O artigo analisa um incidente de agressão física, um tapa na cara, ocorrido entre Neymar Jr. e Robinho Jr. durante um treino do Santos. A autora Milly Lacombe critica a superficialidade e a falta de profundidade nas análises jornalísticas sobre o ocorrido, contrastando com a pouca atenção dada a casos mais graves de violência cometidos por jogadores de futebol, e discute as rituais de masculinidade que perpetuam a violência contra mulheres.
O artigo detalha as origens do atacante Kevin Viveros, artilheiro do Brasileirão e destaque do Athletico-PR. A matéria aborda sua infância difícil em Buenaventura, Colômbia, marcada pela violência e pela responsabilidade de ser a esperança familiar, contrastando com sua ascensão no futebol. Aborda também suas passagens por outros clubes, o apelido "El Tren" e a forte relação com o técnico Odair Hellmann, além de seu desejo de permanecer no Athletico.
Neymar e Robinho Jr. se abraçaram em comemoração após gol do Santos contra o Deportivo Recoleta na Copa Sul-Americana. O gesto ocorreu após um episódio de tensão entre os jogadores na semana anterior, onde Neymar teria agredido o filho de Robinho em um treino. O abraço sugere uma reconciliação após o incidente.
O artigo debate a questão da torcida única nos estádios do Rio de Janeiro, questionando o alto preço pago para manter a convivência entre torcedores rivais. O texto descreve cenas de violência nos arredores do Maracanã, como confrontos, uso de armas e agressões a torcedores, mesmo com a presença de grande efetivo policial. A matéria conclui que tanto a torcida única quanto os jogos com torcida dividida, com a mobilização de inúmeros agentes de segurança, representam uma falência na gestão do futebol.
O artigo relembra a noite de caos no Pacaembu em 4 de maio de 2006, quando o Corinthians foi eliminado da Libertadores pelo River Plate em meio a cenas de violência e destruição. O evento é descrito como um divisor de águas que influenciou mudanças significativas na segurança e profissionalização do futebol brasileiro, desde a atuação policial até a criação de medidas como a torcida única em clássicos.
O artigo critica a qualidade da Copa Libertadores da América, comparando-a a torneios de várzea devido à violência em campo e campos com medidas reduzidas. O autor destaca lances de violência explícita em jogos do Flamengo e Palmeiras, além de estratégias de campo que prejudicam o futebol.
Uma torcedora do Remo relatou ter sido agredida fisicamente durante a partida contra o Cruzeiro no Estádio Baenão. O clube repudiou o ato e prometeu investigar o incidente, buscando identificar e banir o agressor dos jogos.
O artigo discute a proliferação de cursos voltados para a masculinidade, criticando suas propostas que reforçam papéis de gênero tradicionais e ignoram a vulnerabilidade masculina. A autora argumenta que essas iniciativas, muitas vezes ligadas a figuras como Jair Bolsonaro, aprofundam disfunções sociais em vez de resolver problemas reais como a violência contra a mulher.
O Palmeiras venceu o Jacuipense por 3 a 0 na Copa do Brasil, cumprindo sua obrigação, mas o jogo foi marcado pela violência do time baiano, que resultou em lesões e cartões. Apesar do placar, a equipe paulista sentiu a falta de Vitor Roque e a agressividade do confronto pode gerar sequelas.
O clássico entre Olimpia e Cerro Porteño, válido pelo Campeonato Paraguaio, foi suspenso devido a uma batalha campal entre torcedores nas arquibancadas. A violência levou à intervenção policial com uso de balas de borracha e gás lacrimogêneo, afetando inclusive torcedores pacíficos e inviabilizando a continuidade da partida.
O artigo discute a problemática da masculinidade hegemônica e adoentada presente no futebol, exemplificada por gestos agressivos e comportamentos descontrolados. A autora argumenta que esse modelo de masculinidade prejudica não apenas as mulheres, mas também os próprios homens, limitando sua sensibilidade e vulnerabilidade. Milly Lacombe defende a necessidade de uma nova masculinidade, menos perversa e mais humana, que vá além das opções limitadas de 'chazinho da tarde' ou 'jogo de macho'.
O árbitro Paulo César Zanovelli negou ter dito aos jogadores do Mirassol para "chorarem no vestiário" após o polêmico jogo contra o Bahia. A acusação foi feita pelo zagueiro João Victor e por dirigentes do clube. O árbitro justificou quatro expulsões na súmula e relatou ter se sentido ofendido por ofensas e ameaças.
O dia do Palmeiras foi marcado por destaques no mercado, com jogadores listados entre os mais valiosos da América do Sul ao lado do Flamengo. Na parte esportiva, um dérbi tenso contra o Corinthians na Neo Química Arena terminou em 0 a 0, com expulsões e denúncia de agressão. Além disso, o clube se posicionou firmemente contra o racismo, demonstrando compromisso social em meio a uma temporada de grandes temas.
Um torcedor do Junior Barranquilla, Gabriel Acosta, foi morto após o jogo contra o Palmeiras pela Libertadores, em uma briga com torcedores do Real Cartagena. A polícia colombiana confirmou o falecimento e oferece recompensa por informações. O Junior Barranquilla emitiu nota lamentando o ocorrido.
O artigo analisa a pressão desproporcional sofrida pelo técnico Fernando Diniz no Corinthians em 2026, destacando a intimidação por parte da torcida. O texto compara a situação atual com um episódio violento vivido por Diniz como jogador em 1997, ressaltando a necessidade de respeito e tempo para o trabalho do treinador.
A colunista Milly Lacombe discute a proposta de punição a Neymar por uma declaração considerada misógina, argumentando contra a punição formal e defendendo medidas educativas e de conscientização. A autora sugere que a reeducação do jogador, através do envolvimento com vítimas de violência e leitura, seria mais eficaz para a transformação social do que multas e suspensões.
O artigo discute a criminalização da misoginia, argumentando que piadas machistas e a ridicularização do feminino perpetuam uma estrutura opressiva. A autora defende que a luta feminista visa libertar homens e mulheres dessa estrutura, promovendo empatia e vínculos.
A ex-mulher do técnico Martin Demichelis revelou que a filha do casal sofreu bullying e foi agredida por torcedores do Boca Juniors na escola. O incidente ocorreu após o River Plate, time então comandado por Demichelis, vencer o Boca em um clássico. A agressão foi classificada como 'bullying fatal' pela mãe da criança, que precisou ser levada ao hospital.
O artigo critica as atitudes misóginas e grosseiras dos jogadores Neymar e Allan durante partidas recentes. O autor descreve o comportamento de Allan com um gesto obsceno e de Neymar com uma fala considerada violenta psicologicamente contra as mulheres, argumentando que ambos demonstram falta de respeito e princípios equivocados.
A colunista Milly Lacombe analisa a declaração misógina de Neymar após uma partida, onde ele chamou o juiz de "chico", expressão historicamente usada para se referir à menstruação feminina. O artigo critica o silêncio e a falta de reação da imprensa e de figuras públicas diante desse tipo de fala, destacando como a misoginia se perpetua e dificulta sua criminalização.