O artigo discute a possibilidade de um jogador haitiano, apelidado de "Garrinsha", seguir os passos da lenda brasileira Garrincha e ter destaque em uma Copa do Mundo. O técnico do Haiti, Sebastián Migné, pode observá-lo devido à sua experiência no futebol brasileiro, e o jogador já tem uma história de superação pessoal.
A seleção do Haiti, adversária do Brasil na Copa do Mundo de 2026, busca reforçar seu elenco com jogadores nascidos na França, mas com raízes haitianas. Jogadores como Jean Baptiste Gorby, Wilson Isidor e Odsonne Edouard foram sondados pela federação haitiana, que utiliza a oportunidade de disputar um Mundial como principal argumento.
A matéria destaca a inspiradora trajetória do zagueiro haitiano Ricardo Adé, que, após passar por situação de morador de rua, ascendeu ao futebol profissional aos 26 anos e será um dos marcadores do Brasil na Copa do Mundo de 2026. A reportagem também relembra a única participação do Haiti em Copas, em 1974.
O artigo relembra o amistoso "Jogo da Paz" entre Brasil e Haiti em 2004, destacando seu contexto político e social. A partida, vencida pelo Brasil por 6 a 0, ocorreu em um momento delicado para o Haiti, assolado por guerra civil e com o Brasil liderando uma missão de paz da ONU.
O técnico do Haiti, Sebastien Migne, expressou preocupação com a presença de torcedores haitianos na Copa do Mundo de 2026, caso os jogos de sua seleção ocorram nos Estados Unidos. Ele afirmou que a entrada de imigrantes haitianos no país é proibida por uma ordem executiva de Donald Trump, e que a possibilidade de torcida dependerá de uma mudança na política do presidente americano. Apesar do obstáculo, Migne confia no apoio dos haitianos que já residem nos EUA.
O Haiti, segundo adversário do Brasil na Copa do Mundo, é analisado sob a ótica de sua campanha nas Eliminatórias da Concacaf para o Mundial de 2026. Apesar de números competitivos em seu continente, com 66,7% de aproveitamento e 20 gols marcados, a equipe demonstra fragilidades defensivas que podem ser expostas em um cenário de Copa do Mundo.
A Seleção Brasileira descobriu a tabela completa de seus jogos na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A competição será sediada em Estados Unidos, México e Canadá. O Brasil iniciará sua jornada contra Marrocos em 13 de junho, seguido por confrontos contra Haiti e Escócia.
O sorteio da Copa do Mundo de 2026 colocou o Brasil em um grupo com adversários conhecidos, Marrocos e Escócia, ambos já enfrentados em Copas anteriores com retrospecto favorável. O Haiti completa o grupo, sendo considerado o adversário mais fraco.
O técnico do Haiti, Sébastien Migne, expressou felicidade ao ter sua seleção no mesmo grupo do Brasil na Copa do Mundo de 2026, classificando a oportunidade como um 'presente' e uma chance de grande visibilidade. Ele também elogiou Marrocos, adversário na mesma chave, destacando a trajetória da equipe na última Copa.
O técnico do Haiti, Sebastian Maigé, celebrou a experiência do zagueiro Adé em jogos contra clubes brasileiros, considerando-a valiosa para o confronto contra a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026. Apesar da preparação, Maigé reconheceu que a força da equipe haitiana reside no coletivo, e não apenas em jogadores individuais.
O Haiti, adversário do Brasil na Copa do Mundo, enfrenta sérios problemas com a emissão de vistos para seus jogadores entrarem nos Estados Unidos. Essa dificuldade gera incerteza sobre a participação da equipe no torneio, já que a seleção também não pode jogar em casa devido à insegurança.
A seleção de futebol do Haiti se classificou para a Copa do Mundo de 2026, proporcionando um raro momento de união e alegria em um país assolado pela violência. Milhares de pessoas foram às ruas celebrar a conquista, que ocorreu mesmo sem a equipe poder atuar em casa devido a questões de segurança.
Panamá, Haiti e a estreante Curaçao garantiram classificação para a Copa do Mundo de 2026 pelas Eliminatórias da Concacaf. A disputa definiu as três vagas diretas da região, com Jamaica e Suriname indo para a repescagem. A presença de seleções de menor tradição é atribuída à expansão do Mundial e à realização em três países norte-americanos.
A expansão da Copa do Mundo para 48 seleções permite que nações menores e com histórias desafiadoras, como Curaçao, Haiti, Cabo Verde e Jordânia, participem pela primeira vez. Apesar dos erros da FIFA, a jornalista Alicia Klein argumenta que essa ampliação traz um lado mágico ao torneio, democratizando o acesso e celebrando a diversidade.
A seleção do Haiti está perto de se classificar para a Copa do Mundo após 52 anos, mas a possibilidade de jogar em casa é inexistente devido à grave situação de violência e instabilidade política no país. Os jogadores atuam longe de Porto Príncipe, em Curaçao, e a esperança de um feito histórico contrasta com a realidade sombria do cenário nacional.