O artigo destaca Luis de la Fuente, técnico da seleção espanhola de futebol, como um contraponto positivo às figuras controversas de Donald Trump e Gianni Infantino durante a Copa do Mundo. De la Fuente é elogiado por seu discurso discreto, mas poderoso, focado em coletivismo, humanismo e bom senso.
O artigo discute como a Copa do Mundo de 2026 consolidou mudanças que alteraram a essência do torneio, com a política, interesses comerciais e entretenimento ganhando espaço. Donald Trump é destacado como um símbolo dessa transformação, evidenciando a aproximação inédita entre esporte e esfera política/comercial.
A matéria narra a tentativa frustrada de Donald Trump de se incluir na foto oficial da conquista da Copa do Mundo pela Espanha, sendo sutilmente afastado pelo presidente da FIFA, Gianni Infantino. O texto detalha a relação entre ambos, as intervenções políticas de Trump em decisões da FIFA e o uso do evento esportivo como palco político.
O artigo critica a presença e o comportamento de Donald Trump e Gianni Infantino na cerimônia de premiação da Copa do Mundo, destacando o desconforto gerado e a falta de decoro. A autora aponta Infantino como o principal culpado por permitir e até incentivar a participação de Trump em um momento que deveria ser dedicado aos atletas.
A coluna de Julio Gomes analisa o caos que marcou a Copa do Mundo de Trump, com destaque para o cancelamento do treino da Espanha devido a fortes chuvas e restrições de segurança nos EUA. O autor critica a organização da FIFA, que priorizou o lucro em detrimento do bom andamento da competição, impactando negativamente as equipes.
A matéria discute a final da Copa do Mundo de 2026 entre Espanha e Argentina, notando que será a segunda vez na história que a decisão ocorrerá com os dois times falando o mesmo idioma, o espanhol. O texto também aborda a decisão de Donald Trump de tornar o inglês idioma oficial dos Estados Unidos, contrastando com a realidade multicultural do país e a prevalência do espanhol em diversas regiões.
O árbitro brasileiro Raphael Claus agradeceu o apoio de instituições e mensagens recebidas após a FIFA revogar a suspensão do jogador Folarin Balogun. A punição foi aplicada por Claus em um jogo da Copa do Mundo, mas reconsiderada pela entidade máxima do futebol, inclusive após pressão de Donald Trump. A CBF também defendeu o árbitro diante das críticas.
A seleção da Bélgica comemorou a goleada de 4 a 1 sobre os Estados Unidos em uma partida da Copa do Mundo com uma 'dança do Trump', ironizando a polêmica envolvendo a suspensão de um cartão vermelho para um jogador americano. A equipe belga demonstrou irritação com a decisão da FIFA de liberar o atleta, sentindo como uma injustiça que serviu de motivação para o jogo.
Órgãos do governo dos EUA, incluindo o presidente Donald Trump, atuaram nos bastidores para anular a suspensão do atacante Folarin Balogun na Copa do Mundo. A intervenção resultou na liberação do jogador pela Fifa para a partida contra a Bélgica, gerando polêmica e críticas de diversas personalidades do futebol.
O presidente Donald Trump confirmou ter contatado a FIFA para rever a suspensão do cartão vermelho aplicado a Folarin Balogun, atacante dos EUA, durante a Copa do Mundo. Trump criticou o árbitro Raphael Claus, chamando-o de 'suspeito'.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria contatado Gianni Infantino, presidente da Fifa, para solicitar a reversão da suspensão do atacante Folarin Balogun. A decisão da Fifa de anular o cartão vermelho do jogador permitiu que ele atuasse nas oitavas de final da Copa do Mundo.
A matéria analisa a reunião entre Flávio Bolsonaro e Donald Trump, criticando a falta de substância do encontro e a baixa qualidade da fotografia resultante. O colunista compara a recepção de Lula com Trump, destacando a diferença de tratamento e a postura de Bolsonaro em buscar uma imagem pouco representativa.
O UFC divulgou novas imagens da estrutura a ser montada na Casa Branca para o evento "UFC Freedom 250", que celebra os 250 anos da independência dos EUA. O evento contará com público restrito, incluindo Donald Trump, e transmissão para o público em um parque próximo, com atrações musicais e telões. O card preliminar inclui lutas de Alex Poatan e Ilia Topuria.
A coluna de Juca Kfouri discute a reeleição de Lula e a influência do encontro com Donald Trump no cenário político. O autor critica os 'apressadinhos' que decretam o fim de governos com base em eventos pontuais, sugerindo que o sucesso diplomático com Trump pode ter um peso maior na eleição de outubro.
Donald Trump criticou os preços dos ingressos para a Copa do Mundo de 2026, afirmando que não pagaria US$ 1.000 para assistir à estreia dos EUA. O presidente da Fifa, Gianni Infantino, defendeu a política de preços, comparando-a com o mercado de entretenimento americano e justificando tarifas dinâmicas e revenda.
Donald Trump comentou a participação do Irã na Copa do Mundo de 2026, endossando a decisão da FIFA, mas expressando ceticismo sobre a qualidade da seleção iraniana. Gianni Infantino, presidente da FIFA, reforçou que o Irã jogará o torneio, pregando união e conexão.
O artigo critica a proposta de substituir a seleção do Irã pela Itália em uma Copa do Mundo, associando a ideia a Donald Trump e seu assessor Paolo Zampolli. O autor, Juca Kfouri, considera a sugestão um despautério que desmoralizaria a competição e ressalta a repulsa italiana à proposta.
Ministros italianos ironizaram a proposta de Donald Trump, através de seu enviado Paolo Zampolli, para que a Itália substituísse o Irã na Copa do Mundo de 2026. A sugestão foi considerada "vergonhosa" e "inapropriada" pelos representantes do governo italiano, que ressaltaram que a classificação deve ocorrer em campo.
A porta-voz do governo iraniano, Fatemeh Mohejerani, afirmou que a seleção nacional de futebol está se preparando para uma participação "orgulhosa e bem-sucedida" na Copa do Mundo de 2026. Apesar de tensões políticas e da guerra no país, a FIFA garante a presença do Irã na competição, com jogos agendados nos Estados Unidos. A concessão de vistos para a delegação iraniana ainda é uma questão a ser resolvida.
Um enviado de Donald Trump teria sugerido à Fifa que o Irã fosse substituído pela Itália na Copa do Mundo de 2026. A proposta visa melhorar as relações entre Trump e a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni. A Itália, tetracampeã mundial, não se classificou para o torneio.