Cristiano Ronaldo se recusou a entrar em campo pelo Al-Nassr devido a discordâncias com a gestão do Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF). O jogador estaria insatisfeito com o tratamento dado ao clube em comparação aos rivais, especialmente no planejamento esportivo e no mercado de transferências.
Marcelo Teixeira, presidente do Santos, defendeu sua gestão em meio a críticas pelo início ruim da temporada de 2026. Ele destacou os avanços e o processo de reconstrução do clube nos últimos anos, citando conquistas como o vice-campeonato Paulista e o título da Série B em 2024, além do retorno a competições internacionais em 2025. Teixeira também mencionou projetos estratégicos como a nova Arena e a SAF, pedindo um voto de confiança da torcida diante da atual fase da equipe profissional.
Cristiano Ronaldo teria se recusado a jogar pelo Al Nassr, contra o Al-Riyadh, devido à insatisfação com a gestão do clube. O jogador estaria contestando a falta de investimentos do Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF) na equipe, alegando prioridade para outros clubes como o Al-Hilal.
O artigo explora a histórica comparação entre Corinthians e Flamengo, focando na pergunta "quem quer ser quem" em relação às suas identidades e ambições. Ele detalha como, apesar de serem os clubes com as maiores torcidas do Brasil, suas trajetórias financeiras e de gestão se alternaram ao longo das décadas, culminando no embate pela Supercopa de 2026.
O novo presidente do São Paulo, Harry Massis, declarou que pretende focar na gestão do futebol e se distanciar da política interna do clube. Ele busca unir diferentes grupos para o bem do São Paulo e afirmou que não concorrerá à reeleição, cumprindo apenas os 11 meses de mandato.
O Palmeiras assumirá a gestão do Allianz Parque Tour a partir deste domingo, em um acordo com a WTorre. A nova gestão tem como objetivo valorizar a história do clube e fortalecer o vínculo com a torcida. O tour oferecerá novas experiências, como visitas guiadas à Sala de Troféus e a possibilidade de conhecer espaços como vestiários e gramado.
O Palmeiras fechou um acordo com a WTorre para assumir a gestão do Allianz Parque Tour. A novidade permitirá visitas à sala de troféus em dias de jogos, algo que antes era restrito. Os ingressos custarão R$90,00 (inteira) e R$45,00 (meia), com descontos para sócios-torcedores.
O presidente interino do São Paulo, Harry Massis Júnior, demitiu o diretor executivo de comunicação do clube, José Eduardo Martins. Esta é uma das primeiras mudanças administrativas promovidas pela nova gestão, que também desligou outros dois diretores e planeja contratar novos executivos.
Um fórum em Porto Velho, Rondônia, reuniu medalhistas olímpicos, gestores e profissionais do esporte para discutir o fortalecimento da formação esportiva no estado. O evento detalhou caminhos práticos, políticas públicas e ferramentas de gestão, com foco em capacitação e acesso a programas como o do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC).
O novo presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, planeja contratar uma auditoria externa para rever contratos assinados durante a gestão de Julio Casares. A auditoria focará em acordos que não passaram pela aprovação do Conselho Deliberativo ou de Administração, buscando transparência nos contratos de médio porte.
A contratação de Lucas Paquetá pelo Flamengo é vista como uma demonstração de poder financeiro e gestão exemplar. O artigo destaca que Flamengo e Palmeiras se tornaram referências no Brasil em organização e capacidade de investimento, inspirando outros clubes.
O Clube do Remo anunciou a contratação de Luís Vagner Vivian, ex-executivo do Grêmio, para o cargo de executivo de futebol. Vivian chega para substituir Marcos Braz e traz consigo experiência em gestão esportiva e logística, tendo atuado também na CBF. Ele expressou motivação para contribuir com a profissionalização do clube e alcançar grandes resultados em 2026.
A CBF lançou o Programa de Profissionalização da Arbitragem (PRO), visando modernizar a gestão e elevar o nível dos árbitros no futebol brasileiro. O programa, com investimento de R$ 195 milhões até 2027, contemplará 72 profissionais com salários mensais, bônus e acompanhamento completo.
O São Paulo utilizará a maior parte dos R$ 13 milhões da venda de Rodriguinho ao RB Bragantino para quitar atrasos em direitos de imagem de jogadores do elenco. A medida visa regularizar pendências financeiras com o objetivo de estabilizar a situação do clube sob a nova gestão. Paralelamente, o Tricolor aguarda R$ 1 milhão do empréstimo de Alisson ao Corinthians.
O novo presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, tem como prioridade quitar os direitos de imagem atrasados de atletas referentes ao ano passado. A situação varia entre os jogadores, com alguns casos chegando a mais de um mês de débito, enquanto os salários têm sido pagos em dia. A expectativa é que saídas de jogadores como Rodriguinho e Alisson ajudem a aliviar as finanças do clube.
A colunista Milly Lacombe questiona a efetividade do modelo SAF no futebol, utilizando o caso do Botafogo e John Textor como exemplo. O artigo critica a benevolência da imprensa com SAFs e expõe métodos questionáveis de gestão empresarial de Textor, sugerindo que a privatização do futebol pode ser uma solução catastrófica.
O colunista Walter Casagrande Jr. analisa o momento atual do São Paulo Futebol Clube, descrevendo-o como o pior de sua história. Ele aponta para a fragilidade da equipe em campo e para os graves problemas de gestão, incluindo dívidas milionárias, denúncias de corrupção e instabilidade administrativa, que afetam diretamente o desempenho do time.
A gestão de Julio Casares no São Paulo chega ao fim com o afastamento e renúncia do presidente. O novo presidente em exercício, Harry Massis Jr., inicia mudanças profundas, incluindo a saída de nomes próximos a Casares, em meio a escândalos e denúncias. As futuras escolhas de Massis determinarão o rumo do clube em um ano crucial.
Mauro Cezar Pereira, em análise para o Canal UOL, aponta a má gestão como principal fator para a inferioridade do Vasco em relação ao Flamengo. Ele destaca a recuperação judicial e as práticas financeiras controversas do clube cruz-maltino como causas para o desempenho ruim em campo, em contraste com a organização e solidez do rival.
Arnaldo Ribeiro, em sua coluna no Canal UOL, critica o empréstimo do jogador Alisson do São Paulo para o Corinthians, classificando-o como uma 'caridade'. Ele questiona o valor irrisório do empréstimo e a gestão do São Paulo no futebol, que, segundo ele, o transformou em um clube 'café com leite'.