Novos documentos liberados dos arquivos de Jeffrey Epstein acusam o presidente estadunidense Donald Trump de pedofilia e estupro. As revelações, baseadas em testemunhos sob juramento de supostas vítimas que eram menores de idade na época, também apontam para a falta de ação do FBI e mencionam outras figuras públicas como Bill Gates, Bill Clinton e Elon Musk.
O vice-presidente da Federação Alemã de Futebol, Oke Gottlich, defendeu o debate sobre um possível boicote à Copa do Mundo deste ano, citando ações de Donald Trump e polêmicas passadas. Gottlich argumenta que é hora de discutir seriamente a retirada em massa da competição, questionando a inconsistência da FIFA em relação à politização e defesa de valores.
O artigo relata a morte de um homem de 37 anos em Minneapolis, Minnesota, após uma ação do ICE, a polícia imigratória armada por Trump. O governador Tim Walz criticou a violência e apelou a Trump para que a situação cesse, temendo que o presidente busque o caos para impor medidas mais rigorosas.
A matéria explora a existência e as peculiaridades do futebol na Groenlândia, um território conhecido por suas condições climáticas extremas e por ser alvo de interesse geopolítico. Aborda a formação de jogadores, a existência de uma seleção nacional amadora e a curta duração do campeonato local.
O artigo analisa o discurso de Mark Carney, Primeiro Ministro do Canadá, em Davos, que contrastou fortemente com a apresentação de Donald Trump. Carney criticou as políticas isolacionistas e a retórica trumpista, defendendo a cooperação entre nações e a atuação do Estado na proteção social e econômica, recebendo aplausos calorosos da audiência.
O artigo discute a saída do especialista em fascismo Jason Stanley dos Estados Unidos para o Canadá, motivada pelo que ele descreve como um regime autoritário liderado por Donald Trump. Stanley compara as táticas de Trump com as de Hitler e alerta para um golpe em andamento, com a desqualificação de opositores como terroristas.
A coluna de Milly Lacombe aborda a escalada do terror e do autoritarismo nos Estados Unidos sob a presidência de Donald Trump. O texto descreve ações cruéis da polícia imigratória (ICE) em Minnesota e a investigação de autoridades locais que criticaram tais medidas, além de exemplificar a retórica agressiva e os métodos autoritários de Trump em coletivas de imprensa e interações públicas, apontando para um cenário de fascismo.
O artigo discute a crescente improbabilidade da participação do Irã na Copa do Mundo de 2026, sediada nos Estados Unidos, devido à escalada das tensões geopolíticas entre os dois países. As prováveis retaliações e o contexto de uma iminente guerra tornam a viagem e a participação iraniana no evento esportivo uma tarefa quase impossível.
O artigo discute como Donald Trump está utilizando Minneapolis como um laboratório para implementar um regime autoritário e policial. A matéria detalha as ações violentas do ICE (polícia de imigração) na cidade, a repressão contra imigrantes e a escalada de violência policial, contrastando com as falas de Trump sobre o Irã.
O artigo de Juca Kfouri critica o congelamento de vistos dos EUA para cidadãos de 75 países, incluindo o Brasil, levantando preocupações sobre a participação de torcedores e familiares na Copa do Mundo. O autor expressa desaprovação pela política e pela relação de Gianni Infantino, presidente da Fifa, com figuras políticas controversas como Donald Trump.
O artigo analisa o recrutamento e treinamento do ICE (Immigration and Customs Enforcement), a polícia imigratória de Donald Trump, destacando o aumento de agentes e o armamento pesado adquirido. A autora expressa preocupação com a falta de rigor no treinamento e o potencial para abuso de poder, sugerindo que Trump pode usar manifestações contra o ICE para justificar uma investida autoritária.
A colunista Milly Lacombe analisa trechos da entrevista de Donald Trump ao New York Times, focando em sua obsessão por posse e destruição, ligando-a ao masculinismo e a políticas de saúde questionáveis. A matéria critica a agenda imperialista de Trump e suas ações, como a anexação de territórios e a construção de um salão de baile luxuoso.
A intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, com a captura de Nicolás Maduro, não deve impactar a Copa do Mundo de 2026. A Fifa tem um histórico de atuação apenas quando conflitos interferem diretamente na organização de competições ou no funcionamento das federações, o que não ocorreu neste cenário. O estatuto da entidade prevê suspensão de membros sob critérios específicos, sem punição automática por decisões de política externa.
O artigo discute como a execução de Renee Nicole Good, uma mulher branca e cidadã estadunidense, pela polícia ligada a Donald Trump, pode impactar sua base eleitoral. A autora argumenta que, ao contrário de casos anteriores envolvendo pessoas negras ou latinas, a morte de Good, que se assemelha às donas de casa dos subúrbios, pode gerar indignação e levar ao rompimento com Trump.
A colunista Milly Lacombe critica a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela sob o comando de Donald Trump, comparando-a com a violência policial nos EUA. O artigo argumenta que a invasão não resolveu os problemas do povo venezuelano e destaca o sofrimento das mulheres, além de questionar a hipocrisia democrática americana ao se aliar a regimes autoritários como a Arábia Saudita.
A colunista Milly Lacombe critica a agressão estadunidense à Venezuela, liderada por Donald Trump, classificando-a como ato de guerra imperialista e ilegal. Ela questiona como um país com tal conduta poderia sediar a Copa do Mundo, sugerindo que um boicote seria a única resposta democrática e argumentando que a FIFA está alinhada a Trump.
O atacante Savarino, do Botafogo, não conseguirá se reapresentar ao clube carioca no dia previsto devido ao fechamento dos aeroportos na Venezuela, após um ataque dos Estados Unidos ao país sul-americano. O jogador e sua família estão em segurança em Caracas, mas precisam aguardar a reabertura dos aeroportos para retornar ao Brasil.
A colunista Milly Lacombe critica veementemente a participação dos Estados Unidos na Copa do Mundo de 2026, argumentando que o país deveria ser banido pela FIFA devido à sua política externa agressiva e invasão da Venezuela. A autora compara a situação dos EUA com a da Rússia, que foi suspensa de competições internacionais.
O artigo de Juca Kfouri discute a presença e o interesse dos Estados Unidos na Amazônia, comparando-a com ações passadas relacionadas ao petróleo e a regimes na América Latina. A matéria levanta questões geopolíticas e de exploração de recursos naturais na região amazônica.
Novas restrições de entrada nos Estados Unidos, impostas por Donald Trump, afetaram dez jogos da Copa do Mundo de 2026. Cidadãos de países como Senegal, Costa do Marfim, Irã e Haiti enfrentam restrições parciais ou totais, impactando a presença de torcedores visitantes.