O São Paulo FC está sob investigação policial e do Ministério Público em três inquéritos distintos que apuram possíveis irregularidades cometidas por dirigentes do clube. As investigações focam em lavagem de dinheiro, exploração clandestina de camarote no Morumbi e corrupção no departamento social. O clube se posiciona como vítima nas apurações.
A Polícia Civil de São Paulo abriu um inquérito para investigar suposta corrupção no departamento social do São Paulo Futebol Clube. A investigação tem como foco António Donizete Gonçalves, o Dedé, ex-diretor social, que teria solicitado altas quantias em dinheiro para conceder benefícios. Esta é a terceira investigação envolvendo o clube nos últimos meses.
O São Paulo anunciou a contratação da FTI Consulting e do escritório Machado Meyer Advogados para conduzir uma investigação independente sobre denúncias de quebra de integridade. A iniciativa visa reforçar o compromisso do clube com transparência e aprimoramento dos controles internos.
O São Paulo anunciou a contratação de uma consultoria especializada para investigar denúncias de irregularidades e quebra de integridade ligadas ao clube. A investigação visa apurar os fatos, aprimorar controles internos e as práticas de governança. As denúncias culminaram no impeachment e renúncia do ex-presidente Julio Casares.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou um pedido para trancar a investigação sobre supostos desvios de dinheiro no Corinthians, que abrange gestões de 2018 a 2025. A investigação apura o uso indevido de cartões corporativos e emissão de notas frias por ex-presidentes do clube.
Rafinha, recém-apresentado como gerente esportivo do São Paulo, confirmou ter recebido pagamentos em dinheiro vivo no clube, prática que ele define como "bicho molhado" e comum no futebol. A declaração surge em meio a uma investigação policial sobre saques de R$ 11 milhões das contas do Tricolor, com o ex-jogador minimizando seu envolvimento por não estar presente na época dos fatos.
Um homem de 37 anos morreu após ser atropelado por um caminhão da Polícia Militar em frente à Neo Química Arena, estádio do Corinthians. As circunstâncias do caso estão sendo investigadas pelas autoridades, que registraram o incidente como "homicídio culposo".
A Polícia Civil do Paraná indiciou um torcedor do Athletico suspeito de cometer ato de racismo durante o clássico contra o Coritiba. O caso, investigado após vídeos viralizarem, aponta possíveis injúrias raciais na Arena da Baixada, e mais dois suspeitos serão ouvidos.
Rita de Cassia Adriana Prado, pivô de denúncias de camarotes clandestinos no São Paulo, retirou ação contra Carolina Cassemiro após pressão de ex-dirigentes do clube. A gravação da conversa, onde Douglas Schwartzmann e Mara Casares pressionam pela retirada, levou à abertura de um inquérito policial e investigações do Ministério Público sobre coação e desvios de dinheiro.
Muricy Ramalho pediu demissão do cargo de coordenador de futebol do São Paulo após cinco anos, alegando não ter mais condições de trabalhar devido a problemas de saúde. O nome de Rafinha agrada nos bastidores para substituí-lo, mas ainda não há conversas formais. O clube também lida com outras mudanças administrativas e uma investigação sobre a comercialização indevida de um camarote no Morumbis.
O FBI iniciou uma investigação sobre a morte de Jim Irsay, proprietário do Indianapolis Colts, que faleceu em maio. A investigação se concentra em um médico que teria fornecido opioides e cetamina a Irsay, que lutava contra a dependência química. O clube está ciente da apuração e aguarda contato das autoridades.
Um ex-atleta olímpico canadense de snowboard, Ryan Wedding, foi preso na Cidade do México após anos figurando na lista dos 10 mais procurados pelo FBI. Ele é acusado de liderar uma operação transnacional de tráfico de drogas e de ordenar assassinatos, incluindo o de uma testemunha federal.
A Polícia Civil de São Paulo realizou uma operação e encontrou anotações que indicam a existência de um esquema de exploração ilegal de um camarote no estádio Morumbis, pertencente ao São Paulo. As investigações apontam para o envolvimento de diretores do clube e ex-dirigentes em uma trama de desvio de camarotes para shows.
O Conselho Fiscal do São Paulo solicitou acesso às faturas de cartão corporativo utilizadas pelo ex-presidente Julio Casares. O pedido visa verificar se os gastos foram realizados conforme as normas do clube. Casares renunciou após ter seu impeachment aprovado e está sendo investigado pela Polícia Civil por outras questões.
O San Francisco 49ers está investigando uma teoria incomum que sugere que a localização de seu estádio, o Levi's Stadium, pode ser a causa de um alto número de lesões entre os jogadores. A hipótese, que ganhou força nas redes sociais, aponta a proximidade com uma subestação elétrica como possível fator de enfraquecimento de tecidos, apesar de cientistas já terem refutado a ideia.
Um promotor declarou que o estádio Morumbis foi transformado em uma 'máquina de caça-níqueis' devido a um esquema de venda ilegal de camarotes. A investigação, que envolve dirigentes e ex-membros da diretoria do São Paulo, aponta para um esquema maior e mais antigo do que o inicialmente previsto. A Polícia Civil realizou buscas e apreensões em endereços ligados aos investigados.
A Polícia Civil de São Paulo realizou uma operação na manhã desta quarta-feira (21) para investigar a venda ilegal de camarotes no estádio do Morumbis. A ação cumpre quatro mandados de busca e apreensão, com alvos que incluem ex-esposa de um diretor e um diretor adjunto do São Paulo.
A Polícia Civil de São Paulo realizou uma operação contra suspeitos de venda ilegal de camarotes no estádio do São Paulo, o Morumbis. A investigação apura crimes como coação, associação criminosa e corrupção privada no esporte, com mandados de busca e apreensão cumpridos contra ex-diretores e familiares do presidente afastado do clube.
Julio Casares renunciou à presidência do São Paulo Futebol Clube, alegando preocupações com sua saúde e família, além de um ambiente de conflitos internos. Sua saída ocorre poucos dias após a aprovação de seu impeachment pelo Conselho Deliberativo do clube, em meio a investigações policiais sobre supostos esquemas de venda de ingressos e desvio de dinheiro.
A Polícia Civil do Paraná abriu investigação para apurar três possíveis casos de racismo ocorridos durante o clássico 'Athletiba' entre Athletico e Coritiba. O Athletico Paranaense identificou os suspeitos e afirmou que eles não são sócios do clube, reforçando o compromisso contra o preconceito.