O Tribunal de Justiça de São Paulo rejeitou a denúncia do Ministério Público contra Osmar Stábile, presidente do Corinthians, acusado de apropriação indébita na contratação da empresa Bear Security. A juíza concluiu que a acusação não reuniu elementos mínimos do crime e que a contratação seguiu os mecanismos internos do clube. Paralelamente, a Comissão de Ética do Corinthians avançou em procedimento que pode levar ao impeachment do dirigente.
A defesa do ex-presidente do São Paulo, Julio Casares, entrou com Habeas Corpus no STJ pedindo a suspensão do inquérito que apura saques de R$ 11 milhões nas contas do clube e depósitos de R$ 1,5 milhão nas contas do dirigente. O pedido liminar foi negado pelo ministro Reynaldo Soares da Fonseca, que não viu irregularidade na atuação da força-tarefa do Ministério Público. Casares, que renunciou ao cargo e foi expulso do quadro associativo após as denúncias, responde a três inquéritos.
A Comissão de Ética e Disciplina do Corinthians avançou com o procedimento administrativo que apura irregularidades na contratação das empresas de segurança Bear Security e Mega Assessoria durante a gestão de Osmar Stabile. O rito foi alterado para o previsto no Estatuto Social para casos de impeachment, com prazo de 10 dias para defesa do presidente. A decisão não significa condenação ou afastamento imediato, mas pode resultar na destituição do dirigente.
A Comissão de Ética do Corinthians converteu o processo administrativo que apura a contratação da empresa Bear Security em rito de destituição contra o presidente Osmar Stabile. O caso envolve alegações de uso de recursos do clube para custear segurança privada em benefício particular do dirigente, sem a autorização da Polícia Federal. Stabile também foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo por apropriação indébita continuada, com pedido de ressarcimento superior a R$ 1,2 milhão.
O Corinthians utilizou recursos do fundo de investimento imobiliário ligado à Neo Química Arena para quitar parcelas atrasadas de um acordo de dívida previdenciária com o Governo Federal. Foram pagas as parcelas de junho a setembro, somando cerca de R$ 8 milhões, após resistência interna no clube. O time ainda precisa regularizar parcelas atrasadas de outro acordo tributário com o governo.
O ex-presidente do São Paulo, Julio Casares, processa a Meta (dona do Instagram e Facebook) pedindo indenização por danos morais após perder seguidores e ter sua conta desativada, aparentemente por denúncias falsas coordenadas por terceiros. Casares já havia obtido liminar para reestabelecer a conta, mas agora busca condenação judicial. Além disso, ele mantém ação contra o próprio São Paulo tentando anular sua expulsão do quadro associativo sob acusação de gestão temerária.
O Corinthians demitiu Marcelo Munhoes, diretor de tecnologia do clube, por decisão do presidente Osmar Stabile. O motivo do desligamento está relacionado ao apoio de Munhoes à candidatura de Rozallah Santoro nas eleições do clube. O artigo também detalha o contexto eleitoral, com cinco chapas oficializadas e eleição prevista para 28 de novembro.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, anunciou que não será candidato à presidência do clube na próxima eleição, priorizando a reestruturação financeira e a negociação em andamento com a Caixa Econômica Federal. O empresário André Negão também desistiu de disputar o pleito, ficando confirmadas as candidaturas de Rozallah Santoro, André Castro, Sérgio Janikian, Ilmar Schiavenato e José Augusto Mendes. O cenário eleitoral ocorre após o impeachment de Augusto Melo em 2025, que levou Stabile ao cargo.
Osmar Stabile, presidente interino do Corinthians, anunciou que não será candidato à presidência do clube na próxima eleição, priorizando a conclusão do mandato e a reorganização financeira, incluindo a negociação com a Caixa Econômica Federal. Ele argumenta que uma candidatura poderia comprometer a estabilidade política necessária ao clube. Com sua desistência, a disputa eleitoral segue com cinco nomes: André Castro, Ilmar Schiavennato, José Augusto Mendes, Rozzallah Santoro e Sergio Janikian.
O artigo aborda os bastidores políticos da eleição presidencial do Corinthians, prevista para 28 de novembro. Um grupo ligado à chapa 'Tradição Corinthiana' tenta convencer o conselheiro Wagnão a disputar o pleito, mas apurações indicam que ele deve recusar o convite. O texto também lista os cinco pré-candidatos já confirmados e detalha os trajetórios políticos de cada um no clube.
Cinco pré-candidatos já confirmaram suas candidaturas à presidência do Corinthians, com eleição marcada para 28 de novembro no Parque São Jorge. O artigo apresenta os perfis de Sérgio Janikian, André Negão, Rozallah Santoro, André Castro e José Augusto Mendes, além de citar a possível candidatura de Miriam Athiê e a busca de reeleição de Osmar Stabile. O pleito pode ser impactado por um inquérito do Ministério Público de São Paulo que apura possível intervenção judicial no clube.
Julio Casares, ex-presidente do São Paulo, acionou a Justiça contra o clube pedindo apresentação de documentos financeiros, perícia judicial e homologação das aprovações de contas do mandato entre 2021 e 2024. Ele nega acusações de gestão temerária e desvio de valores, alegando que os saques em dinheiro vivo eram destinados a pagamento de bichos e premiações organizados pela diretoria financeira. Casares, que sofreu processo de impeachment, renunciou ao cargo e foi expulso do quadro social, afirma ser vítima de uma articulação política.
Um grupo de conselheiros e associados do Corinthians protocolou um novo pedido de impeachment contra o presidente Osmar Stabile. As acusações envolvem supostas irregularidades em contratações de empresas de segurança e controle de acesso, como a Mega Assessoria Operacional e a Bear Security Ltda., que teriam prestado serviços sem contrato formal e com possíveis conflitos de interesse.
O ex-presidente do Corinthians, Augusto Melo, foi expulso do quadro de associados do clube por decisão do Conselho Deliberativo. A expulsão ocorreu após uma votação onde 147 conselheiros votaram a favor da medida, que se deve à tentativa de retomar o poder após ter sofrido impeachment no ano anterior. Augusto Melo enfrentava acusações de irregularidades em contratos e responde a processos criminais.
O artigo analisa o fim do mandato de Augusto Melo como presidente do Corinthians, comparando-o com a saída de Andrés Sanchez e a renúncia de Duílio Monteiro Alves. O autor detalha as razões da expulsão de Melo, incluindo a denúncia sobre o contrato com a VaideBet e suas supostas ligações com o PCC, caracterizando seu mandato como 'calamitoso e corrupto'.
A oposição do São Paulo, representada pelo grupo STP (Salve o Tricolor Paulista), está articulando um pedido de impeachment contra o atual presidente do clube, Harry Massis Júnior. As alegações centrais giram em torno de gestão temerária e continuidade de práticas da gestão anterior, liderada por Julio Casares.
Um grupo de sócios e conselheiros do Corinthians protocolou um pedido de impeachment contra o presidente Osmar Stabile, alegando violações estatutárias e legais. As principais acusações envolvem o acordo do clube com a PGFN para regularizar uma dívida de R$ 1,2 bilhão, onde o Parque São Jorge teria sido usado como garantia. O pedido também questiona a falta de transparência, o descumprimento de requerimentos administrativos e a existência de funcionários fantasmas no clube.
Sócios e conselheiros do Corinthians protocolaram um pedido de impeachment contra o presidente Osmar Stabile no Conselho Deliberativo. As acusações incluem supostas violações ao Estatuto Social e à legislação, com foco no uso do Parque São Jorge como garantia em acordo para equacionar uma dívida bilionária.
Uma auditoria interna no Corinthians identificou um rombo financeiro de R$ 294 mil em seu balanço referente ao ano de 2025. O valor, não conciliado no caixa físico do clube, refere-se ao período entre janeiro e julho de 2025, época de instabilidade política na diretoria. O clube informou que medidas administrativas e judiciais serão tomadas para apurar o caso e que buscará validação de auditoria independente.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, protocolou um pedido de impeachment contra Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do clube. A ação surge após um embate verbal entre os dois dirigentes sobre a contratação de seguranças envolvidos em um episódio de invasão ao clube em 2025. Ambos trocam acusações e alegam ter provas para sustentar suas versões.