assinado por membros do Conselho Consultivo foi entregue pronto para assinatura por Ayres, sem discussão prévia do colegiado. O caso foi encaminhado às autoridades após um relatório da Comissão de Ética do clube apontar discrepâncias entre o documento e a realidade dos fatos.
O ex-jogador Marcelinho Carioca acusa sua antiga advogada, Fernanda Fenerichi de Carvalho, de um golpe de aproximadamente R$ 480 mil. Segundo a denúncia, o valor referente a uma ação judicial vencida por Marcelinho foi liberado pela Justiça em 2025, mas nunca chegou à sua conta, sendo depositado na conta da advogada. A defesa da advogada alega que houve desorganização administrativa e que Marcelinho impôs condições desproporcionais para o recebimento.
A Polícia Civil do Tocantins está investigando repasses de mais de R$ 5,1 milhões da Prefeitura de Tocantinópolis ao clube de futebol Tocantinópolis Esporte Clube desde 2009. A operação apura suspeitas de desvio de recursos públicos, peculato, falsidade ideológica, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos na sede do clube, em secretarias municipais e no gabinete do prefeito.
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) requisitou informações à Polícia Civil sobre o inquérito que apura a briga generalizada no clássico entre Cruzeiro e Atlético-MG. A confusão, que envolveu diversos jogadores de ambas as equipes, extrapolou a prática desportiva e configurou, em tese, crime de rixa. A Polícia Civil já abriu inquérito e investiga o caso com base em relatos da súmula e vídeos da partida.
A Polícia Civil de Minas Gerais está investigando uma briga generalizada ocorrida no final do clássico entre Cruzeiro e Atlético-MG, válida pela final do Campeonato Mineiro. Ao todo, 23 atletas foram expulsos, e os envolvidos podem ser denunciados com base na Lei Geral do Esporte.
O Ministério Público e a Polícia Civil instauraram um novo inquérito para investigar supostos atos de corrupção no departamento social do São Paulo. O ex-diretor social do clube, conhecido como Dedé, é o principal alvo, suspeito de oferecer vantagens indevidas. As denúncias levaram ao impeachment e posterior renúncia do presidente Julio Casares, com uma consultoria contratada para investigar internamente.
Uma força-tarefa do Ministério Público e da Polícia Civil abriu um novo inquérito para investigar possível corrupção privada no departamento social do São Paulo Futebol Clube. A investigação, que é a terceira do tipo no clube, tem como alvo o ex-diretor social Antonio Donizete Gonçalves, o Dedé, e apura negociações sobre concessões e taxas cobradas em nome do clube.