A Federação de Futebol da China (ACF) impôs banimento vitalício a 73 pessoas, incluindo o ex-técnico da seleção Li Tie, e puniu 13 clubes com perda de pontos na Superliga Chinesa por manipulação de resultados e corrupção. As medidas fazem parte de uma ampla campanha anticorrupção no futebol chinês.
Uma força-tarefa do Ministério Público e da Polícia Civil abriu um novo inquérito para investigar possível corrupção privada no departamento social do São Paulo Futebol Clube. A investigação, que é a terceira do tipo no clube, tem como alvo o ex-diretor social Antonio Donizete Gonçalves, o Dedé, e apura negociações sobre concessões e taxas cobradas em nome do clube.
A Associação Chinesa de Futebol (ACF) anunciou punições severas a 73 pessoas, incluindo o ex-técnico Li Tie e o ex-presidente Chen Xuyuan, por manipulação de resultados e corrupção. As sanções visam restaurar a integridade do futebol chinês, afetando diretamente 11 clubes da Superliga Chinesa (CSL) de 2026 com perda de pontos e multas.
O Ministério Público e a Polícia Civil instauraram um novo inquérito para investigar supostos atos de corrupção no departamento social do São Paulo. O ex-diretor social do clube, conhecido como Dedé, é o principal alvo, suspeito de oferecer vantagens indevidas. As denúncias levaram ao impeachment e posterior renúncia do presidente Julio Casares, com uma consultoria contratada para investigar internamente.
A Polícia Civil de São Paulo abriu um inquérito para investigar suposta corrupção no departamento social do São Paulo Futebol Clube. A investigação tem como foco António Donizete Gonçalves, o Dedé, ex-diretor social, que teria solicitado altas quantias em dinheiro para conceder benefícios. Esta é a terceira investigação envolvendo o clube nos últimos meses.
O artigo analisa o momento crítico do São Paulo em 2026, indicando que a principal luta do clube será contra o rebaixamento, tanto no Campeonato Paulista quanto no Brasileirão. A instabilidade interna, marcada por escândalos de corrupção e renúncias de dirigentes, é apontada como o principal fator para essa iminente ameaça, mais do que o desempenho em campo.
O artigo discute o afastamento de Julio Casares da presidência do São Paulo, comparando a situação com o impeachment de Carlos Miguel Aidar em 2015. O autor ressalta a crise administrativa e financeira do clube, com denúncias de corrupção, e aponta semelhanças com problemas em outros clubes, como o Corinthians, sugerindo que mais imbróglios similares podem surgir em outras agremiações.
O Conselho Deliberativo do São Paulo afastou o presidente Julio Casares por suspeitas graves de corrupção, marcando a maior crise institucional do clube desde sua refundação. O afastamento, que pode levar ao primeiro impeachment de um dirigente na história são-paulina, demonstra uma mudança no perfil do clube, que antes resolvia suas crises internamente.
O colunista Juca Kfouri compara a propaganda de sabão em pó que prometia lavar mais branco com o futebol atual, sugerindo que o esporte se tornou um meio para lavar dinheiro e encobrir corrupção. Ele menciona investigações policiais envolvendo grandes clubes paulistas como Corinthians e São Paulo, além de casos no Inter e Atlético Mineiro, indicando a prevalência de corrupção nas entidades esportivas.
O artigo discute o crescente rigor na fiscalização da gestão financeira e administrativa de clubes de futebol no Brasil. A gestão amadora e personalista está sendo substituída por exigências de transparência e conformidade, impulsionadas por novas legislações e pela atuação de órgãos de controle.
O comentarista Renan Teixeira critica veementemente a administração de Julio Casares no São Paulo, referindo-se ao clube como "São Paulo Corrupção Clube". Teixeira argumenta que os problemas de bastidores, incluindo questões financeiras e de gestão, afetam o desempenho do time em campo e defende a renúncia do presidente.
O artigo de Juca Kfouri critica o modelo associativo de clubes de futebol brasileiros, citando as crises no São Paulo e Corinthians como exemplos da corrupção e amadorismo na gestão. O autor sugere as SAFs como alternativa, embora ressalte que não são uma garantia contra a corrupção, e defende a intervenção judicial para o Corinthians.
O Ministério Público de São Paulo solicitou a abertura de um inquérito policial para investigar a venda ilegal de um camarote no estádio Morumbis. Um áudio revelou um esquema envolvendo diretores do clube para exploração clandestina do espaço, caracterizando crimes de corrupção privada no esporte e coação no curso do processo.
A Lei Geral do Esporte, em vigor desde junho de 2023, tipificou a corrupção privada no esporte como crime no Brasil, com pena de 2 a 4 anos de reclusão e multa. Antes, a legislação penal brasileira punia apenas a corrupção envolvendo agentes públicos, deixando lacunas para casos entre particulares no setor esportivo. A nova lei busca coibir subornos e favorecimentos ilícitos, alinhando o Brasil a práticas internacionais e promovendo maior integridade e transparência na gestão esportiva.