John Textor, proprietário da SAF do Botafogo, anunciou que usará recursos próprios para quitar a dívida de US$ 21 milhões com o Atlanta United, encerrando assim o transferban que impede o clube de registrar novos jogadores. A decisão visa normalizar a negociação de atletas e garantir que jogadores fundamentais não sejam vendidos nesta janela.
O volante Danilo, jogador mais caro da história do Botafogo, ficou surpreso com uma possível venda para seu ex-clube, o Nottingham Forest, conduzida por John Textor. A negociação foi interrompida por uma decisão judicial que impede a venda de atletas. Danilo planeja permanecer no clube até a Copa do Mundo, visando um bom desempenho para retornar à Seleção Brasileira.
O Botafogo social, representado por João Paulo Magalhães, intensifica as cobranças a John Textor, CEO da SAF, exigindo garantias financeiras para um novo aporte. Há um conflito declarado entre Textor e o CEO Thairo Arruda devido a um primeiro aporte negado pelas altas taxas de juros e garantias de vendas de jogadores.
John Textor, proprietário da SAF do Botafogo, busca reverter uma crise financeira e o transfer ban através de aportes de R$ 264 milhões, provenientes de uma operação complexa envolvendo a gestora GDA Luma, especializada em ativos estressados. A operação visa resolver a briga pelo controle acionário da Eagle, empresa de Textor, e sanar o passivo do clube, avaliado em R$ 1,5 bilhão.
A Justiça do Rio determinou a suspensão das vendas de jogadores do Botafogo até que John Textor, dono da SAF do clube, apresente a "caixa-preta" da gestão. A decisão visa apurar possíveis negociações açodadas de atletas com valores baixos para clubes europeus, em meio a uma crise financeira que já gerou um transfer ban pela FIFA.
Desde a criação da SAF em 2021, o Botafogo tem visto sua dívida aumentar expressivamente, chegando a cerca de R$ 1 milhão por dia. Após um ano de sucesso em 2024, o clube sofre financeiramente em 2025, com um transferban ativo e a possibilidade de recuperação judicial.
A Justiça do Rio de Janeiro suspendeu todas as vendas de jogadores e ativos da SAF do Botafogo, atendendo a um pedido do clube associativo. A decisão visa garantir que John Textor cumpra ordens judiciais anteriores e informe sobre quaisquer negociações que envolvam o clube. A medida ocorre em um momento de turbulência para o empresário.
A torcida do Botafogo protestou contra John Textor no Nilton Santos durante a partida contra o Cruzeiro, pelo Brasileirão. Os torcedores entoaram cânticos exigindo respeito à camisa do clube, em meio a um momento financeiro delicado e a punição de transfer ban.
John Textor, proprietário da SAF do Botafogo, negociava a venda dos jogadores Danilo e Montoro para o Nottingham Forest, mas a Justiça do Rio de Janeiro vetou as transações. As negociações, conduzidas isoladamente por Textor, enfrentaram resistência de outros dirigentes do clube, acentuando um racha interno.
O Botafogo estreou no Brasileirão com uma goleada de 4 a 0 sobre o Cruzeiro, demonstrando força ofensiva e liderando a competição. Simultaneamente, a Justiça impediu Textor de vender jogadores, reavivando o debate sobre o futuro da SAF e a influência da política no clube, enquanto torcedores protestavam. A análise também aborda outras partidas da rodada, lesões e movimentações de técnicos e jogadores.
John Textor foi afastado do cargo de diretor da Eagle Football Holdings pela investidora Ares. Apesar da demissão, Textor mantém o controle do Botafogo devido a uma liminar judicial. A decisão da Ares ocorre após o afastamento de outros dois diretores e um histórico de descontentamento com os investimentos de Textor, incluindo um empréstimo não quitado para a compra do Lyon.
John Textor enfrenta crescente pressão e perda de força no comando do Botafogo, com figuras influentes defendendo sua saída. Promessas de aporte financeiro não cumpridas e dívidas acumulam desconfiança, enquanto o empresário se apoia em uma liminar judicial para permanecer.
O Botafogo quitou dois meses de direitos de imagem atrasados do elenco, ficando em dia com os salários. Apesar da regularização, o clube ainda possui débitos de FGTS e enfrenta uma crise externa com transfer ban da Fifa e disputa judicial envolvendo John Textor e o fundo Ares.
O fundo Ares afastou John Textor do comando da Eagle, empresa controladora de clubes como o Botafogo. A decisão ocorre após Textor demitir diretores que discordavam de seu modelo de aporte financeiro para quitar dívidas do clube brasileiro. Apesar do afastamento na Eagle, Textor mantém o controle do Botafogo por meio de uma liminar.
O Botafogo inicia o Brasileirão em casa contra o Cruzeiro em 29 de janeiro de 2026, com transmissão pela Amazon Prime Video. Paralelamente, John Textor articula uma operação financeira de 50 milhões de dólares para reverter o transfer ban e sanar as finanças do clube. O dia é marcado pela tensão entre a paixão da torcida e a incerteza dos bastidores.
A torcida organizada Bad Gones, do Lyon, manifestou seu descontentamento com a presença de John Textor em uma Assembleia Geral do clube. Os torcedores criticam o empresário norte-americano, acusando-o de ter arruinado o clube e exigindo que ele se mantenha afastado.
A colunista Milly Lacombe questiona a efetividade do modelo SAF no futebol, utilizando o caso do Botafogo e John Textor como exemplo. O artigo critica a benevolência da imprensa com SAFs e expõe métodos questionáveis de gestão empresarial de Textor, sugerindo que a privatização do futebol pode ser uma solução catastrófica.
Torcedores do Botafogo realizaram um protesto no Estádio Nilton Santos contra John Textor, proprietário da SAF, antes da partida contra o Bangu pelo Campeonato Carioca. A manifestação pedia mais transparência e satisfação do empresário em relação às finanças e planejamento do clube.
John Textor, dono da SAF do Botafogo, anunciou um novo aporte financeiro para a próxima semana, visando solucionar pendências e o transfer ban do clube. Ele também admitiu a possibilidade de o Botafogo ter novos sócios no futuro, com investidores que terão caminho para a propriedade.
John Textor, dono da SAF do Botafogo, abordou as dificuldades financeiras do clube e anunciou um aporte significativo de capital aprovado pela Eagle. Esse investimento visa encerrar o transfer ban, pagar dívidas e reforçar o elenco com novas contratações. Textor também defendeu sua permanência no comando do clube e criticou o Lyon por dívidas com o Botafogo.