John Textor, proprietário da SAF do Botafogo, busca reverter uma crise financeira e o transfer ban através de aportes de R$ 264 milhões, provenientes de uma operação complexa envolvendo a gestora GDA Luma, especializada em ativos estressados. A operação visa resolver a briga pelo controle acionário da Eagle, empresa de Textor, e sanar o passivo do clube, avaliado em R$ 1,5 bilhão.
John Textor foi afastado do cargo de diretor da Eagle Football Holdings pela investidora Ares. Apesar da demissão, Textor mantém o controle do Botafogo devido a uma liminar judicial. A decisão da Ares ocorre após o afastamento de outros dois diretores e um histórico de descontentamento com os investimentos de Textor, incluindo um empréstimo não quitado para a compra do Lyon.
O fundo Ares afastou John Textor do comando da Eagle, empresa controladora de clubes como o Botafogo. A decisão ocorre após Textor demitir diretores que discordavam de seu modelo de aporte financeiro para quitar dívidas do clube brasileiro. Apesar do afastamento na Eagle, Textor mantém o controle do Botafogo por meio de uma liminar.
John Textor, dono da SAF do Botafogo, abordou as dificuldades financeiras do clube e anunciou um aporte significativo de capital aprovado pela Eagle. Esse investimento visa encerrar o transfer ban, pagar dívidas e reforçar o elenco com novas contratações. Textor também defendeu sua permanência no comando do clube e criticou o Lyon por dívidas com o Botafogo.
John Textor formalizou uma proposta à Eagle Football para recomprar a SAF do Botafogo, em meio a um processo judicial em andamento. A oferta, cujos detalhes financeiros ainda não foram divulgados, visa separar o clube carioca da rede europeia da empresa multiclubes.
O CEO do Botafogo, Thairo Arruda, brincou sobre a lição aprendida com a parceria do clube com o Lyon, parte da rede multi-clubes da Eagle. Ele aconselhou a não emprestar dinheiro para o clube francês devido a débitos pendentes. Apesar do imbróglio, Arruda valorizou a experiência da rede multi-clubes e a troca financeira, que contribuiu para a receita recorde do Botafogo.
O Botafogo social entrou com um recurso pedindo R$ 154,6 milhões e um interventor judicial para administrar a SAF em meio a polêmicas com a Eagle Football. A ação visa ressarcimento e impede a venda de ativos e distribuição de lucros até esclarecimentos financeiros. Paralelamente, o time foca na reta final do Brasileirão.
O Botafogo social entrou com um agravo judicial solicitando o ressarcimento de R$ 155 milhões à Eagle Football, empresa de John Textor. A ação pede a nomeação de um interventor para a SAF e a proibição de venda de ativos enquanto o processo de "gestão temerária" for investigado.
John Textor reconheceu que mudanças na Eagle Football Holdings, com a substituição de diretores, reforçam seu controle sobre a empresa. Ele minimizou o impacto de uma ação judicial da Iconic Sports no Botafogo, classificando-a como uma questão financeira, não de poder.
Investidores e a presidente do Lyon, Michele Kang, deixaram o conselho da Eagle Football Holdings, empresa de John Textor. A ruptura ocorre em meio a disputas por ações do Botafogo e do clube francês com a credora Ares. Apesar da saída do conselho, Kang permanece na liderança do Lyon.
O volante Wendel concedeu sua primeira entrevista sobre a desistência do Botafogo em sua contratação, alegando sanções geopolíticas. Ele expressou surpresa com a reviravolta da negociação, que ocorreu após anos de interesse do clube carioca. Wendel também mencionou que a situação financeira da Eagle Football, rede multi-clubes da qual o Botafogo faz parte, pode ter influenciado.