O Corinthians utilizou recursos do fundo de investimento imobiliário ligado à Neo Química Arena para quitar parcelas atrasadas de um acordo de dívida previdenciária com o Governo Federal. Foram pagas as parcelas de junho a setembro, somando cerca de R$ 8 milhões, após resistência interna no clube. O time ainda precisa regularizar parcelas atrasadas de outro acordo tributário com o governo.
Relatório mostra que as dívidas e compromissos do Corinthians superaram em R$ 1,053 bilhão o valor de bens e direitos do clube em julho de 2026, configurando patrimônio líquido negativo. O quadro piorou R$ 279,6 milhões em relação a dezembro de 2025, quando o 'passivo a descoberto' era de R$ 774,2 milhões. Auditoria externa havia alertado sobre dúvidas quanto à continuidade financeira do clube.