Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-10-28
O Ministério Público de São Paulo reiterou pedidos para que o Corinthians comprove cerca de R$ 60 milhões em desembolsos questionados no RCE e esclareça os calotes nos pagamentos da CNRD. O clube corre o risco de perder o plano de pagamento aprovado pela Justiça caso não regularize em 15 dias os rateios atrasados de julho e agosto, que somam R$ 10,1 milhões. Em nota oficial, o Corinthians afirmou que trata os pontos de forma técnica e responsável.
O Corinthians aguarda o envio da proposta oficial da Caixa Econômica Federal para avançar no acordo de naming rights da Neo Química Arena e quitar a dívida do estádio. Segundo o comentarista Samir Carvalho, a documentação e os termos de um contrato de 15 anos, avaliado em R$ 640 milhões, já estão alinhados, mas faltam aprovações do CORI e do Conselho Deliberativo. O clube também espera a mediação do presidente Lula para a assinatura do acordo.
Por Iúri Medeiros, Guilherme Abrahão em 2026-10-25
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, negou atrito com o elenco após reportagens sobre três meses de atraso no pagamento de direitos de imagem. Em declarações após a derrota por 3 a 2 para o Vasco, em São Januário, ele também explicou a saída do executivo Marcelo Paz e detalhou as dificuldades financeiras do clube. Com o resultado, o Corinthians caiu para a 17ª posição e entrou na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.
Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-10-21
O Ministério Público de São Paulo deu 15 dias de prazo para o Corinthians regularizar pagamentos atrasados no Regime Centralizado de Execuções (RCE), sob risco de perder o plano que suspende centenas de execuções judiciais. O MP exige explicações sobre o 'sumiço' de mais de R$ 10 milhões em rateios não pagos, um pagamento de R$ 26 milhões atribuído à Caixa e contratos com a Nike. Diversos credores já haviam denunciado irregularidades nos pagamentos do clube.
O Corinthians atrasou o terceiro mês consecutivo de pagamentos de direitos de imagem aos jogadores, referente a setembro, elevando a dívida para cerca de R$ 30 milhões. O clube afirma que trabalha para resolver o problema e assinou um acordo de confidencialidade com a Caixa Econômica Federal para buscar alternativas de pagamento da Neo Química Arena. A situação se agrava após empate por 1 a 1 com o Vitória, enquanto o time luta contra o rebaixamento no Brasileirão.
O Corinthians e a Caixa Econômica Federal assinaram um termo de confidencialidade para avançar nas negociações sobre a dívida da Neo Química Arena. O documento não representa perdão da dívida nem acordo definitivo, apenas permite troca de informações sob sigilo. O banco suspendeu temporariamente um depósito de cerca de R$ 30 milhões ligado ao fundo de reserva do financiamento.
Resumo do dia no Corinthians combina a chegada de Clarence Seedorf e seus primeiros ajustes no elenco com a estreia oficial pendente por burocracia, enquanto Léo Porto comanda o time contra o Vitória. A matéria aborda a crise de oito derrotas seguidas, o acordo com a Caixa sobre a dívida da Neo Química Arena e o clima de eleição presidencial no clube. Destaca ainda o início da campanha do Corinthians na Libertadores Feminina e a reestruturação financeira da base.
Por Luciano Borges e João Felippe França em 2026-10-16
Corinthians e Caixa Econômica Federal avançam em negociações para quitar a dívida de cerca de R$ 660 milhões da Neo Química Arena, com assinatura de termo de confidencialidade. O acordo, descrito como 'solução inovadora e definitiva', contou com participação do ministro Guilherme Boulos e discute alternativas como a Caixa assumir os naming rights do estádio. A expectativa é de conclusão das tratativas em duas ou três semanas.
O Corinthians encerrou o período de inscrições para a eleição presidencial do clube, com cinco chapas oficializadas para a disputa em 28 de novembro. Os candidatos são José Augusto Cardoso Mendes, Ilmar Schiavenato, Sérgio Janikian, André Castro e Rozallah Santoro. O atual presidente Osmar Stabile anunciou que não disputará a reeleição e citou a reorganização financeira do clube entre os motivos.
O Corinthians feminino estreou na Libertadores Feminina com vitória por 2 a 0 sobre o Colo-Colo, em Quito, com gols de Vic Albuquerque e Jaque Ribeiro. No masculino, a crise persiste: Seedorf não tem registro no BID e não estreia contra o Vitória, Raniele operou o menisco e torcidas organizadas cobraram o afastamento de Memphis Depay e a saída de Marcelo Paz. Na esfera institucional e financeira, clube e Caixa negociam a dívida da Neo Química Arena, o Ministério Público pediu a prisão preventiva de Armando Mendonça e a candidatura de Sérgio Janikian à presidência foi contestada.
Osmar Stabile, presidente interino do Corinthians, anunciou que não será candidato à presidência do clube na próxima eleição, priorizando a conclusão do mandato e a reorganização financeira, incluindo a negociação com a Caixa Econômica Federal. Ele argumenta que uma candidatura poderia comprometer a estabilidade política necessária ao clube. Com sua desistência, a disputa eleitoral segue com cinco nomes: André Castro, Ilmar Schiavennato, José Augusto Mendes, Rozzallah Santoro e Sergio Janikian.
O artigo aborda a crise no Corinthians, cobrindo a situação financeira do clube, as dívidas tributárias e trabalhistas, o processo de intervenção judicial e as negociações com a Caixa Econômica Federal sobre a dívida da Neo Química Arena. Também destaca o desgaste na relação entre o presidente Stabile e o elenco, ampliado pelas declarações públicas do zagueiro Gabriel Paulista após a partida contra o Palmeiras. A expectativa interna é de que um acordo com a Caixa possa ser fechado nos próximos dias.
O Corinthians avalia internamente a possibilidade de vender o Parque São Jorge, avaliado em R$ 602 milhões, para quitar parte da dívida de cerca de R$ 630 milhões da Neo Química Arena com a Caixa, após sugestão informal do presidente Lula. A reportagem aponta que a operação enfrenta obstáculos jurídicos, como o acordo de transação tributária com a Fazenda Nacional que mantém o imóvel como garantia, além de exigências estatutárias de aprovação pelo Conselho Deliberativo e pelos sócios.
O Corinthians acertou o pagamento da folha salarial referente à CLT do elenco, um dia após o vencimento, após conseguir liberar parte de R$ 27 milhões retidos em conta da Caixa Econômica Federal. Valores de férias, premiações e dois meses de direitos de imagem ainda permanecem em aberto, com expectativa de regularização nos próximos dias. A matéria contextualiza a grave crise financeira do clube, com déficit de R$ 278,7 milhões e endividamento de R$ 2,86 bilhões.
O Corinthians quitou os salários atrasados de jogadores e funcionários referentes a setembro após a Caixa Econômica Federal liberar R$ 13 milhões que estavam bloqueados devido à dívida da Neo Química Arena. O valor faz parte de um acordo de R$ 27 milhões, e o restante ainda não tem data definida para devolução. A matéria também detalha as graves pendências financeiras do clube, incluindo quatro transfer bans da Fifa e dívidas com Philadelphia Union, CBF e Midtjylland.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, assinou acordo com a Caixa Econômica Federal para liberar R$ 27 milhões retidos em conta reserva ligada ao contrato da dívida da Neo Química Arena. O clube já recebeu R$ 13,5 milhões e pretende usar o valor para quitar salários em atraso de funcionários e jogadores. A liberação é vista pela diretoria como um passo importante na negociação da dívida de R$ 630 milhões com o banco.
O Corinthians fechou um acordo com a Caixa Econômica Federal que prevê o desbloqueio de R$ 27 milhões para pagar vencimentos atrasados do clube. O banco não executará as garantias enquanto a negociação da dívida da Arena estiver em curso, com anúncio formal previsto até o fim de semana. Em paralelo, avançam as conversas pelos naming rights do estádio, que podem render até R$ 70 milhões anuais ao clube.
A coluna informa que a Caixa Econômica Federal concordou em adiar uma cobrança de cerca de 30 milhões de reais ao Corinthians, sem perdoar a dívida. O pagamento será incorporado às obrigações futuras do clube, funcionando como uma 'dispensa' temporária. A medida ocorre enquanto seguem negociações sobre os naming rights do estádio e visa aliviar o combalido fluxo de caixa do Corinthians.
Por Gabriel Oliveira e Vitor Chicarolli em 2026-10-01
O Corinthians suspendeu o pagamento da terceira parcela da dívida da Neo Química Arena, com aval da Caixa Econômica Federal, enquanto negocia a quitação total do estádio. A proposta envolve oferecer os naming rights do estádio ao banco estatal, avaliados em cerca de R$ 70 milhões por temporada, além de outros ativos comerciais. A dívida está em torno de R$ 630 milhões e a negociação ocorre em meio à crise financeira do clube e ao cenário eleitoral de novembro.
O Corinthians e a Caixa Econômica Federal fecharam um acordo para suspender temporariamente o pagamento da terceira parcela do refinanciamento da Neo Química Arena. A suspensão ocorre enquanto as partes negociam a cessão dos naming rights do estádio de Itaquera. O clube possui uma dívida de aproximadamente R$ 660 milhões com o banco estatal, e a troca de nome é vista como caminho para zerar essa pendência.