O carnavalesco Milton Cunha relata ao UOL como a história revolucionária do Vasco da Gama o ajudou a superar a homofobia que o afastou do futebol na infância e juventude. Nascido na Ilha de Marajó, ele conta que descobriu o caráter democrático do clube através do avô e de pesquisas universitárias, o que o levou a se tornar torcedor vascaíno. A reportagem é publicada às vésperas do jogo contra o Boca Juniors, pela semifinal da Sul-Americana.
Por Lucas Espogeiro e Marcelo Barone em 2026-10-08
O levantador Fernando Cachopa condena os ataques homofóbicos sofridos por quatro companheiros da seleção brasileira de vôlei (Douglas Souza, Douglas Pureza, Maique e Adriano) após resultados ruins na Liga das Nações. O jogador afirma que relacionar o desempenho da equipe à sexualidade dos atletas foi injusto e configurou crime, passível de denúncia. Na entrevista, Cachopa também fala sobre a vaga conquistada para Los Angeles 2028, os planos com o técnico Bernardinho, seu noivado com Sofia Monza e a nova fase no vôlei turco, defendendo o Fenerbahçe.
O meia Flávio Medeiros, que atuou por Bahia e Vitória, relembra em entrevista ao ge os bastidores de sua polêmica transferência entre os rivais baianos e a campanha contra a homofobia com a camisa 24. Ele também relata os desafios e preconceitos enfrentados na Arábia Saudita, onde joga desde 2022 e atualmente defende o Al-Faisaly. Aos 30 anos, o jogador celebra títulos, maturidade e a realização de sonhos dentro e fora de campo.
A Uefa anunciou uma punição ao jogador Gianluca Prestianni por ofensas homofóbicas, com o cumprimento parcial da suspensão. A decisão ignora a acusação de racismo feita por Vinicius Júnior, levando a críticas sobre a demora e a forma como o caso foi tratado pela entidade.
O ex-zagueiro Luisão criticou a punição da UEFA ao jogador Gianluca Prestianni por homofobia no caso envolvendo Vinicius Junior. Luisão questiona se a ofensa foi realmente homofóbica e argumenta que a punição envia uma mensagem perigosa, podendo amenizar consequências de atos discriminatórios.
A Uefa puniu Gianluca Prestianni, jogador do Benfica, com até seis jogos de suspensão por insultos homofóbicos contra Vini Jr. do Real Madrid. A pena suspensa pode afetar a participação do argentino na Copa do Mundo de 2026.
A coluna de opinião de Alicia Klein critica o ex-goleiro Marcos por ter reagido com um emoji de risada a uma notícia sobre ofensas racistas sofridas por Hugo Souza. A autora questiona a continuidade de Marcos como ídolo diante de suas postagens preconceituosas e de sua desculpa considerada superficial, destacando o impacto negativo do racismo, machismo e homofobia no esporte.
O jogador australiano Josh Cavallo, que se declarou homossexual, acusou seu ex-clube, o Adelaide United, de homofobia. Segundo Cavallo, decisões internas foram tomadas com base em sua orientação sexual, o que o afastou dos jogos. O clube negou as acusações, afirmando que todas as decisões de escalação são baseadas em critérios esportivos e destacando seu compromisso com a inclusão.
O artigo investiga a homofobia no futebol brasileiro, destacando que 70% dos times da Série A não utilizam a camisa de número 24, associada ao animal 'veado' no jogo do bicho. A matéria relata casos de polêmicas e ações judiciais, além da recente declaração homofóbica do técnico Abel Braga, que gerou repercussão negativa e promessa de acionamento do STJD.
A coluna critica a inação da CBF e do STJD em casos de homofobia e misoginia no futebol, contrastando com outras áreas de atuação das entidades. A autora argumenta que o silêncio demonstra descaso com a luta contra o preconceito, citando exemplos de jogadores, técnicos e dirigentes.
O artigo critica a CBF e o Internacional pela passividade diante de declarações misóginas e homofóbicas do técnico Abel Braga, argumentando que essa inércia contribui para a perpetuação da violência contra mulheres. A autora destaca a falta de ação por parte das entidades após um incidente similar com Ramon Díaz, ressaltando a hipocrisia na defesa de outros homens em casos de xenofobia.
Grupos LGBT+ denunciaram o técnico Abel Braga e o Internacional ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) após uma declaração homofóbica do treinador. Os movimentos buscam punições severas para combater discursos discriminatórios no futebol, argumentando que um simples pedido de desculpas não resolve o problema e que o esporte ainda é um ambiente propício a esse tipo de opinião.
A colunista Alicia Klein critica duramente o técnico Abel Braga por comentários homofóbicos e misóginos em sua apresentação no Internacional. Klein argumenta que o futebol precisa de um ambiente mais inclusivo, com menos preconceitos como os demonstrados por Braga, e que a homofobia recreativa prejudica o esporte e a sociedade.
Vitor Roque, atacante do Palmeiras, publicou um comunicado contra a homofobia após acordo com o STJD para evitar suspensão. A publicação, parte de um acordo, visa combater a discriminação e o preconceito no esporte e na sociedade.
A colunista Milly Lacombe critica a leniência da justiça desportiva em casos de Bruno Henrique e Vitor Roque, questionando a eficácia de punições como multas e posts em redes sociais diante de atitudes consideradas graves. Ela levanta a questão sobre o papel do STJD em combater a manipulação de jogos e preconceitos no esporte.
O Palmeiras conseguiu livrar o jogador Vitor Roque de um julgamento no STJD. Através de um acordo, o clube pagará uma multa de R$ 80 mil e o atleta fará uma publicação contra homofobia no Instagram. Essa transação disciplinar evita uma possível suspensão nas rodadas finais do Brasileirão.
O Palmeiras chegou a um acordo com o STJD para evitar a suspensão do atacante Vitor Roque, que postou conteúdo homofóbico nas redes sociais. Em vez de suspensão, o jogador pagará uma multa e deverá publicar mensagem de apoio ao combate à homofobia.
O Palmeiras solicitou uma transação disciplinar ao STJD para evitar que o atacante Vitor Roque seja suspenso do Brasileirão. O jogador foi denunciado por um post considerado homofóbico após a vitória contra o São Paulo, e o clube busca um acordo para substituir a suspensão por outra punição, como multa. Roque se defende, alegando que foi uma brincadeira sem maldade e expressa esperança de não ser punido.
A colunista Milly Lacombe critica a postura do jogador Vitor Roque em entrevista sobre postagem misógina e homofóbica. Segundo ela, o atleta falhou em se desculpar de forma madura, minimizando o ato com a justificativa de "foi só uma brincadeira", o que a colunista interpreta como falta de aprendizado sobre o tema e um reforço para quem defende punição.
O artigo analisa a declaração do jogador Vitor Roque sobre sua publicação homofóbica, onde ele a classificou como "brincadeira" e negou intenção maliciosa. Especialistas como Lucas Musetti e Luiza Oliveira criticam a falta de compreensão do atleta sobre a gravidade do ato e a necessidade de medidas educativas para combater o preconceito no esporte.