A colunista Milly Lacombe critica a audiência pública convocada pelo ministro do STF Luiz Fux sobre as bets, marcada para 3 de novembro. Segundo ela, o debate exclui a sociedade civil — associações de saúde mental, médicos, consumidores e famílias afetadas pelo vício em apostas — e reúne apenas os interessados na volta das apostas online. A autora classifica o evento como um simulacro de democracia e uma ofensa à sociedade civil.
A colunista Milly Lacombe celebra a mobilização de eleitores idosos, com idades entre 70 e 100 anos, que superaram graves dificuldades de locomoção para votar na eleição presidencial disputada entre Lula e Flávio Bolsonaro. O texto apresenta o gesto dos mais velhos como declaração de amor pela vida e um legado para os jovens, comparando-o ao ato de plantar uma árvore cuja sombra nunca será desfrutada. A autora conclui que cabe às novas gerações honrar essa história e seguir lutando nos próximos quatro anos.
O Corinthians utilizou suas redes sociais para parabenizar Luiz Inácio Lula da Silva pela reeleição à Presidência do Brasil, encerrando a mensagem com uma saudação à democracia brasileira. É a segunda vez que o clube felicita o petista após uma vitória eleitoral, repetindo o gesto de 2022, quando Lula venceu Jair Bolsonaro. O presidente é torcedor declarado do Timão e costuma fazer referências ao clube em discursos e eventos públicos.
Juca Kfouri ironiza a queda da Bolsa de Valores após a vitória da democracia na eleição que deu a Lula o quarto mandato, listando os perdedores do resultado: a economista fã de Milei, o oculista que seria ministro, Nikolas Ferreira, Trump, as big techs e as bets. O colunista comemora que não vingou a anistia aos golpistas de 8 de Janeiro e faz troça do presidente do Flamengo, que caiu na Libertadores e errou sua aposta política. Fecha com ironia futebolística: só o Corinthians não pode cair.
Coluna de opinião de Juca Kfouri intitulada 'Vesti Democracia', publicada no canal de futebol do UOL em 26/10/2026. O conteúdo integral do texto está bloqueado por paywall, mas o contexto da página revela ambiente pós-eleitoral brasileiro de 2026, com a vitória de Lula sobre Flávio Bolsonaro. A coluna é uma peça de opinião em que o autor apresenta e defende suas ideias a partir de interpretação de fatos e dados.
O Sport Club Corinthians Paulista publicou mensagem nas redes sociais parabenizando o presidente Lula pela reeleição, com a frase 'Viva a democracia do Brasil'. O artigo contextualiza a trajetória eleitoral de Lula, que inicia seu quarto mandato após vencer Flávio Bolsonaro no segundo turno. Aos 80 anos, o petista garantiu uma virada histórica em relação ao resultado do primeiro turno.
O colunista PVC usa a trajetória do Corinthians para comentar as eleições presidenciais de 2026 entre Flávio Bolsonaro e Lula, alertando contra o voto de protesto. Ele compara a eleição que elegeu Augusto Melo na presidência do clube ao histórico 'voto Cacareco' de 1959 e evoca a Democracia Corinthiana de Sócrates e as Diretas Já como exemplos de votação positiva por ideias. O autor conclui que o Brasil deve evitar a eleição de protesto, lembrando que o Corinthians caiu para a zona de rebaixamento após escolher o 'Cacareco'.
O colunista Mauro Cezar Pereira critica o silêncio dos jogadores de futebol diante das ameaças à democracia brasileira, argumentando que figuras públicas com grande influência deveriam se posicionar contra o fascismo e a violência política. O texto evoca exemplos históricos como Sócrates, Casagrande, Wladimir e a Democracia Corinthiana, sugerindo que interesses comerciais explicariam a omissão dos atletas de hoje. Para o autor, defender a democracia não é questão partidária, mas compromisso com princípios fundamentais.
O Corinthians publicou nota oficial cumprimentando Lula pela reeleição à Presidência da República, encerrando com a frase 'Viva a democracia'. O presidente, corintiano declarado, venceu o segundo turno com 51,78% dos votos válidos, após estar atrás no primeiro turno. O clube também fez publicações nas redes sociais incentivando a participação dos torcedores no pleito.
Coluna de opinião que argumenta que o fascismo está historicamente ligado ao ataque aos direitos das mulheres, com base na hierarquia de gênero e no controle do corpo feminino. A autora conecta discurso de gênero de políticos de extrema direita no Brasil e nos EUA ao alerta sobre as eleições de 2026. Conclui que a eleição de domingo decidiria entre os valores do fascismo e a manutenção da democracia.
O colunista Rômulo Mendonça usa pesada ironia para comentar a possibilidade de virada nas eleições de 2026, comparando o cenário eleitoral brasileiro a memoráveis viradas esportivas, como a dos Knicks sobre os Spurs nas finais da NBA e a do Estudiantes sobre o Flamengo na Libertadores. Com sarcasmo, o texto contrapõe o suposto clima harmonioso e civilizado da disputa eleitoral às tensões reais entre os candidatos, citando os debates na Band e na TV Globo. A crítica final evidencia o desencanto do autor com a polarização política do país.
Juca Kfouri comenta a eliminação de Corinthians e Flamengo da Libertadores para o Estudiantes de La Plata, que fez as duas maiores torcidas do Brasil adiarem seus sonhos de títulos continentais. O colunista conecta as derrotas esportivas à mobilização da juventude universitária brasileira, destacando passeatas na UFF e na PUC-SP como sinal de uma virada democrática. É um texto de opinião que mistura futebol e política.
O colunista Walter Casagrande comenta o debate presidencial entre Lula e Flávio Bolsonaro, criticando o candidato da extrema direita. A coluna apresenta declarações do deputado italiano Ângelo Bonelli, que expressa preocupação com as eleições brasileiras, defende Lula como liderança global e comenta o caso da extradition de Carla Zambelli na Itália. O texto aborda ainda questões ambientais relacionadas à Amazônia e o alinhamento da família Bolsonaro com a direita internacional.
Colunista Walter Casagrande compara o escândalo envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, apelidado de 'Dom Vorcaro', à máfia italiana Cosa Nostra, sugerindo que ele pode delatar poderosos a quem deu favores, incluindo um ministro do STF. O texto denuncia a interferência no processo eleitoral, favorecendo a candidatura de Flávio Bolsonaro, e alerta para os riscos sofridos por quem investiga a corrupção, como o ministro Flávio Dino. O autor traça paralelos com o Maxiprocesso de Palermo e o trabalho dos juízes antimáfia Falcone e Borsellino.
A colunista Milly Lacombe analisa a postagem do PL no WhatsApp que associou Flávio Bolsonaro a Benito Mussolini, feita pelo próprio partido do senador. O texto interpreta o episódio como um alerta explícito do projeto político da extrema-direita para as eleições, comparando as propostas de Flávio com práticas fascistas e com governos como os de Trump e Milei. A autora conclui que o fascismo se tornou aceitável no debate público e convoca os eleitores a perceberem os sinais antes do pleito.
O colunista Walter Casagrande defende a mobilização de estudantes que foram às ruas em 12 estados do Brasil em protesto contra a candidatura de Flávio Bolsonaro e em defesa da democracia. O texto cita as pautas e investigações envolvendo o candidato, como os casos Dark Horse, Banco Master e rachadinhas. O autor recorre à música 'Me Gustan Los Estudiantes' de Violeta Parra para celebrar o movimento estudantil.
O colunista Juca Kfouri lista argumentos para rejeitar a candidatura de Bolsonaro nas eleições de 2026, destacando avanços como a saída do Brasil do mapa da fome e quatro anos sem sobressaltos. Ele caracteriza o retorno de Bolsonaro ao poder como ameaça à democracia, mencionando a tentativa de golpe, a idolatria a torturadores e a negação da ciência. O texto conclui afirmando que não é preciso gostar de Lula, bastando rejeitar Bolsonaro, e convoca os eleitores às urnas sem ódio e sem medo.
O colunista Walter Casagrande compara a campanha 'Dia 15, vote!' da Democracia Corinthiana nas eleições de 1982, ainda sob a ditadura militar, com a eleição presidencial de 4 de outubro de 2026. Ele relata sua participação pessoal nas manifestações pela redemocratização e faz um apelo ao voto, argumentando que hoje é preciso evitar uma nova ditadura. O texto também critica a qualidade dos debates políticos atuais, marcados por ofensas, mentiras e fake news nas redes sociais.
Walter Casagrande resgata a trajetória de Teotônio Vilela, político alagoano que defendeu a democracia durante a ditadura militar, e o contrasta com a pobreza política e de propostas dos candidatos atuais às vésperas das eleições. O texto destaca a música 'O Menestrel das Alagoas', de Milton Nascimento e Fernando Brant, e a ligação do autor com a Democracia Corinthiana de 1982. Casagrande conclui reafirmando sua defesa incondicional da democracia brasileira.
O artigo de Juca Kfouri, publicado no UOL, expressa uma forte posição contra as apostas esportivas no futebol. O autor convida os leitores a aderirem ao movimento 'Esporte pela Democracia' como forma de oposição a essa prática.