O escritório Felsberg Advogados comunicou à Justiça do Rio de Janeiro sua renúncia à defesa de John Textor no processo de recuperação judicial da SAF do Botafogo. A saída ocorre enquanto o empresário norte-americano trava uma batalha jurídica para retomar o controle da companhia, da qual foi afastado e posteriormente destituído em assembleia. Paralelamente, a administração judicial apresentou nova relação de credores após a verificação dos créditos.
O desembargador Luiz Eduardo Canabarro, da 14ª Câmara de Direito Privado do Rio de Janeiro, suspendeu a multa por litigância de má-fé imposta a John Textor, avaliada em pelo menos R$ 10 milhões. A mesma decisão afastou o administrador judicial como depositário das ações da Eagle na SAF do Botafogo, por entender que a medida só se justificava durante a assembleia de diluição do capital social. A multa havia sido aplicada pela 7ª Vara Empresarial do Rio em relação ao contrato firmado em 2022.
Por Diego Garcia e Francisco De Laurentiis em 2026-10-05
O desembargador Luiz Eduardo Canabarro, do Rio de Janeiro, concedeu decisão parcialmente favorável a John Textor na disputa pelo controle da SAF do Botafogo, suspendendo a multa por litigância de má-fé de cerca de R$ 10 milhões e afastando o administrador judicial da condição de depositário das ações do grupo Eagle. Porém, o magistrado manteve as restrições às ações da SAF Botafogo até o julgamento do mérito do recurso. Com isso, Textor recupera espaço na governança do clube, mas não obtém liberdade plena sobre sua participação societária.
A SAF Botafogo convocou uma Assembleia Geral Extraordinária para votar o aumento do capital social por meio da emissão de 200 milhões de novas ações da Classe B, a R$ 0,01 cada, totalizando R$ 2 milhões destinados ao pagamento da folha salarial. A aprovação pode diluir a participação da Eagle, atual detentora de 49% das ações, que está sem direitos políticos por determinação da Justiça do Rio. O Botafogo social é o acionista majoritário com 51% desde julho, e há acordo para a venda da SAF à GDA Luma, empresa de Gabriel de Alba.
O Botafogo anunciou que a Assembleia Geral Extraordinária aprovou o aumento do capital social da SAF alvinegra, com emissão de 200 milhões de novas ações da Classe B, totalizando um aporte de R$ 2 milhões. A medida visa recompor o fluxo de caixa da companhia no contexto da recuperação judicial. Os acionistas Botafogo associativo e Eagle têm 30 dias de direito de preferência para subscrever as novas ações, podendo haver diluição da participação da Eagle.
A crônica retrata um dia de gestão no Botafogo, com a aprovação em assembleia do aumento de capital da SAF, envolvendo emissão de 200 milhões de ações e aporte de R$ 2 milhões em meio à recuperação judicial. O texto destaca a disputa pelo comando da SAF entre o Botafogo social e a Eagle, com prazo de 30 dias para exercício do direito de preferência. Também aborda a valorização da base, com destaque para Álvaro Montoro entre os sub-21 mais valiosos da América do Sul, e a situação do time no Campeonato Brasileiro antes do clássico contra o Vasco.
A Justiça do Rio de Janeiro manteve a realização da Assembleia Geral Extraordinária da SAF do Botafogo, que discutirá o aumento de capital social. O juiz Victor Agustin Jaccoud Diz Torres multou John Textor por litigância de má-fé, com valor estimado em pelo menos R$ 10 milhões, criticando suas tentativas de reverter o controle da SAF em tribunais internacionais. A decisão mantém a nova divisão acionária, com o Botafogo social como majoritário e a Eagle com 49%.
O Botafogo vive um momento decisivo de engenharia societária: a GDA Luma assinou acordo vinculante de investimentos de US$ 105 milhões, com US$ 50 milhões já ingressados na SAF. Em paralelo, a Justiça do Rio manteve a Assembleia Geral Extraordinária e multou John Textor em pelo menos R$ 10 milhões por litigância de má-fé. O próximo lance é a emissão de 200 milhões de ações a R$ 0,01, que pode diluir a fatia da Eagle caso ela não subscreva.
A SAF Botafogo, o clube associativo e a Eagle Bidco formalizaram um acordo em assembleia geral extraordinária para garantir a continuidade do processo de recuperação judicial da SAF alvinegra. A decisão visa pacificar discussões e reforçar a tentativa de derrubar transfer bans na Fifa, apesar de uma petição anterior da Eagle pedindo a negação do processo.
John Textor, empresário e dono da SAF do Botafogo, declarou publicamente que não pretende deixar o clube, mesmo diante de contestações sobre a propriedade das ações. Ele afirma ser o controlador de 90% da SAF e está em disputa judicial com a Eagle Bidco, que alega ser a dona das ações. Textor assegura seu compromisso com o Botafogo e a busca por títulos.
John Textor entrou com uma ação judicial contra a Eagle Bidco, alegando que a empresa não cumpriu os termos para a transferência das ações da SAF Botafogo. Segundo Textor, ele ainda detém 90% das ações, e a Eagle não teria o direito de vendê-las. A disputa judicial pode levar à rescisão do acordo de compra e venda.
A Eagle Bidco, a SAF Botafogo e o clube social pediram a suspensão de um processo judicial no Rio de Janeiro para tentar uma solução consensual. A negociação visa oficializar a saída do Botafogo da Eagle, rede multiclubes de John Textor, e o retorno dos 90% das ações ao clube associativo.
Botafogo e Eagle chegaram a um acordo de paz na Justiça, abrindo caminho para a entrada de um novo investidor na SAF. A negociação encerra um imbróglio judicial e arbitral que se arrastava há mais de um ano. A GDA surge como favorita para adquirir os 90% da SAF, com uma proposta na casa dos 105 milhões de dólares.
O Botafogo SAF e a Eagle Bidco selaram um acordo de paz, suspendendo processos judiciais por um mês para pavimentar o caminho para a recuperação judicial e a chegada de um novo investidor, o grupo GDA Luma. Este acordo é crucial para a recuperação financeira do clube, visando equacionar uma dívida de aproximadamente R$ 2 bilhões e evitar a perda de jogadores.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) definiu que o Tribunal Arbitral da FGV é o órgão competente para julgar as disputas societárias da SAF Botafogo. Essa decisão reverte a suspensão dos direitos de voto da Eagle Bidco pelo TJ-RJ, que foi considerado como tendo extrapolado sua competência. Como resultado, a Eagle Bidco recupera seus direitos políticos e todas as questões societárias serão resolvidas exclusivamente pelo Tribunal Arbitral.
A Justiça do Rio de Janeiro suspendeu novamente os direitos políticos da Eagle Bidco, empresa com 90% da SAF do Botafogo. A decisão reafirma Durcesio Mello como Diretor Geral da SAF, mantendo a suspensão dos direitos de voto da Bidco em deliberações. A medida ocorre após uma reviravolta em decisão anterior do Tribunal Arbitral da FGV.
A SAF Botafogo obteve uma decisão judicial favorável no Rio de Janeiro, anulando uma medida recente do tribunal arbitral que previa a saída de Durcesio Mello do comando e a devolução de poderes à Eagle. A Justiça suspendeu essa decisão arbitral, reforçando o papel interino de Durcesio e mantendo a assembleia para referendar sua nomeação.
A Justiça do Rio concedeu uma liminar que nomeia Durcesio Mello como gestor interino da SAF do Botafogo, removendo os poderes políticos da Eagle Bidco. A decisão visa assegurar a continuidade das atividades e a estabilidade da gestão diante de um grave cenário financeiro.
A Eagle Bidco, credora na briga societária do Botafogo, contestou a nomeação de Durcesio Mello como diretor geral interino da SAF no Tribunal Arbitral da FGV. A empresa alega ligações de Durcesio com John Textor, que foi afastado do comando da SAF.
A SAF Botafogo solicitou ao Tribunal Arbitral da FGV a reconsideração da decisão que afastou John Textor de seu comando. A defesa argumenta que o afastamento não foi solicitado pela Eagle e que houve omissão de informações sobre uma operação financeira, além de alegar que a Ares estaria por trás da disputa para assumir o Lyon.