O São Paulo quitou dois meses de direitos de imagem em atraso com o elenco profissional, utilizando recursos de uma parcela do acordo firmado com a Ticketmaster. Com o pagamento, o clube reduz o atraso de 2026 de três para um mês, embora permaneçam parcelas referentes às dívidas acumuladas em 2025. A regularização ocorre horas antes do clássico contra o Corinthians, válido pelo Campeonato Brasileiro, na Vila Belmiro.
O São Paulo recebeu R$ 50 milhões de adiantamento do acordo com a Ticketmaster e pretende usar o valor para quitar dois dos três meses atrasados de direitos de imagem dos jogadores antes do Majestoso contra o Corinthians. O contrato prevê adiantamento total de R$ 110 milhões, configurando empréstimo que será abatido com a renda dos jogos no Morumbis. O clássico ocorrerá na Vila Belmiro, já que o Morumbis está em recuperação após show do BTS.
O Santos voltou a acumular dois meses de direitos de imagem em atraso com o elenco profissional, referentes a setembro e outubro. A diretoria busca recursos para quitar os valores até 9 de novembro, quando vence também a folha salarial, a fim de evitar o acúmulo de pendências na reta final da temporada. O clube ainda enfrenta um transfer ban da FIFA e processos judiciais movidos por ex-atletas.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) marcou para a próxima terça-feira (3) o julgamento dos embargos de declaração na disputa judicial entre o Flamengo e o ex-jogador Denílson, movida pela empresa Best Football Ltda. A ação, avaliada em mais de R$ 20 milhões, envolve a cobrança de valores referentes a direitos de imagem do período em que o atacante defendeu o clube carioca em 2000. Denílson atuou pelo Flamengo em apenas 17 jogos, marcando quatro gols, em passagem marcada por dificuldades financeiras do Rubro-Negro.
O Santos acumulou dois meses de atraso no pagamento de direitos de imagem ao elenco profissional, com dívida estimada em R$ 16 milhões. A diretoria atribui as dificuldades financeiras à frustração de receitas decorrente de resultados esportivos abaixo do esperado, incluindo a eliminação na Copa Sul-Americana. Enquanto busca solução para os pagamentos, o time de Cuca disputa uma vaga na Copa Libertadores, ocupando a oitava colocação do Campeonato Brasileiro.
O Santos atrasou o pagamento dos direitos de imagem do elenco profissional referentes a setembro, mesmo após receber R$ 12,9 milhões pela venda de JP Chermont ao Sharjah, dos Emirados Árabes. O Coritiba, dono de 10% da taxa de vitrine da negociação, acionou a ANRESF por não ter recebido sua parte do valor. O clube santista acumula mais de R$ 46,5 milhões em cobranças judiciais, incluindo o transfer ban imposto pela FIFA.
Uma disputa judicial de mais de R$ 20 milhões entre o ex-jogador Denílson e o Flamengo, envolvendo direitos de imagem, voltará à pauta da 3ª Turma do STJ em 3 de novembro. O Flamengo vem obtendo decisões favoráveis no processo, com reconhecimento da prescrição da cobrança, e o próximo passo será a análise dos embargos de declaração. Denílson teve passagem curta pelo clube em 2000, quando chegou por empréstimo do Real Bétis e disputou 17 jogos, com quatro gols.
O São Paulo fez um acordo para pagar uma dívida de R$ 2 milhões referente a direitos de imagem não pagos do meio campista André Anderson, que defendeu o clube em 2022. O clube havia sido condenado em abril em ação movida pela empresa Data Soccer, do agente Júlio Taran, e o recurso apresentado não revertou a decisão. Anderson chegou ao Morumbis como aposta, mas sofreu com lesões e hoje defende o Pouso Alegre, da Série D.
O Corinthians quitou os salários e os direitos de imagem atrasados das jogadoras do elenco feminino, após cobrança das lideranças e da técnica Emily Lima ao presidente Osmar Stabile. Apesar disso, o clube ainda deve oito parcelas da premiação pelo título da Libertadores Feminina de 2025, além de valores referentes aos vices do Mundial de Clubes e da Supercopa do Brasil. A regularização ocorre durante a disputa da Libertadores Feminina, em que o time encara o Santa Fe pela semifinal.
Por Iúri Medeiros, Guilherme Abrahão em 2026-10-25
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, negou atrito com o elenco após reportagens sobre três meses de atraso no pagamento de direitos de imagem. Em declarações após a derrota por 3 a 2 para o Vasco, em São Januário, ele também explicou a saída do executivo Marcelo Paz e detalhou as dificuldades financeiras do clube. Com o resultado, o Corinthians caiu para a 17ª posição e entrou na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, se manifestou sobre a crise vivida pelo clube no Campeonato Brasileiro, negando desgaste na relação com o elenco. O dirigente abordou as pendências financeiras, o transfer ban e a saída do executivo Marcelo Paz, que ficou incomodado com o vazamento de seu telefone. Stabile reforçou a confiança em uma reação na luta contra o rebaixamento após a derrota para o Vasco.
O Corinthians priorizou o pagamento de dívidas com implicações diretas para o presidente Osmar Stabile, como empréstimos junto ao Banco Daycoval, nos quais ele figura como devedor solidário, e parcelas de um acordo previdenciário com a PGFN. Enquanto isso, o clube acumula atrasos com jogadores, comissão técnica, credores do RCE e outros débitos federais. O Corinthians nega que as escolhas tenham sido feitas para proteger o presidente e alega critérios técnicos e financeiros.
A Anresf divulgou painel com dados financeiros mostrando que metade dos 40 clubes das Séries A e B relataram salários atrasados até 30 de junho, conforme o regulamento de fair play financeiro. Nove clubes da Série A e onze da Série B informaram atrasos, e a agência já aplicou multas e prazos a Grêmio, Internacional e Náutico. O texto esclarece que os dados são autodeclarados e que atrasos mais recentes serão informados em 30 de novembro.
O Corinthians recebeu R$ 11,2 milhões de um fundo ligado à Neo Química Arena, mas priorizou o pagamento de outros compromissos financeiros em vez de quitar os três meses de direitos de imagem atrasados do elenco. A decisão ampliou a insatisfação dos jogadores e está relacionada à saída do executivo Marcelo Paz. O clube afirma que a escolha foi estratégica diante do contexto financeiro.
Colunista PVC analisa a crise no Corinthians, marcada pela divisão do elenco após a renovação de Memphis Depay e a saída do diretor de futebol Marcelo Paz. O texto argumenta que a saída de Paz não resolve o problema principal, que são os três meses de atrasos nos pagamentos de direitos de imagem aos jogadores. O novo técnico Clarence Seedorf estreia com o desafio de unir o grupo e vencer o Vasco em São Januário.
O Corinthians atrasou o terceiro mês consecutivo de pagamentos de direitos de imagem aos jogadores, referente a setembro, elevando a dívida para cerca de R$ 30 milhões. O clube afirma que trabalha para resolver o problema e assinou um acordo de confidencialidade com a Caixa Econômica Federal para buscar alternativas de pagamento da Neo Química Arena. A situação se agrava após empate por 1 a 1 com o Vitória, enquanto o time luta contra o rebaixamento no Brasileirão.
O Corinthians atrasou pelo terceiro mês consecutivo o pagamento dos direitos de imagem do elenco masculino, acumulando dívida estimada em R$ 30 milhões. O clube vive grave crise financeira, com déficit de R$ 278,7 milhões nos sete primeiros meses de 2026, e voltou a descumprir acordo com a CNRD ao deixar de pagar parcela de aproximadamente R$ 8 milhões. Como consequência, o Timão está impedido de registrar novos jogadores desde maio e o Cuiabá solicitou a ampliação da punição por mais seis meses.
O Corinthians não pagou a parcela de direitos de imagem do elenco masculino vencida em 20 de outubro de 2026, acumulando o terceiro mês consecutivo de atraso. A dívida em direitos de imagem chega a R$ 30 milhões, e o clube soma déficit de R$ 278,705 milhões entre janeiro e julho. A crise financeira impede o registro de novos jogadores desde maio, com três punições em vigor (transfer ban).
O São Paulo adiou para novembro o pagamento do transfer ban imposto pela FIFA, relacionado à dívida de US$ 350 mil com agentes na contratação de Giuliano Galoppo, em 2022. A prioridade do clube é regularizar os pagamentos atrasados ao elenco, incluindo salários e direitos de imagem. Este é o segundo transfer ban do clube no semestre, após quitar dívida com a Lazio em agosto.
O elenco do Atlético-GO anunciou uma 'greve' de entrevistas devido a salários atrasados, incluindo dois meses de folha salarial, direitos de imagem, FGTS, 13º e férias pendentes. O presidente Adson Batista admitiu os débitos e alegou que R$ 16 milhões em recebíveis de outros clubes estão atrasados. O clube é 6º colocado na Série B e luta pelo acesso.