O São Paulo utilizará a maior parte dos R$ 13 milhões da venda de Rodriguinho ao RB Bragantino para quitar atrasos em direitos de imagem de jogadores do elenco. A medida visa regularizar pendências financeiras com o objetivo de estabilizar a situação do clube sob a nova gestão. Paralelamente, o Tricolor aguarda R$ 1 milhão do empréstimo de Alisson ao Corinthians.
Rafinha assume como novo coordenador de futebol do São Paulo e critica o "discurso de fracassado" no clube, buscando uma nova mentalidade. Ele também se compromete a resolver atrasos salariais e de direitos de imagem para o elenco.
Ameaças de rescisão contratual por atrasos em pagamentos de direitos de imagem e FGTS levaram a diretoria do Botafogo a quitar parte das dívidas com os jogadores. A situação de Danilo, a contratação mais cara da história do clube, foi o principal gatilho para a ação. A crise financeira e o transfer ban geram insegurança no elenco.
O meia Elvis, ídolo da Ponte Preta, sinalizou em tom de despedida aos companheiros após a derrota para o Capivariano, indicando ter chegado ao limite devido à crise financeira do clube. O jogador pretende discutir uma possível saída com a diretoria, que enfrenta atrasos salariais e transfer ban.
O elenco da Ponte Preta anunciou a suspensão de suas atividades a partir de segunda-feira devido a atrasos salariais e de direitos de imagem. A paralisação ocorre por conta de dívidas que, em alguns casos, chegam a sete meses sem pagamento. Os jogadores citam a Lei Geral do Esporte para justificar a ação.
O elenco da Ponte Preta anunciou greve por falta de pagamento de salários e direitos de imagem, com atrasos que chegam a sete meses. Os jogadores citam a Lei Geral do Esporte para justificar a paralisação, que terá início em 22 de dezembro de 2025, até que as pendências financeiras sejam regularizadas pela diretoria.
O São Paulo atravessa uma profunda crise que abrange múltiplas frentes. Financeiramente, o clube acumula R$ 912 milhões em dívidas, impactando diretamente as contratações e resultando em atrasos de pagamentos aos jogadores. Paralelamente, uma longa lista de lesões afeta o elenco, limitando as opções táticas dos treinadores. Internamente, um racha político entre figuras chave do clube agrava a situação, culminando em mudanças na diretoria de futebol após uma goleada histórica.
O Barcelona retorna ao Camp Nou após 909 dias de reforma, mas com capacidade reduzida para 45.401 pessoas. A volta, que deveria ter ocorrido há mais de um ano, foi marcada por atrasos nas licenças e uma série de promessas não cumpridas pela diretoria. O estádio renovado conta com melhorias modernas, mas setores de maior receita ainda não estão totalmente liberados.