O São Paulo enfrenta uma crise política após a renúncia do presidente Julio Casares, 11 anos após um episódio similar com Carlos Miguel Aidar. A renúncia ocorre em meio a investigações de venda ilegal de ingressos, desvio de dinheiro na negociação de atletas e recebimento de valores em espécie pelo ex-presidente.
O novo presidente do São Paulo, Harrys Massis, iniciou uma 'limpeza' no clube após a renúncia de Julio Casares. Massis articulou a saída de diretores e o CEO, Márcio Carlo Magno, com o objetivo de afastar nomes envolvidos em escândalos e investigações. As mudanças visam restaurar a paz nos bastidores e a credibilidade da gestão.
Julio Casares renunciou ao cargo de presidente do São Paulo, 11 meses antes do fim de seu mandato, após a aprovação do processo de impeachment pelo Conselho Deliberativo. Harry Massis Júnior, vice-presidente, assume interinamente enquanto decisões sobre cortes e novos rumos são tomadas.
Julio Casares renunciou à presidência do São Paulo Futebol Clube, alegando preocupações com sua saúde e família, além de um ambiente de conflitos internos. Sua saída ocorre poucos dias após a aprovação de seu impeachment pelo Conselho Deliberativo do clube, em meio a investigações policiais sobre supostos esquemas de venda de ingressos e desvio de dinheiro.
Julio Casares renunciou ao cargo de presidente afastado do São Paulo após ser alvo de denúncias de desvio de dinheiro e gestão temerária. A renúncia ocorre para preservar sua saúde, proteger a família e evitar que disputas políticas prejudiquem o clube. O vice-presidente interino, Harry Massis Júnior, assume o cargo.
Julio Casares renunciou ao cargo de presidente do São Paulo após perder votação no Conselho Deliberativo sobre impeachment. A decisão foi oficializada antes da assembleia de sócios, evitando a confirmação do processo. O vice Harry Massis Junior assume a presidência até o fim do mandato. A carta de renúncia de Casares aponta para "articulações de bastidores" e "distorções deliberadas", além de ataques à sua família, mas reitera que não praticou irregularidades.
O São Paulo divulgou sua escalação para enfrentar a Portuguesa pelo Campeonato Paulista, com o retorno de Calleri como titular e a zaga formada por Rafael Tolói e Dória. A partida ocorrerá no Morumbi e marca a estreia da dupla de zagueiros na temporada. O jogo acontece após a renúncia do presidente Julio Casares.
Julio Casares renunciou à presidência do São Paulo após ser afastado pelo Conselho Deliberativo, negando irregularidades e citando traições e ameaças à sua família. Em carta, ele afirmou que a renúncia não é confissão de culpa, mas uma medida para preservar sua saúde e proteger seus entes queridos.
A renúncia do presidente Julio Casares não resolve a crise de instabilidade no São Paulo, segundo a colunista Milly Lacombe. Ela aponta que o técnico Hernán Crespo enfrentará o desafio de blindar o time diante da pressão política e investigações internas que continuarão a gerar barulho.
O São Paulo foi surpreendido e derrotado pela Portuguesa por 3 a 2 no Morumbis, em uma noite marcada pela renúncia do presidente Julio Casares e problemas na entrada do estádio. Calleri retornou marcando os dois gols do Tricolor, mas não evitou a derrota.
O artigo de Milton Neves analisa a profunda crise que assola o São Paulo Futebol Clube, tanto nos bastidores políticos quanto em campo. A renúncia do presidente Julio Casares e a derrota vexatória para a Portuguesa evidenciam a turbulência interna, que reflete em uma atuação desorganizada e nervosa da equipe.
O presidente interino do São Paulo, Harry Massis Júnior, reuniu-se com o elenco para abordar o delicado momento político do clube. Casares, o ex-presidente, avalia a renúncia para evitar sanções mais severas.
Julio Casares, presidente do São Paulo, deve renunciar ao cargo nas próximas horas, segundo aliados. A decisão visa resguardar seus direitos políticos, já que o impeachment pode impedi-lo de exercer cargos no clube por dez anos. O Conselho Deliberativo aprovou o andamento da destituição com 188 votos a favor.
As principais torcidas organizadas do São Paulo FC, Torcida Independente e Dragões da Real, anunciaram o rompimento do apoio ao presidente Julio Casares, pedindo publicamente sua renúncia. A insatisfação, que se estende desde o fim de 2025, tem se manifestado em cânticos hostis e deve culminar em novos protestos no Morumbis. Aliados aconselham Casares a renunciar, mas ele se mantém no poder e enfrentará votação para destituição.
Um conselheiro do São Paulo, Edson Lapolla, criticou veementemente a gestão do presidente Júlio Casares, chamando o clube de 'ditadura' e prevendo a renúncia de Casares. Lapolla aponta problemas desde 2015, com denúncias de aparelhamento e contratos questionáveis, e defende mudanças estatutárias para o futuro do clube.
Aliados de Julio Casares, presidente do São Paulo, sugerem sua renúncia antes da votação de impeachment marcada para sexta-feira. O processo de impeachment visa afastar Casares do cargo devido a investigações e denúncias de irregularidades, incluindo a exploração clandestina de um camarote e movimentações financeiras suspeitas. Caso renuncie, o vice Harry Massis Junior assumiria o posto.
O São Paulo se prepara para um possível impeachment de seu atual presidente, Julio Casares, em votação marcada para sexta-feira, dia 16. Caso seja destituído, ele será o primeiro presidente do clube a passar por essa situação, que se soma a 10 renúncias anteriores ao longo da história tricolor.
A oposição ao atual presidente do São Paulo, Julio Casares, está pessimista quanto à viabilidade de um impeachment. Em vez de buscar o afastamento formal, o grupo pretende pressionar Casares por uma renúncia ao cargo. A votação para impeachment está marcada para o dia 14 de janeiro, e a oposição não acredita ter os votos necessários para aprovação.
O presidente do São Paulo Futebol Clube, Julio Casares, convocou uma reunião de emergência após ser notificado de uma reportagem do UOL sobre uma investigação policial envolvendo seu nome. Relatórios do Coaf apontam depósitos em dinheiro em sua conta, levando a conselhos de renúncia, mas Casares decidiu permanecer no cargo por ora, alegando inocência e buscando provar a origem lícita dos recursos.
O comentarista Arnaldo Ribeiro avalia que a renúncia do presidente do São Paulo, Julio Casares, é uma saída provável após denúncias de investigação policial. A situação é comparada a casos anteriores de ex-presidentes do clube, sugerindo que a renúncia pode ocorrer como um movimento para sair de cena enquanto as defesas em outras esferas são feitas.