O vice-presidente da Federação Alemã de Futebol, Oke Gottlich, defendeu o debate sobre um possível boicote à Copa do Mundo deste ano, citando ações de Donald Trump e polêmicas passadas. Gottlich argumenta que é hora de discutir seriamente a retirada em massa da competição, questionando a inconsistência da FIFA em relação à politização e defesa de valores.
A Alemanha estaria ameaçando boicotar a Copa do Mundo, levantando a questão sobre a realização do evento diante de decisões políticas e potenciais retaliações. A coluna de Juca Kfouri discute o boicote esportivo e a complexidade de punir atletas por ações de seus governos.
A colunista Milly Lacombe critica a agressão estadunidense à Venezuela, liderada por Donald Trump, classificando-a como ato de guerra imperialista e ilegal. Ela questiona como um país com tal conduta poderia sediar a Copa do Mundo, sugerindo que um boicote seria a única resposta democrática e argumentando que a FIFA está alinhada a Trump.
A matéria analisa o boicote liderado pelos Estados Unidos às Olimpíadas de Moscou em 1980, criticando a politização do esporte e a violação dos direitos dos atletas. O autor argumenta que, embora o esporte possa ser uma ferramenta para promover direitos humanos, o boicote foi uma imposição estatal que prejudicou os competidores.
O Irã confirmou sua participação no sorteio da Copa do Mundo de 2026, após ameaçar um boicote devido a problemas com a concessão de vistos pelos Estados Unidos. Apesar das restrições políticas, uma delegação iraniana, incluindo o técnico, estará presente na cerimônia em Washington.