A SAF Botafogo, o clube associativo e a Eagle Bidco formalizaram um acordo em assembleia geral extraordinária para garantir a continuidade do processo de recuperação judicial da SAF alvinegra. A decisão visa pacificar discussões e reforçar a tentativa de derrubar transfer bans na Fifa, apesar de uma petição anterior da Eagle pedindo a negação do processo.
John Textor, empresário e dono da SAF do Botafogo, declarou publicamente que não pretende deixar o clube, mesmo diante de contestações sobre a propriedade das ações. Ele afirma ser o controlador de 90% da SAF e está em disputa judicial com a Eagle Bidco, que alega ser a dona das ações. Textor assegura seu compromisso com o Botafogo e a busca por títulos.
John Textor entrou com uma ação judicial contra a Eagle Bidco, alegando que a empresa não cumpriu os termos para a transferência das ações da SAF Botafogo. Segundo Textor, ele ainda detém 90% das ações, e a Eagle não teria o direito de vendê-las. A disputa judicial pode levar à rescisão do acordo de compra e venda.
A Eagle Bidco, a SAF Botafogo e o clube social pediram a suspensão de um processo judicial no Rio de Janeiro para tentar uma solução consensual. A negociação visa oficializar a saída do Botafogo da Eagle, rede multiclubes de John Textor, e o retorno dos 90% das ações ao clube associativo.
O Botafogo SAF e a Eagle Bidco selaram um acordo de paz, suspendendo processos judiciais por um mês para pavimentar o caminho para a recuperação judicial e a chegada de um novo investidor, o grupo GDA Luma. Este acordo é crucial para a recuperação financeira do clube, visando equacionar uma dívida de aproximadamente R$ 2 bilhões e evitar a perda de jogadores.
Botafogo e Eagle chegaram a um acordo de paz na Justiça, abrindo caminho para a entrada de um novo investidor na SAF. A negociação encerra um imbróglio judicial e arbitral que se arrastava há mais de um ano. A GDA surge como favorita para adquirir os 90% da SAF, com uma proposta na casa dos 105 milhões de dólares.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) definiu que o Tribunal Arbitral da FGV é o órgão competente para julgar as disputas societárias da SAF Botafogo. Essa decisão reverte a suspensão dos direitos de voto da Eagle Bidco pelo TJ-RJ, que foi considerado como tendo extrapolado sua competência. Como resultado, a Eagle Bidco recupera seus direitos políticos e todas as questões societárias serão resolvidas exclusivamente pelo Tribunal Arbitral.
A SAF Botafogo obteve uma decisão judicial favorável no Rio de Janeiro, anulando uma medida recente do tribunal arbitral que previa a saída de Durcesio Mello do comando e a devolução de poderes à Eagle. A Justiça suspendeu essa decisão arbitral, reforçando o papel interino de Durcesio e mantendo a assembleia para referendar sua nomeação.
A Justiça do Rio de Janeiro suspendeu novamente os direitos políticos da Eagle Bidco, empresa com 90% da SAF do Botafogo. A decisão reafirma Durcesio Mello como Diretor Geral da SAF, mantendo a suspensão dos direitos de voto da Bidco em deliberações. A medida ocorre após uma reviravolta em decisão anterior do Tribunal Arbitral da FGV.
A Justiça do Rio concedeu uma liminar que nomeia Durcesio Mello como gestor interino da SAF do Botafogo, removendo os poderes políticos da Eagle Bidco. A decisão visa assegurar a continuidade das atividades e a estabilidade da gestão diante de um grave cenário financeiro.
A SAF Botafogo solicitou ao Tribunal Arbitral da FGV a reconsideração da decisão que afastou John Textor de seu comando. A defesa argumenta que o afastamento não foi solicitado pela Eagle e que houve omissão de informações sobre uma operação financeira, além de alegar que a Ares estaria por trás da disputa para assumir o Lyon.
A Eagle Bidco, credora na briga societária do Botafogo, contestou a nomeação de Durcesio Mello como diretor geral interino da SAF no Tribunal Arbitral da FGV. A empresa alega ligações de Durcesio com John Textor, que foi afastado do comando da SAF.
John Textor foi afastado do comando da SAF Botafogo após uma operação de venda de ações e o pedido de recuperação judicial sem anuência dos acionistas. O Tribunal Arbitral da FGV acatou argumentos do grupo Eagle Bidco, liderado por investidores da Ares, que se opôs às manobras do norte-americano.
A Justiça do Rio determinou que o Lyon, da França, pague 21 milhões de euros (R$ 122,3 milhões) ao Botafogo em três dias, representando a primeira decisão favorável ao clube carioca em ações contra os franceses. O caso envolve transferências sob o antigo sistema de caixa único da Eagle Football, com o Botafogo cobrando um total de R$ 745 milhões em disputas judiciais.
A Assembleia Geral Extraordinária do Botafogo foi adiada para a próxima semana devido à ausência de um representante da administradora Cork Gully. O objetivo da assembleia era discutir a capitalização do clube, com uma proposta de investimento de US$ 25 milhões pela Eagle Football Group.
A administradora judicial da Eagle Football Holdings, consultoria britânica Cork Gully, colocou a SAF do Botafogo à venda através de um anúncio no jornal Financial Times. A medida visa negociar participações majoritárias em clubes como Botafogo, Lyon e RWDM Brussels, em meio a uma crise financeira no clube carioca.
A administradora Cork Gully anunciou a venda da SAF do Botafogo em um anúncio publicado no jornal britânico Financial Times. A empresa de reestruturação financeira foi nomeada administradora judicial da Eagle Football, holding que controla o clube, devido a problemas de gestão e inadimplência. A venda inclui também participações no Lyon e no RWDM Brussels.
O Tribunal Arbitral da FGV solicitou a presença da administradora judicial da Eagle Bidco, Cork Gully, em uma Assembleia Geral Extraordinária do Botafogo. A reunião, convocada por John Textor, visa debater a situação financeira da SAF e votar um aporte de R$ 125 milhões atrelado à emissão de novas ações, em meio a impasses com o clube social.
O Botafogo acionou o Olympique Lyonnais judicialmente cobrando uma dívida de mais de R$ 745 milhões, envolvendo empréstimos e a gestão do Grupo Eagle. Paralelamente, o clube se prepara para enfrentar o Vasco no Brasileirão 2026, buscando manter a confiança após uma vitória anterior e embalar sob comando interino.
A Eagle Bidco, empresa controladora de 90% das ações da SAF Botafogo e de outros clubes europeus, sofreu intervenção judicial na Inglaterra devido a dívidas de John Textor. Uma administradora judicial foi nomeada para gerenciar a empresa, com a possibilidade de vender os ativos, incluindo o Botafogo, para quitar os débitos.