O Conselho Deliberativo do Palmeiras aprovou por 121 votos a 42 a suspensão de nove meses do conselheiro José Corona Neto, após sindicância interna. A punição decorre de declarações misóginas e ofensas proferidas contra a presidente Leila Pereira e o diretor de futebol Anderson Barros em reunião de dezembro. Corona já havia acionado a Justiça comum contra as declarações públicas da presidente.
Colunista Juca Kfouri critica duramente Renato Gaúcho por defender seu auxiliar técnico Alexandre Mendes, acusado de violência contra a ex-companheira, chamando-o de 'inocente' mesmo antes do julgamento. O texto aponta que o treinador, frustrado com os maus resultados à frente do Grêmio, tentou desviar o foco de seu desempenho e reforçou sua adesão aos Bolsonaros, conhecidos por atos e palavras misóginos.
Coluna de opinião que critica a ascensão de deputados eleitos com agenda focada em atacar pessoas trans no novo parlamento brasileiro. A autora relaciona esse fenômeno às ideologias fascistas e de extrema-direita, historicamente masculinistas e misóginas. Questiona como a sociedade pode evitar a eleição de novos grupos-alvo de perseguição.
Coluna opinionativa de Alicia Klein critica as contradições de Leila Pereira, presidente do Palmeiras, que se posiciona como feminista e vítima de misoginia, mas chama de 'imbecis' quem questiona o conflito de interesses na compra da SAF do Vasco por sua família. O texto aponta que Leila despreza críticas da torcida e de opositores, seguindo inclusive no Instagram de uma deputada que se declara inimiga das feministas. A autora conclui que a bilionária presidente comprou o 'direito à contradição'.
Um maqueiro acusado de proferir ofensas misóginas contra uma jogadora sub-20 do São Paulo teve seu vínculo encerrado pela Ferroviária. O incidente ocorreu após a partida de volta da semifinal do Brasileirão Feminino Sub-20. A árbitra acionou o protocolo antirracismo e misoginia, e o clube paulista prestará suporte à atleta.
Um maqueiro da Ferroviária foi acusado de proferir ofensas machistas contra uma jogadora do São Paulo durante uma partida do Brasileirão Feminino Sub-20. A Ferroviária demitiu o profissional e emitiu nota de repúdio, mas a autora do artigo defende a exposição do nome do acusado para responsabilização social.
Uma jogadora do São Paulo, Sarah Aysha, acusou um maqueiro da Ferroviária de ofensas misóginas durante a semifinal do Campeonato Brasileiro Feminino Sub-20. O incidente ocorreu na Fonte Luminosa e foi relatado pela atleta como inadmissível. A Federação Paulista de Futebol (FPF) e os clubes lamentaram o ocorrido e prometeram apuração interna e medidas cabíveis.
O jogo entre CSE e CSA pela Série D do Brasileiro foi marcado por ataques misóginos de torcedores do CSE contra assistentes e uma jornalista. As agressões verbais e machistas levaram a manifestações de repúdio de federações e sindicatos, que exigem apuração e punição dos envolvidos.
O artigo discute a estratégia de "falsos debates" utilizada para disseminar desinformação e normalizar discursos perigosos, como o negacionismo e a misoginia. A autora, Milly Lacombe, em conversa com o professor Michel Gherman, explica como essa tática visa confundir e paralisar o raciocínio, legitimando opiniões inaceitáveis sob o pretexto de "outro lado".
A coluna discute como a masculinidade hegemônica em alguns jogadores de futebol reage negativamente a um drible, interpretando-o como uma afronta. A autora argumenta que essa fragilidade masculina torna o futebol mais chato e que a presença feminina evidencia esses comportamentos.
O artigo critica a indicação de Jorge Messias ao STF, destacando sua posição contrária ao aborto e como isso demonstra sua inadequação para a corte. A autora argumenta que o debate sobre aborto é complexo e não deve ser reduzido a posições extremistas ou a declarações feitas em sabatinas.
O documentário "Por Dentro da Machosfera" de Louis Theroux é criticado por não associar o crescimento da misoginia e dos discursos "red pill" à crise do capitalismo. A análise aponta que o filme falha em conectar a busca por pertencimento de jovens à deriva com o colapso de um sistema econômico que instrumentaliza o ódio. Essa ausência de ligação permite a proliferação de grupos que oferecem soluções catastróficas para problemas reais, como a falta de sentido na masculinidade.
Um artigo de opinião discute a existência de grupos online onde homens trocam informações sobre como dopar e estuprar mulheres, evidenciando uma cultura de ódio e misoginia. A autora Milly Lacombe utiliza dados sobre um site pornográfico e a disseminação desses crimes para contextualizar o problema, enfatizando que a "Academia do Estupro" não é um caso isolado.
Neymar é analisado por sua reação a uma fala misógina. A autora critica a forma como ele lidou com a situação em um vídeo, interrompendo uma mulher que tentava explicar o machismo de sua declaração. O artigo sugere que Neymar lucrou com o episódio, utilizando-o para autopromoção.
A colunista Milly Lacombe discute a proposta de punição a Neymar por uma declaração considerada misógina, argumentando contra a punição formal e defendendo medidas educativas e de conscientização. A autora sugere que a reeducação do jogador, através do envolvimento com vítimas de violência e leitura, seria mais eficaz para a transformação social do que multas e suspensões.
O artigo discute a criminalização da misoginia, argumentando que piadas machistas e a ridicularização do feminino perpetuam uma estrutura opressiva. A autora defende que a luta feminista visa libertar homens e mulheres dessa estrutura, promovendo empatia e vínculos.
A colunista Milly Lacombe analisa a declaração misógina de Neymar após uma partida, onde ele chamou o juiz de "chico", expressão historicamente usada para se referir à menstruação feminina. O artigo critica o silêncio e a falta de reação da imprensa e de figuras públicas diante desse tipo de fala, destacando como a misoginia se perpetua e dificulta sua criminalização.
O artigo critica as atitudes misóginas e grosseiras dos jogadores Neymar e Allan durante partidas recentes. O autor descreve o comportamento de Allan com um gesto obsceno e de Neymar com uma fala considerada violenta psicologicamente contra as mulheres, argumentando que ambos demonstram falta de respeito e princípios equivocados.
A coluna de Milly Lacombe critica o programa Roda Viva por questionar o tom de voz da deputada federal Erika Hilton. A autora argumenta que a abordagem é misógina e transfóbica, pois desvia o foco da luta de Hilton contra o ódio e o preconceito, focando em sua assertividade, enquanto ignora a agressividade de figuras masculinas.
A criminalização da misoginia representa uma vitória para a luta feminista, mas a autora Milly Lacombe argumenta que essa conquista legal é apenas o primeiro passo. É fundamental popularizar a compreensão do que é misoginia, diferenciando-a do machismo, e investir em educação e pedagogia para combater essa ideologia. A autora também ressalta a necessidade de mudanças na estrutura financeira e econômica da sociedade para garantir a liberdade material das mulheres.