O artigo discute a importância do Dia Mundial dos Direitos Humanos para o esporte, destacando a necessidade de transparência e coerência nas práticas das entidades esportivas. O autor critica a FIFA pela entrega de um "Prêmio da Paz" sem critérios claros, ressaltando os compromissos jurídicos e institucionais do esporte com os direitos humanos. Conclui que o futuro do esporte global depende de alinhamento entre autonomia, governança e respeito à dignidade humana.