O artigo discute como a cidade de Minneapolis, palco da morte de George Floyd e de recentes protestos contra a violência policial, reafirma que o esporte não é um território neutro. Eventos sociais e tensões urbanas impactam diretamente as instituições esportivas, forçando-as a reagir e a cumprir compromissos assumidos com direitos humanos, especialmente com sedes de megaeventos como a Copa do Mundo de 2026 e as Olimpíadas de 2028.
O artigo discute como o esporte no Irã transcende a mera competição, tornando-se um palco para a disputa por direitos fundamentais, especialmente para as mulheres. A pressão internacional e a visibilidade midiática, incluindo prêmios como o Nobel, são apontadas como ferramentas cruciais para expor violações e combater o silenciamento imposto por regimes autoritários.
O artigo discute as implicações do ataque dos Estados Unidos à Venezuela no contexto do direito internacional e do esporte. Questiona a capacidade do movimento esportivo de manter sua neutralidade e aplicar princípios de direitos humanos diante de um conflito que envolve o país sede de grandes eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas.
A matéria analisa o boicote liderado pelos Estados Unidos às Olimpíadas de Moscou em 1980, criticando a politização do esporte e a violação dos direitos dos atletas. O autor argumenta que, embora o esporte possa ser uma ferramenta para promover direitos humanos, o boicote foi uma imposição estatal que prejudicou os competidores.
Uma nova política nos EUA exige que turistas forneçam histórico de redes sociais dos últimos cinco anos para entrar no país, ameaçando direitos humanos como liberdade de expressão e privacidade. Especialistas e organizações cobram reação da FIFA para garantir que os torcedores não precisem abrir mão de seus direitos básicos durante a Copa do Mundo de 2026.
O artigo discute a importância do Dia Mundial dos Direitos Humanos para o esporte, destacando a necessidade de transparência e coerência nas práticas das entidades esportivas. O autor critica a FIFA pela entrega de um "Prêmio da Paz" sem critérios claros, ressaltando os compromissos jurídicos e institucionais do esporte com os direitos humanos. Conclui que o futuro do esporte global depende de alinhamento entre autonomia, governança e respeito à dignidade humana.
A matéria critica a falta de transparência e critérios claros no Prêmio da Paz da FIFA, questionando como a entidade garante a proteção de direitos humanos em eventos esportivos. Organizações como a Human Rights Watch e a Sport & Rights Alliance exigem clareza sobre o processo de escolha e a prevenção de violações em meio a um cenário de retrocessos em direitos humanos nos EUA.
O presidente dos EUA, Donald Trump, foi homenageado pela FIFA com um prêmio pela paz durante o sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2026. A honraria, entregue por Gianni Infantino, foi alvo de críticas da Human Rights Watch devido a questões de direitos humanos.
O ex-jogador Reinaldo, ídolo do Atlético-MG e da Seleção Brasileira, recebeu anistia e uma indenização de R$ 100 mil após ser reconhecido como vítima de perseguição política durante a ditadura militar no Brasil. A decisão unânime do Conselho da Anistia destacou que o atleta, conhecido por comemorar gols com punhos cerrados em protesto, sofreu violência de Estado que afetou sua reputação e dignidade.
O artigo discute a evolução da postura do esporte em relação aos direitos humanos, transitando de uma abordagem passiva para uma proteção ativa. A autonomia esportiva não mais justifica exclusões ou discriminações, com decisões cada vez mais considerando direitos fundamentais.
Jogadoras da seleção feminina afegã, agora como 'refugee team' (Afghan Women United), retornam aos gramados em torneio reconhecido pela Fifa após fuga do Talibã. A iniciativa, fruto de pressão internacional, levanta discussões sobre direitos humanos e o papel do esporte diante de regimes opressores, com a Fifa apoiando a modalidade no exílio.
A Copa do Mundo de 2026, organizada por EUA, México e Canadá, promete ser um marco em termos de inclusão e direitos humanos. No entanto, a FIFA enfrenta um grande desafio em conciliar seu discurso institucional com a prática, evidenciado por políticas migratórias restritivas e riscos de exploração trabalhista. A matéria questiona a capacidade da entidade em proteger ativamente os direitos humanos, indo além do mero respeito.
O artigo critica a abordagem de segurança pública no Brasil, argumentando que a violência não é combatida com chacinas em favelas, mas sim exacerbada por elas. A autora defende que a verdadeira segurança pública se faz com respeito aos direitos humanos, investimento em infraestrutura e oportunidades, e não com a gestão de mortes.