A 6ª edição do Festival de Surf Onda Azul, um projeto pioneiro no Brasil para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), acontecerá gratuitamente neste sábado em Florianópolis. O evento visa promover inclusão, lazer e tratamento acessível através do surf.
O Coritiba promoveu ações de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) durante partida contra o Atlético-MG pelo Campeonato Brasileiro. Iniciativas incluíram a entrada de crianças autistas em campo e o uso de camisas com numeração colorida pelos jogadores. A ação, realizada em parceria com o Instituto Adimax, reforça o compromisso do clube com a inclusão e a acessibilidade no futebol.
A decisão do Comitê Olímpico Internacional (COI) de usar dados genéticos como critério de elegibilidade no esporte feminino é criticada por sua falta de base científica e potencial conflito com o direito brasileiro. A medida é vista como um retrocesso nos direitos humanos e na inclusão, ignorando evidências que mostram pouca diferença de desempenho entre mulheres trans e cis após transição hormonal.
Capitães do Grêmio e Remo optaram por não realizar o sorteio de campo e bola antes de sua partida pelo Campeonato Brasileiro. A decisão foi tomada para que o time gaúcho pudesse atacar para o lado escolhido durante todo o jogo, permitindo uma ação de inclusão com pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no intervalo.
O Esporte Clube Vitória realizará uma ação de conscientização sobre o autismo antes de sua partida contra o Cruzeiro pelo Campeonato Brasileiro. Atletas, comissão técnica e o treinador Jair Ventura usarão colares e camisas com mensagens da campanha, que visa promover inclusão e respeito. A iniciativa antecede o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado em 2 de abril.
O Orixi Pride sagrou-se campeão da 2ª Copa de Futsal LGBTQIAPN+ de Óbidos após vencer a Seleção de Curuá por 3 a 2 em uma partida emocionante. O evento celebrou a inclusão e a força da comunidade LGBTQIAPN+ no esporte, contando com desfiles de musas e disputa pelo terceiro lugar.
A Comissão de Esporte aprovou um projeto que exige a reserva de assentos para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em estádios de futebol e arenas esportivas com capacidade para 10 mil pessoas ou mais. A proposta, que também prevê medidas de acessibilidade sensorial, segue para análise na Câmara dos Deputados. Diversos clubes brasileiros já implementaram salas sensoriais e movimentos de torcida buscam promover a inclusão da comunidade autista no esporte.
O artigo detalha um dia agitado no Corinthians, marcado por prazos de transferências, lesões de jogadores como Memphis Depay e a convocação de Hugo Souza e Carrillo para seleções. A matéria também relembra a figura histórica de Baltazar e discute o desempenho de Gabriel Paulista na zaga, além de abordar a crise institucional com o pedido de intervenção e o pioneirismo do clube em inclusão para pessoas com TEA.
O São Paulo promoveu uma ação especial no sábado para homenagear o Dia Internacional da Síndrome de Down, convidando 22 torcedores para uma experiência no estádio durante o clássico contra o Palmeiras. Os jogadores vestiram uniformes com patches de inclusão e o estádio exibiu mensagens de conscientização sobre a síndrome.
Teresópolis sediará a 1ª Copa ECOAR de Jiu-Jitsu, um evento com foco em inclusão social e participação de crianças e jovens. A competição busca democratizar o acesso a campeonatos, oferecendo oportunidades para atletas de núcleos vulneráveis e pessoas com deficiência.
O Benfica anunciou a suspensão de um grupo de sócios devido a atos de racismo. O clube reiterou seu compromisso com o respeito e a inclusão, declarando tolerância zero para comportamentos discriminatórios. A medida surge em um contexto de polêmicas racistas no futebol, como o caso Vinícius Júnior.
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) realizou o Summit Brasil Paralímpico, um evento focado em Direito Esportivo que reuniu autoridades judiciárias, representantes do Legislativo e especialistas para debater inclusão, governança e financiamento. O ministro do STF, Gilmar Mendes, ministrou a palestra magna sobre a importância do direito como ferramenta para o esporte paralímpico.
O artigo discute como a performance de Bad Bunny no Super Bowl rompeu com a ideia de neutralidade esportiva, transformando o evento em um manifesto artístico pela inclusão e pelos direitos humanos. A análise destaca que o esporte, por sua natureza jurídica, econômica e social, não pode se dissociar de questões políticas e de dignidade humana, especialmente quando a autonomia esportiva é exercida em detrimento de direitos fundamentais.
O artigo narra a história da Maré Vermelha, torcida gay do Inter de Santa Maria, que existiu de 1979 a 1990. Fundada por Marcelino Cabral, a torcida surgiu do carnaval e buscou ampliar espaços de convivência para pessoas LGBT+ no futebol. Apesar de preconceitos, a Maré Vermelha se destacou pela resistência e legado de inclusão.
O atacante Rayan, do Vasco, tornou-se padrinho do projeto social "Craque do Amanhã", que utiliza o futebol para inclusão e transformação social. A iniciativa beneficia milhares de pessoas com ações educacionais, culturais e socioassistenciais. Paralelamente, o jogador tem uma proposta do Bournemouth, da Inglaterra, que o Vasco ainda considera baixa.
A Corrida Internacional de São Silvestre de 2025 celebra a inclusão de atletas com deficiência, destacando o papel crucial dos guias que auxiliam corredores com limitações. A matéria aborda a história de Luis Ricardo dos Santos, psicólogo e corredor, que se tornou guia, e da atleta Marina Barbosa, que encontrou na corrida uma nova perspectiva após perder a visão. A prova deste ano conta com cerca de 300 pessoas com deficiência inscritas, reforçando o espírito de união e superação.
O Rio Open confirmou a terceira edição do torneio de tênis em cadeira de rodas "Wheelchair Tennis Elite" para 2026. A competição ocorrerá em fevereiro, com semifinais, final de simples e uma exibição de duplas, reforçando os valores de diversidade e inclusão do evento.
A jogadora de vôlei Tifanny Abreu foi barrada de disputar o Mundial de Clubes por decisão do Comitê de Elegibilidade de Gênero da FIVB. Mesmo assim, ela subiu ao pódio para receber a medalha de bronze com o Osasco e emocionou-se ao falar sobre inclusão e transfobia. Colegas de equipe e torcedores demonstraram apoio à atleta.
A 29ª edição da São Silvestrinha, realizada em São Paulo, reuniu mais de 800 crianças e adolescentes entre 4 e 17 anos. O evento, que faz parte da tradicional Corrida de São Silvestre, teve como objetivo incentivar a prática esportiva e o desenvolvimento social dos jovens, com depoimentos de campeões, atletas e mães de participantes com deficiência.
A pivô espanhola Lysa Tchaptchet denunciou comentários racistas e xenofóbicos recebidos após a derrota da Espanha para as Ilhas Faroé no Mundial de Handebol Feminino. A Federação Espanhola de Handebol formalizou uma denúncia à Polícia Nacional, condenando os ataques e reiterando o compromisso com a diversidade e inclusão no esporte.