A crônica analisa o retorno do Brasileirão com foco no Corinthians e no clássico contra o São Paulo. Aborda a preparação para o Cartola FC, com dicas de escalação para a rodada 19, e o clima da torcida e da mídia.
João Fonseca utilizou o apoio da torcida brasileira no UTS Rio para superar o holandês Tallon Griekspoor em sua estreia no torneio. Fonseca brincou sobre a intensidade da torcida, que pode vibrar e gritar durante os pontos, dizendo que "não queria ser meu adversário". O tenista brasileiro, após vencer a partida, reconheceu que a atmosfera influenciou positivamente.
O Fluminense está próximo de renovar o contrato do meia Lucho Acosta até 2029, estendendo seu vínculo por mais um ano. O jogador argentino, de 32 anos, se tornou peça fundamental para a equipe, destacando-se pela criação de jogadas, habilidade e gols, sendo eleito recentemente o destaque do time em enquete.
A coluna de Milly Lacombe analisa a relação apaixonada entre a torcida inglesa e sua seleção na Copa do Mundo, destacando a serenata como declaração de amor incondicional. A autora aponta Jude Bellingham como o "improvável herói" do time, elogiando suas qualidades como homem consciente e negro, em contraste com a expectativa em torno de Harry Kane.
O colunista Milton Neves analisa a decepção da torcida brasileira com a eliminação na Copa do Mundo de 2026, argumentando que a expectativa por um título é o maior adversário da seleção. Ele ressalta a evolução de outras seleções e a necessidade de reconstrução do futebol brasileiro, alinhando a realidade à tradição.
O artigo aborda a relação peculiar de Noel Gallagher, compositor do hit "Wonderwall" do Oasis, com a seleção inglesa de futebol. Apesar de a música embalar a torcida inglesa na Copa do Mundo, Gallagher revela que não torce para o país por sua ascendência irlandesa e por ser torcedor fanático do Manchester City. No entanto, ele demonstra empolgação com o efeito da música no time e carinho por alguns jogadores.
A repórter Luiza Oliveira, em análise sobre a vitória da Argentina contra o Egito na Copa do Mundo, destaca a figura de Lionel Messi como um símbolo de crença e conexão entre jogadores e torcida. Ela discorre sobre a emoção do jogo, as polêmicas de arbitragem e a atuação de Messi, que, apesar de momentos de dificuldade, demonstrou liderança e genialidade.
O técnico do México, Javier Aguirre, celebrou a vitória por 2 a 0 sobre o Equador, classificando a partida como uma "noite perfeita" pela forte conexão com a torcida no Estádio Azteca. Ele ressaltou a importância do triunfo por acontecer em casa e diante do povo mexicano, comparando-a como a mais significativa de sua carreira e pedindo um uísque para comemorar.
Os Estados Unidos garantiram sua vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo ao vencerem a Bósnia por 2 a 0. Apesar da expulsão de Balogun, a equipe contou com um gol de Tillman para assegurar a vitória. Agora, os americanos enfrentarão a Bélgica, que demonstrou vulnerabilidades defensivas em seu último jogo, o que pode alimentar a esperança dos donos da casa de avançarem ainda mais na competição.
A notícia relata a surpresa e o temor da torcida brasileira com a forte atuação do México contra o Equador na Copa do Mundo. O México liderava por 2 a 0 no primeiro tempo, levando alguns torcedores a declarar preferir enfrentar a França em vez da equipe mexicana.
O técnico Maurício Pochettino acredita que a campanha dos Estados Unidos na Copa do Mundo já deixou um legado para o futebol no país, conectando a torcida com a seleção. Ele destaca o despertar da paixão pelo esporte nos EUA, impulsionado pela presença de grandes estrelas na MLS. Pochettino também ressalta o trabalho mental da comissão técnica para lidar com a pressão.
O artigo discute por que a torcida brasileira grita o nome de Neymar, mas não de Vinicius Júnior, apesar do desempenho atual deste último na Copa do Mundo. O autor, PVC, levanta a questão comparando as estatísticas de ambos os jogadores e a recepção popular.
Walter Casagrande Jr. critica a superficialidade e a falta de autenticidade nas comemorações de gols e na torcida da seleção brasileira. Ele compara o comportamento da equipe e dos torcedores brasileiros com a espontaneidade e a energia genuína de Argentina e Noruega, utilizando a "Remada Viking" como exemplo de ritual cultural forte. O autor lamenta que a seleção brasileira e sua torcida sejam "TikTok", indicando falta de emoção e verdade.
O técnico do Equador, Sebástian Beccacece, reagiu às vaias da torcida após o empate com Curaçao na Copa do Mundo. Ele admitiu a dor e a frustração do momento, mas pediu união e luta para a equipe, que ainda tem chances matemáticas de classificação.
A colunista Milly Lacombe argumenta que o futebol brasileiro deve focar no desenvolvimento de talentos como Endrick, em detrimento da figura de Neymar. Ela destaca a empolgação da torcida com Endrick, contrastando com a recepção a Neymar, e defende que a formação de novos craques como Endrick deve ser o objetivo das políticas esportivas para resgatar a grandeza do futebol nacional.
O pai de Endrick expressou profunda emoção ao ver o filho estrear na Copa do Mundo, sendo ovacionado pela torcida brasileira. O jogador entrou em campo na vitória contra o Haiti e chegou a marcar um gol, que foi anulado por impedimento.
O técnico do Japão, Hajime Moriyasu, elogiou a tradição da torcida japonesa de limpar os estádios após os jogos da Copa do Mundo de 2026. Ele destacou que essa atitude reflete a cultura do país e enche a delegação de orgulho, demonstrando um senso de responsabilidade e colaboração.
O comentarista Julio Gomes relatou a intensa paixão dos haitianos pela seleção brasileira, que os leva a tratar o Brasil como "time do coração", mesmo em meio a um cenário de crise de segurança no Haiti. A análise também abordou as dificuldades da seleção haitiana na Copa do Mundo de 2026 e a necessidade de o Brasil vencer com autoridade após um início considerado irregular.
Julio Gomes, direto de Porto Príncipe, relata a atmosfera única do Haiti durante a Copa do Mundo de 2026. Apesar da crise de segurança e falta de energia, o país demonstra uma paixão intensa pelo Brasil, rivalizando em torcida com os próprios brasileiros. O comentarista descreve o contraste entre a aparente normalidade em áreas seguras durante o dia e o perigo que assola a capital após o pôr do sol.
Torcedores argentinos realizaram um "banderazo" em Kansas City, reunindo mais de mil pessoas na véspera da estreia da seleção na Copa do Mundo. A festa com bandeiras, faixas e cantos é uma tradição para a torcida argentina em eventos internacionais, visando lidar com a ansiedade pré-jogo.