A Polícia Civil de São Paulo realizou uma operação de busca e apreensão relacionada a um esquema de venda ilegal de camarotes no estádio do Morumbi, com envolvimento de diretores do São Paulo. A investigação apura o envolvimento de Douglas Schwartzmann, diretor de futebol de base, Mara Casares, ex-esposa do presidente afastado Julio Casares, e Rita Adriana. A operação resultou na apreensão de dinheiro, documentos e uma CPU.
A colunista Fabíola Andrade sugere que o São Paulo teria uma oportunidade favorável para enfrentar o Palmeiras neste momento. A análise considera a recente vitória do São Paulo, a instabilidade em sua presidência e a inesperada derrota do Palmeiras em um jogo anterior.
O superintendente geral do São Paulo, Marcio Carlomagno, deixará o cargo após acordo com a nova presidência do clube. Sua saída ocorre logo após a renúncia de Julio Casares, presidente anterior. Carlomagno estava envolvido em um esquema de venda ilegal de ingressos de um camarote no Morumbis, embora negue envolvimento financeiro.
Márcio Carlomagno deixará o cargo de superintendente geral do São Paulo ao final de janeiro, em comum acordo após conversa com o presidente interino Harry Massis Júnior. A saída ocorre em meio a uma transição política e administrativa no clube, após a renúncia de Julio Casares.
O São Paulo deu o 'ok' final para a venda do meia Rodriguinho ao Red Bull Bragantino. A operação está avaliada em cerca de 3 milhões de dólares e aguarda a finalização dos trâmites burocráticos para ser oficializada. A negociação estava em estágio avançado, mas foi impactada pelo processo de impeachment de Julio Casares.
O São Paulo foi recomendado a revisar contratos assinados por ex-diretores acusados de irregularidades na venda de camarotes no Morumbi. Uma sindicância interna confirmou a comercialização indevida do espaço, levando ao afastamento dos envolvidos e à recomendação de punição máxima. O caso gerou um processo de impeachment contra o presidente do clube.
O São Paulo se prepara para um possível impeachment de seu atual presidente, Julio Casares, em votação marcada para sexta-feira, dia 16. Caso seja destituído, ele será o primeiro presidente do clube a passar por essa situação, que se soma a 10 renúncias anteriores ao longo da história tricolor.
A justiça concedeu uma liminar para que a reunião de impeachment do presidente do São Paulo, Julio Casares, seja híbrida. Conselheiros poderão votar presencialmente ou virtualmente para decidir sobre a destituição do dirigente. A decisão também definiu que são necessários 171 votos para o impeachment.
A Polícia Civil de São Paulo abriu investigação sobre um suposto esquema ilegal de venda de ingressos de um camarote no estádio Morumbis, pertencente ao São Paulo Futebol Clube. O Ministério Público solicitou o inquérito, que corre sob segredo de Justiça, enquanto o clube também conduz apurações internas.
A matéria analisa a denúncia de venda ilegal de um camarote no Morumbis, envolvendo a ex-esposa do presidente do São Paulo, Julio Casares, e um diretor de futebol de base. Pedro Lopes, no Canal UOL, considera a situação grave e aponta uma crise política no clube, com a oposição articulando um pedido de impeachment.
O São Paulo promoveu Marcos Biasotto, atual diretor-executivo das categorias de base, para o departamento de futebol a partir de 2026. Biasotto, que está no clube desde 2021, cuidará de processos internos e se ligará ao elenco, trabalhando sob o comando de Rui Costa e Muricy Ramalho. Essa movimentação ocorre após a saída de Carlos Belmonte e outros adjuntos do departamento de futebol.
O artigo discute a crise no departamento médico do São Paulo, que registrou 49 lesões em 2025. O foco está na necessidade de coesão e solução para o problema, em vez de envolver-se em disputas internas e 'guerra do Monjauro'.
O São Paulo entrou com uma ação judicial contra a Blue Saúde, ex-patrocinadora, cobrando uma dívida de R$ 6,2 milhões. A empresa estampou sua marca no uniforme do clube de meados de 2024 até o fim do mesmo ano. O Tricolor alega que a Blue Saúde deixou de efetuar pagamentos em maio deste ano, e apesar de negociações, um acordo não foi concretizado.
O São Paulo definiu sua estratégia para a próxima janela de transferências, priorizando cautela no orçamento e a busca por reforços mais jovens. O clube busca operar com operações gratuitas e evitar contratações de alto custo, visando também a geração de receitas futuras com atletas promissores, em meio a uma crise financeira.