Walter Casagrande critica, em tom satírico, o comportamento de apoiadores bolsonaristas após a derrota nas eleições presidenciais, que gravaram vídeos ofendendo o Nordeste, promoveram boicotes a empresários petistas e incentivaram demissões de eleitores de Lula. O colunista ironiza o discurso das pessoas que se 'desculpam' apenas após exposição negativa nas redes sociais. A coluna compara esses episódios a antigos programas educativos da TV Cultura, propondo ficticiamente um programa chamado 'Quem Me Conhece Sabe'.
A Yamaha anunciou que não participará do Grande Prêmio do Qatar de MotoGP, marcado para 8 de novembro, alegando a situação de tensão militar no Oriente Médio e as restrições de viagens em vigor na empresa. Com isso, os pilotos Fabio Quartararo, Álex Rins, Jack Miller e Raul Fernández ficam fora da etapa. A MotoGP se disse decepcionada com a decisão, citou implicações contratuais e afirmou que eventuais consequências esportivas serão administradas pela FIM.
Kylian Mbappé sofreu queda rápida de popularidade na China após declarações sobre Mao Tsé-Tung, com perda de patrocinadores e restrições em plataformas digitais. O artigo analisa o caso à luz do histórico de boicotes a marcas e celebridades estrangeiras no país, como Dolce & Gabbana, Nike e H&M. Especialistas apontam que episódios assim revelam riscos políticos e comerciais persistentes do mercado chinês para empresas e atletas.
Kylian Mbappé, astro do Real Madrid, provocou crise com a China ao comentar um meme que fazia referência a Mao Tsé-Tung durante entrevista ao canal ESN Media. Empresas chinesas como Dongpeng, Mengniu e Milkground encerraram contratos publicitários com o jogador, e a LALIGA divulgou comunicado se distanciando das declarações. Após a forte repercussão e ameaça de boicote, Mbappé pediu desculpas publicamente nas redes sociais.
O Real Madrid encerra o boicote à cerimônia da Bola de Ouro, iniciado após a derrota de Vini Jr. para Rodri na premiação de 2024. Uma delegação liderada por Kylian Mbappé, favorito ao prêmio, viajará para Londres junto com Cucurella, Yan Diomande e Emilio Butragueño. A decisão, tomada sob o comando de Florentino Pérez, marca o fim do veto do clube ao prêmio nos últimos dois anos.
O Milan declarou apoio ao boicote de seus torcedores contra a partida fora de casa contra a Udinese, em protesto aos ingressos de 65 euros cobrados aos visitantes. O clube pediu à Serie A que estabeleça um teto de preços para torcedores visitantes, citando o exemplo da Premier League, e ameaçou adotar política de reciprocidade no San Siro. A insatisfação é histórica, com o grupo Curva Sud tendo boicotado jogos contra Juventus e Torino nos últimos anos.
Por Trevor Stynes; Edição: Christian Radnedge em 2026-10-01
A partida entre Irlanda e Áustria, pela Nations League, foi interrompida após manifestantes pró-Palestina atirarem bolas de tênis no gramado do estádio Aviva, em Dublin. Os protestos fazem parte de uma campanha que pede o boicote aos jogos da seleção irlandesa contra Israel. O jogo contra Israel foi transferido para a Sérvia e será disputado com portões fechados.
Uma ala significativa dos clubes brasileiros decidiu não enviar representantes à reunião com o ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, marcada para terça-feira (29) em Brasília, o que levou ao cancelamento do encontro. Dirigentes avaliam que participar poderia ser visto como apoio a uma agenda eleitoral, a seis dias da votação, e criticam a falta de diálogo antes da medida provisória que proibiu as bets. Apesar do afastamento, clubes como Corinthians, Internacional e Atlético-MG seguem negociando linha de crédito e descontos em dívidas para reduzir o impacto financeiro do fim das casas de apostas.
A Irlanda venceu Israel por 3 a 0 pela Nations League B, mas o foco da partida foram os protestos dos jogadores irlandeses contra o conflito em Gaza. A equipe usou braçadeiras pretas, evitou cumprimentos e ficou de cabeça baixa durante o hino israelense, em decisão previamente aceita pela Uefa. O goleiro Gavin Bazunu se recusou a disputar o jogo e o técnico Heimir Hallgrímsson gerou polêmica ao afirmar que a equipe jogava 'contra o genocídio'.
Estrelas do tênis planejam um boicote às coletivas de imprensa em Roland Garros a partir de sexta-feira para protestar contra o valor da premiação. Os atletas limitarão as entrevistas a 15 minutos e recusarão entrevistas exclusivas, buscando maior participação nas receitas do torneio.
Aryna Sabalenka, líder do ranking mundial de tênis, compartilhou seu visual para Roland Garros e os bastidores de sua festa de 28 anos. A tenista, que busca seu primeiro título no saibro parisiense, também se manifestou sobre a premiação do torneio, cogitando um boicote.
A tenista Aryna Sabalenka cogita a possibilidade de um boicote em Roland Garros como forma de protesto por uma premiação mais justa no tênis. A atleta, número 1 do mundo, destacou que os jogadores podem se unir para reivindicar uma maior participação nas receitas dos torneios. A discussão surge mesmo com o anúncio de aumento na premiação de Roland Garros, que ainda assim fica atrás de outros Grand Slams.
O presidente da Federação de Futebol do Irã, Mehdi Taj, afirmou que o país boicotará os Estados Unidos, mas não a Copa do Mundo de 2026. Devido à guerra, o Irã busca disputar seus jogos em território mexicano, mas a FIFA não cogita aceitar o pedido. A seleção iraniana está no Grupo G do Mundial e todos os seus jogos na primeira fase acontecerão nos Estados Unidos.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que a entidade não tem o poder de resolver conflitos geopolíticos, em resposta a uma possível ameaça de boicote do Irã à Copa do Mundo de 2026. Infantino declarou que a organização "não pode resolver conflitos geopolíticos", mas que busca usar o futebol para "construir pontes e promover a paz". A participação do Irã no torneio está em dúvida devido à guerra entre EUA e Irã, com autoridades iranianas sugerindo boicote aos EUA, mas não à Copa do Mundo.
O presidente da Federação de Futebol do Irã, Mehdi Taj, declarou que o país boicotará os Estados Unidos, mas não a Copa do Mundo de 2026. A seleção iraniana continua sua preparação para o torneio, mesmo cogitando transferir seus jogos da primeira fase dos EUA para o México, em negociação com a FIFA.
A cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 foi marcada por boicotes de diversas nações e ausências por questões logísticas. A inclusão da Rússia e Belarus, devido à invasão da Ucrânia, foi o principal motivo do boicote. O Brasil, embora presente com nove atletas, não desfilou em Verona por questões de logística, mas participou remotamente da cerimônia.
A Ucrânia anunciou que boicotará a cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos de Inverno de Milão-Cortina em protesto contra a permissão para que atletas russos e bielorrussos compitam sob suas bandeiras nacionais. O Comitê Paralímpico Ucraniano considera a decisão escandalosa e exige que a bandeira ucraniana não seja usada na abertura, enquanto o Comitê Paralímpico Internacional se recusou a comentar.
O vice-presidente da Federação Alemã de Futebol, Oke Gottlich, defendeu o debate sobre um possível boicote à Copa do Mundo deste ano, citando ações de Donald Trump e polêmicas passadas. Gottlich argumenta que é hora de discutir seriamente a retirada em massa da competição, questionando a inconsistência da FIFA em relação à politização e defesa de valores.
A Alemanha estaria ameaçando boicotar a Copa do Mundo, levantando a questão sobre a realização do evento diante de decisões políticas e potenciais retaliações. A coluna de Juca Kfouri discute o boicote esportivo e a complexidade de punir atletas por ações de seus governos.
A colunista Milly Lacombe critica a agressão estadunidense à Venezuela, liderada por Donald Trump, classificando-a como ato de guerra imperialista e ilegal. Ela questiona como um país com tal conduta poderia sediar a Copa do Mundo, sugerindo que um boicote seria a única resposta democrática e argumentando que a FIFA está alinhada a Trump.