O colunista Walter Casagrande Jr. celebra a derrota dos republicanos nas eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, destacando a vitória democrata batizada de 'Onda Azul'. O texto critica duramente Donald Trump, a extrema direita internacional (Milei, Netanyahu) e os apoiadores brasileiros do movimento MAGA, como Tarcísio de Freitas e Ricardo Nunes. O autor ainda elogia Lula como estadista mundial, exalta a eleição de mulheres e minorias nos EUA e defende a soberania nacional brasileira.
Walter Casagrande critica, em tom satírico, o comportamento de apoiadores bolsonaristas após a derrota nas eleições presidenciais, que gravaram vídeos ofendendo o Nordeste, promoveram boicotes a empresários petistas e incentivaram demissões de eleitores de Lula. O colunista ironiza o discurso das pessoas que se 'desculpam' apenas após exposição negativa nas redes sociais. A coluna compara esses episódios a antigos programas educativos da TV Cultura, propondo ficticiamente um programa chamado 'Quem Me Conhece Sabe'.
Coluna de opinião que argumenta que o fascismo está historicamente ligado ao ataque aos direitos das mulheres, com base na hierarquia de gênero e no controle do corpo feminino. A autora conecta discurso de gênero de políticos de extrema direita no Brasil e nos EUA ao alerta sobre as eleições de 2026. Conclui que a eleição de domingo decidiria entre os valores do fascismo e a manutenção da democracia.
Coluna de opinião de Milly Lacombe critica duramente a coordenação da campanha presidencial de Lula, avaliando-a como a pior das democracias modernas. A autora afirma que, caso Lula vença a eleição, a vitória ocorrerá apesar do time de campanha e graças à mobilização popular e à fragilidade do rival Flávio Bolsonaro.
O colunista Walter Casagrande comenta o debate presidencial entre Lula e Flávio Bolsonaro, criticando o candidato da extrema direita. A coluna apresenta declarações do deputado italiano Ângelo Bonelli, que expressa preocupação com as eleições brasileiras, defende Lula como liderança global e comenta o caso da extradition de Carla Zambelli na Itália. O texto aborda ainda questões ambientais relacionadas à Amazônia e o alinhamento da família Bolsonaro com a direita internacional.
O colunista Walter Casagrande critica duramente o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, acusando-o de mentir, omitir informações e fugir de respostas durante a campanha eleitoral de 2026. Usando a metáfora de um filme de terror em contraste com 'Comer, Rezar, Amar', o autor questiona o tratamento favorecido dado ao candidato por veículos de imprensa como a Globo e cita suspeitas de vazamento de decisões do STJ envolvendo pessoas ligadas ao candidato. O texto também elogia Lula como estadista e questiona a estratégia do adversário para os debates televisivos.
A colunista Milly Lacombe analisa a postagem do PL no WhatsApp que associou Flávio Bolsonaro a Benito Mussolini, feita pelo próprio partido do senador. O texto interpreta o episódio como um alerta explícito do projeto político da extrema-direita para as eleições, comparando as propostas de Flávio com práticas fascistas e com governos como os de Trump e Milei. A autora conclui que o fascismo se tornou aceitável no debate público e convoca os eleitores a perceberem os sinais antes do pleito.
Coluna de opinião que critica a ascensão de deputados eleitos com agenda focada em atacar pessoas trans no novo parlamento brasileiro. A autora relaciona esse fenômeno às ideologias fascistas e de extrema-direita, historicamente masculinistas e misóginas. Questiona como a sociedade pode evitar a eleição de novos grupos-alvo de perseguição.
O colunista Walter Casagrande defende a mobilização de estudantes que foram às ruas em 12 estados do Brasil em protesto contra a candidatura de Flávio Bolsonaro e em defesa da democracia. O texto cita as pautas e investigações envolvendo o candidato, como os casos Dark Horse, Banco Master e rachadinhas. O autor recorre à música 'Me Gustan Los Estudiantes' de Violeta Parra para celebrar o movimento estudantil.
A colunista Milly Lacombe celebra o recorde de 50 mil pessoas no estádio para assistir o São Paulo conquistar o título do Brasileirão Feminino 2026, impulsionado diretamente pela torcida. Ela classifica a cena como histórica e projeta que 2027 será um ano ainda maior para o futebol feminino, com repercussão mundial. O texto também alerta para a possível ameaça da extrema direita masculinista ao esporte, mas afirma que a potência da festa não será abalada.
Uma campanha publicitária da Havaianas com Fernanda Torres gera polêmica ao ser interpretada pela extrema direita como uma mensagem subliminar contra Bolsonaro. A articulista Milly Lacombe critica a tática de tirar mensagens de contexto, que considera uma estratégia recorrente dessa vertente política.