O artigo narra a história da Maré Vermelha, torcida gay do Inter de Santa Maria, que existiu de 1979 a 1990. Fundada por Marcelino Cabral, a torcida surgiu do carnaval e buscou ampliar espaços de convivência para pessoas LGBT+ no futebol. Apesar de preconceitos, a Maré Vermelha se destacou pela resistência e legado de inclusão.
O atacante Rayan, do Vasco, tornou-se padrinho do projeto social "Craque do Amanhã", que utiliza o futebol para inclusão e transformação social. A iniciativa beneficia milhares de pessoas com ações educacionais, culturais e socioassistenciais. Paralelamente, o jogador tem uma proposta do Bournemouth, da Inglaterra, que o Vasco ainda considera baixa.
A Corrida Internacional de São Silvestre de 2025 celebra a inclusão de atletas com deficiência, destacando o papel crucial dos guias que auxiliam corredores com limitações. A matéria aborda a história de Luis Ricardo dos Santos, psicólogo e corredor, que se tornou guia, e da atleta Marina Barbosa, que encontrou na corrida uma nova perspectiva após perder a visão. A prova deste ano conta com cerca de 300 pessoas com deficiência inscritas, reforçando o espírito de união e superação.
O Rio Open confirmou a terceira edição do torneio de tênis em cadeira de rodas "Wheelchair Tennis Elite" para 2026. A competição ocorrerá em fevereiro, com semifinais, final de simples e uma exibição de duplas, reforçando os valores de diversidade e inclusão do evento.
A jogadora de vôlei Tifanny Abreu foi barrada de disputar o Mundial de Clubes por decisão do Comitê de Elegibilidade de Gênero da FIVB. Mesmo assim, ela subiu ao pódio para receber a medalha de bronze com o Osasco e emocionou-se ao falar sobre inclusão e transfobia. Colegas de equipe e torcedores demonstraram apoio à atleta.
A 29ª edição da São Silvestrinha, realizada em São Paulo, reuniu mais de 800 crianças e adolescentes entre 4 e 17 anos. O evento, que faz parte da tradicional Corrida de São Silvestre, teve como objetivo incentivar a prática esportiva e o desenvolvimento social dos jovens, com depoimentos de campeões, atletas e mães de participantes com deficiência.
A pivô espanhola Lysa Tchaptchet denunciou comentários racistas e xenofóbicos recebidos após a derrota da Espanha para as Ilhas Faroé no Mundial de Handebol Feminino. A Federação Espanhola de Handebol formalizou uma denúncia à Polícia Nacional, condenando os ataques e reiterando o compromisso com a diversidade e inclusão no esporte.
A colunista Alicia Klein critica duramente o técnico Abel Braga por comentários homofóbicos e misóginos em sua apresentação no Internacional. Klein argumenta que o futebol precisa de um ambiente mais inclusivo, com menos preconceitos como os demonstrados por Braga, e que a homofobia recreativa prejudica o esporte e a sociedade.
A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD) e a Federação Paulista de Futebol (FPF) firmaram uma parceria com o objetivo de aprimorar a inclusão de pessoas com deficiência em estádios de futebol. A iniciativa inclui capacitação técnica para diretores de jogos e a oferta de ingressos para eventos, visando garantir um acolhimento mais respeitoso e autônomo.
A colunista Milly Lacombe critica a 'colossal inaptidão' do presidente Lula em lidar com questões de gênero, argumentando que sua proibição da linguagem neutra na administração pública é ineficaz e ignora a evolução natural da língua. A autora defende que a linguagem não-binária é essencial para a inclusão e a luta contra a dominação e violência de gênero, especialmente diante do avanço do fascismo.
A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD) inaugurou uma exposição em celebração aos 30 anos do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). A mostra, intitulada "CPB 30 Anos – O Brasil que Inspira o Mundo", exibe itens históricos e celebra as conquistas do paradesporto nacional. O evento contou com a presença de autoridades, atletas paralímpicos e medalhistas, destacando a importância do esporte na inclusão e transformação de vidas.
Jovens da Associação Desportiva Bom Sucesso, da zona rural de São Gonçalo do Amarante, participarão da Copa Nova Geração em Natal. O projeto, que foca na inclusão e transformação social através do esporte, foi contemplado com isenção de taxa de inscrição. A iniciativa atende mais de 200 crianças e adolescentes e visa formar cidadãos com valores como disciplina e respeito.
O Coritiba lançou uma camisa especial em prol da luta contra o racismo, com design inspirado na cultura africana e tipografia ativista. A peça, em edição limitada, carrega mensagens de inclusão e respeito, com o lema "Racistas não são bem-vindos no Couto".
O Projeto Gol do Brasil, iniciativa da CBF com apoio da FAF e Seduc-AM, chega a Manaus para promover o desenvolvimento humano através do futebol. O programa utiliza o esporte como ferramenta de educação, inclusão e cidadania para crianças e adolescentes, reforçando o compromisso com as categorias de base e o surgimento de novos talentos no Amazonas.
A Expo Brasil Paralímpico + Reatech 2025, realizada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e Fieira Milano em São Paulo, promove acessibilidade, reabilitação e inclusão social através do esporte. O evento de três dias reunirá instituições, empresas, atletas e organizações para debater inovações, experiências e homenagear a inclusão, com destaque para o Prêmio São Paulo Acessível 2025.
A Copa do Mundo de 2026, organizada por EUA, México e Canadá, promete ser um marco em termos de inclusão e direitos humanos. No entanto, a FIFA enfrenta um grande desafio em conciliar seu discurso institucional com a prática, evidenciado por políticas migratórias restritivas e riscos de exploração trabalhista. A matéria questiona a capacidade da entidade em proteger ativamente os direitos humanos, indo além do mero respeito.
A filha do goleiro Cássio, Maria Luiza, inspirou a criação da Lei Maria Luiza em Uberlândia (MG). A nova lei proíbe escolas particulares de cobrarem valores adicionais para matrícula ou permanência de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A iniciativa visa combater a discriminação e garantir igualdade de oportunidades na educação.
A filha do goleiro Cássio, do Cruzeiro, Maria Luiza, inspirou uma nova lei em Uberlândia que visa garantir a inclusão de estudantes autistas em escolas privadas. A medida obriga as instituições a aceitarem alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e a fornecerem um documento caso recusem a matrícula por motivos discriminatórios.