Uma camisa personalizada do Palmeiras com o nome 'Benito' e o número '64' em homenagem ao cantor Bad Bunny gerou polêmica. A escolha do nome remete a Benito Mussolini, líder fascista, e o número '64' a 1964, ano do golpe militar no Brasil, gerando críticas de torcedores e rivais devido às ligações históricas do clube. O Allianz Parque se distanciou da publicação, afirmando que não era gerenciada pelo clube e buscando remover a palavra da camisa.
O artigo discute a saída do especialista em fascismo Jason Stanley dos Estados Unidos para o Canadá, motivada pelo que ele descreve como um regime autoritário liderado por Donald Trump. Stanley compara as táticas de Trump com as de Hitler e alerta para um golpe em andamento, com a desqualificação de opositores como terroristas.
A coluna de Milly Lacombe aborda a escalada do terror e do autoritarismo nos Estados Unidos sob a presidência de Donald Trump. O texto descreve ações cruéis da polícia imigratória (ICE) em Minnesota e a investigação de autoridades locais que criticaram tais medidas, além de exemplificar a retórica agressiva e os métodos autoritários de Trump em coletivas de imprensa e interações públicas, apontando para um cenário de fascismo.
A colunista Milly Lacombe faz uma previsão para 2026, descrevendo o ano como um dos mais desafiadores pessoal e coletivamente. Ela aborda a polarização política, a ascensão do fascismo, a necessidade de discernimento diante de fake news e a importância de buscar fontes confiáveis e vozes sábias para navegar pelas turbulências.
A colunista Milly Lacombe critica a 'colossal inaptidão' do presidente Lula em lidar com questões de gênero, argumentando que sua proibição da linguagem neutra na administração pública é ineficaz e ignora a evolução natural da língua. A autora defende que a linguagem não-binária é essencial para a inclusão e a luta contra a dominação e violência de gênero, especialmente diante do avanço do fascismo.