Por Tamara Ferreira, com redação do ESPN.com.br em 2026-10-24
Candidatos à presidência do Santos dão suas opiniões sobre a participação de Neymar nas contratações de reforços do clube, que ajudaram o time a sair da briga contra o rebaixamento e sonhar com a Libertadores. Os candidatos avaliam positivamente os reforços, mas divergem sobre a interferência do jogador na gestão de futebol e levantam questões sobre planejamento e governança. A matéria também apresenta o perfil e as propostas das chapas concorrentes na eleição de 2026.
A Confederação Asiática de Futebol (AFC) reverteu sua posição anterior e declarou apoio à reeleição de Gianni Infantino como presidente da Fifa nas eleições de 2027. A decisão, anunciada pelo presidente Sheikh Salman em reunião em Tóquio, ocorre após desentendimentos anteriores envolvendo críticas de AFC, Uefa e Concacaf à governança da Fifa. A Uefa, no entanto, ainda articula a saída de Infantino, que não tem adversário declarado para a eleição de março de 2027.
A Uefa enviou uma carta à Fifa exigindo respostas até 2 de novembro sobre a gestão do presidente Gianni Infantino, incluindo o projeto Fifa Forward Enterprise e o Prêmio da Paz. O secretário-geral da Uefa, Theodore Theodoridis, enviou 42 perguntas em 12 temas, considerando que as respostas não podem esperar a reunião de dezembro do Conselho da Fifa. A Fifa respondeu que documentos do Conselho são confidenciais, enquanto Infantino concorre à reeleição em março de 2027.
A reportagem apresenta os cinco candidatos à presidência do Corinthians para o mandato de 2027 a 2029: André Castro, Ilmar Schiavenato, José Augusto Mendes (Zé Mendes), Rozzallah Santoro e Sergio Janikian. O atual presidente, Osmar Stabile, decidiu não tentar a reeleição. Os candidatos têm trajetórias profissionais diversas e propostas centradas principalmente na recuperação financeira, na governança e na estrutura administrativa do clube.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, participa de reunião do Conselho em Zurique fortalecido após crise que quase lhe custou o cargo. O encontro deve discutir distribuição de recursos às federações, propostas de reforma na governança e eventuais desafios de Uefa e Concacaf, que não apresentaram candidato alternativo. Infantino mantém caminho livre para reeleição em 2027, com prazo final de candidaturas em 18 de novembro.
O artigo analisa a recorrência de transfer bans aplicados pela Fifa a clubes brasileiros, com destaque para o Santos, que acumulou sete punições em menos de uma semana. O advogado especialista em direito esportivo Andrei Kampff alerta que a normalização das sanções expõe um problema estrutural de gestão financeira e governança no futebol nacional. O texto compara o cenário brasileiro com as principais ligas europeias, onde nenhum clube da primeira divisão está punido.
Ramon Vega, ex-zagueiro suíço que atuou por clubes como Tottenham e Celtic, declarou sua intenção de concorrer à presidência da Fifa nas eleições de março, tornando-se o primeiro rival público de Gianni Infantino. O ex-jogador criticou a governança atual da entidade e prometeu reformas para restaurar credibilidade e estabilidade. Infantino enfrenta oposição crescente, com federações europeias como Suíça, Inglaterra e França retirando o apoio à sua reeleição.
A Federação Norueguesa de Futebol apresentou denúncias à FIFA contra o presidente Gianni Infantino, envolvendo o Prêmio da Paz entregue a Donald Trump, a suposta intervenção na suspensão do jogador Folarin Balogun e o projeto FIFA Forward Enterprise. As denúncias foram enviadas ao Comitê de Ética e ao Comitê de Governança, Auditoria e Compliance, com pedido de investigações independentes e rápidas. A tramitação ganha urgência pela proximidade da eleição presidencial da FIFA, marcada para março de 2027.
A matéria aborda a venda da SAF do Vasco para o grupo dos irmãos Lamacchia e as críticas de conselheiros de oposição sobre a pressa do processo de votação. O colunista Rodrigo Mattos alerta que a condução apressada pode repetir os problemas ocorridos no acordo anterior com a 777. Entre os pontos questionados estão a documentação entregue em cima da hora, a redução da participação do clube de 30% para 10% e questões de governança no conselho de administração.
A Fifa acusou a Uefa de orquestrar uma campanha de desinformação ao pedir acesso a documentos do projeto frustrado de venda de participações da Copa do Mundo a investidores privados, em carta enviada à Justiça da Flórida. O episódio intensifica a crise entre a Fifa e confederações como Uefa, Concacaf e AFC, que cobram reforma da governança da entidade. Infantino, único candidato à reeleição em 2027, abriu espaço para conversas sobre redistribuição de recursos.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, determinou uma avaliação de propostas para distribuir mais recursos às associações nacionais, após pressão de Uefa e Concacaf pelo repasse de US$ 2,1 bilhões das reservas da entidade. A avaliação será apresentada ao Conselho da Fifa em 15 de outubro, e qualquer verba adicional dependerá de análises financeiras e aprovação formal. O contexto inclui a retirada do projeto FIFA Forward Enterprise, abandonado em julho após oposição de confederações.
Wladimir Mattos, candidato à presidência do Santos, concedeu entrevista ao Lance! e detalhou seu projeto para o clube, com foco em governança, equilíbrio financeiro e aproveitamento das categorias de base. Ele destacou o papel de Neymar como potencial gerador de receitas e atrativo para novos jogadores, defendeu a conversão do clube em SAF e planos para levar jogos de volta a São Paulo, no Pacaembu. O candidato traçou ainda prazos, prevendo o primeiro ano de eventual mandato como período de ajustes e a reconstrução de um time competitivo até o fim da gestão.
O São Paulo Futebol Clube realizou uma reunião com seus gestores para discutir um projeto de transformação institucional focado em reorganização financeira e governança. O objetivo é alcançar a sustentabilidade financeira e o protagonismo no futebol brasileiro.
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) realizou o Summit Brasil Paralímpico, um evento focado em Direito Esportivo que reuniu autoridades judiciárias, representantes do Legislativo e especialistas para debater inclusão, governança e financiamento. O ministro do STF, Gilmar Mendes, ministrou a palestra magna sobre a importância do direito como ferramenta para o esporte paralímpico.
O São Paulo anunciou a contratação de uma consultoria especializada para investigar denúncias de irregularidades e quebra de integridade ligadas ao clube. A investigação visa apurar os fatos, aprimorar controles internos e as práticas de governança. As denúncias culminaram no impeachment e renúncia do ex-presidente Julio Casares.
A Liga Forte União anunciou sua mudança de nome para Futebol Forte União (FFU), marcando uma nova fase estratégica para a entidade. A iniciativa busca consolidar a união entre os clubes afiliados, ampliar a geração de valor coletivo e fortalecer a governança interna em um mercado cada vez mais competitivo.
O artigo de Juca Kfouri descreve a atual crise ética e moral que assola o São Paulo Futebol Clube, argumentando que o clube abandonou seus princípios de governança e transparência. São apresentados indícios de uso do clube para fins privados, endividamento recorde e falha do Conselho Consultivo em tomar medidas. A matéria analisa a degradação institucional desde um passado de excelência.
Novak Djokovic anunciou sua saída da Associação Profissional de Tenistas (PTPA) devido a divergências em relação à transparência e governança. A decisão ocorre em um momento de embate institucional da PTPA contra as principais organizações do tênis, buscando reformas na distribuição de prêmios e no calendário.
Rodrigo Mattos, em artigo no UOL News Esporte, critica o sistema de governança do São Paulo, classificando-o como falido e ultrapassado. Ele defende uma mudança profunda, com abertura para votação de todos os sócios, para garantir maior transparência e participação democrática.
Um conselheiro de oposição do Palmeiras, Luiz Fernando Marrey Moncau, pede uma agenda de modernização democrática para o clube, criticando a tendência de perpetuação no poder e propondo maior profissionalização, transparência, governança, democracia e responsabilidade.