A coluna discute como a masculinidade hegemônica em alguns jogadores de futebol reage negativamente a um drible, interpretando-o como uma afronta. A autora argumenta que essa fragilidade masculina torna o futebol mais chato e que a presença feminina evidencia esses comportamentos.
O artigo critica a indicação de Jorge Messias ao STF, destacando sua posição contrária ao aborto e como isso demonstra sua inadequação para a corte. A autora argumenta que o debate sobre aborto é complexo e não deve ser reduzido a posições extremistas ou a declarações feitas em sabatinas.
O documentário "Por Dentro da Machosfera" de Louis Theroux é criticado por não associar o crescimento da misoginia e dos discursos "red pill" à crise do capitalismo. A análise aponta que o filme falha em conectar a busca por pertencimento de jovens à deriva com o colapso de um sistema econômico que instrumentaliza o ódio. Essa ausência de ligação permite a proliferação de grupos que oferecem soluções catastróficas para problemas reais, como a falta de sentido na masculinidade.
Um artigo de opinião discute a existência de grupos online onde homens trocam informações sobre como dopar e estuprar mulheres, evidenciando uma cultura de ódio e misoginia. A autora Milly Lacombe utiliza dados sobre um site pornográfico e a disseminação desses crimes para contextualizar o problema, enfatizando que a "Academia do Estupro" não é um caso isolado.
Neymar é analisado por sua reação a uma fala misógina. A autora critica a forma como ele lidou com a situação em um vídeo, interrompendo uma mulher que tentava explicar o machismo de sua declaração. O artigo sugere que Neymar lucrou com o episódio, utilizando-o para autopromoção.
A colunista Milly Lacombe discute a proposta de punição a Neymar por uma declaração considerada misógina, argumentando contra a punição formal e defendendo medidas educativas e de conscientização. A autora sugere que a reeducação do jogador, através do envolvimento com vítimas de violência e leitura, seria mais eficaz para a transformação social do que multas e suspensões.
O artigo discute a criminalização da misoginia, argumentando que piadas machistas e a ridicularização do feminino perpetuam uma estrutura opressiva. A autora defende que a luta feminista visa libertar homens e mulheres dessa estrutura, promovendo empatia e vínculos.
O artigo critica as atitudes misóginas e grosseiras dos jogadores Neymar e Allan durante partidas recentes. O autor descreve o comportamento de Allan com um gesto obsceno e de Neymar com uma fala considerada violenta psicologicamente contra as mulheres, argumentando que ambos demonstram falta de respeito e princípios equivocados.
A colunista Milly Lacombe analisa a declaração misógina de Neymar após uma partida, onde ele chamou o juiz de "chico", expressão historicamente usada para se referir à menstruação feminina. O artigo critica o silêncio e a falta de reação da imprensa e de figuras públicas diante desse tipo de fala, destacando como a misoginia se perpetua e dificulta sua criminalização.
A coluna de Milly Lacombe critica o programa Roda Viva por questionar o tom de voz da deputada federal Erika Hilton. A autora argumenta que a abordagem é misógina e transfóbica, pois desvia o foco da luta de Hilton contra o ódio e o preconceito, focando em sua assertividade, enquanto ignora a agressividade de figuras masculinas.
A criminalização da misoginia representa uma vitória para a luta feminista, mas a autora Milly Lacombe argumenta que essa conquista legal é apenas o primeiro passo. É fundamental popularizar a compreensão do que é misoginia, diferenciando-a do machismo, e investir em educação e pedagogia para combater essa ideologia. A autora também ressalta a necessidade de mudanças na estrutura financeira e econômica da sociedade para garantir a liberdade material das mulheres.
O artigo critica o comportamento descontrolado de treinadores e jogadores no futebol masculino, comparando suas reações exageradas em campo com o silêncio diante de crimes de gênero. A autora argumenta que a histeria e a vulgaridade são celebradas, enquanto a inteligência e a elegância são desvalorizadas no esporte.
A demissão de Tite do Cruzeiro após apenas três meses levanta questionamentos sobre seu trabalho e sua relação com o filho e auxiliar Matheus Bachi. A autora analisa a performance apática de Tite e critica o nepotismo e o comportamento de Bachi, incluindo curtidas em conteúdos misóginos.
O artigo critica as declarações do apresentador Ratinho sobre o que define uma mulher, considerando-as transfóbicas e misóginas. A autora argumenta que a identidade feminina não se resume a características biológicas como útero e menstruação, e que a nomeação de Erika Hilton para a comissão da mulher na Câmara representa um avanço contra a redução de mulheres a órgãos sexuais.
O artigo discute a relação entre o feminismo e os conflitos bélicos globais, argumentando que o movimento se opõe a guerras, especialmente as coloniais. Além disso, aborda o caso Daniel Vorcaro e o banco Master, destacando a misoginia e o machismo presentes nas investigações e na minimização da importância das festas do empresário, clamando por investigações mais profundas sobre as mulheres envolvidas.
O artigo discute a persistência de misoginia e abusos no futebol brasileiro, evidenciada por casos recentes e antigos de violência e falta de responsabilização. A proximidade da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil acentua a urgência em abordar essas falhas sistêmicas.
O artigo critica a justiça desportiva por meio da suspensão de um zagueiro do Bragantino por comentários misóginos. A autora destaca a falta de critério nas punições, comparando o caso com outros de homofobia e assédio que resultaram em penas brandas ou nenhuma punição, expondo um 'teatro' em vez de uma justiça efetiva.
O artigo discute a relação intrínseca entre o futebol e a cultura da masculinidade tóxica, argumentando que o esporte, por ser um ambiente altamente misógino e machista, fomenta a ocorrência de crimes sexuais. A autora utiliza o caso de João Gabriel Xavier Bertho, jogador do Serrano acusado de estupro coletivo, como exemplo para ilustrar como a dominação e a validação masculina, através do abuso, são normalizadas em determinados contextos.
O artigo analisa a conduta machista e misógina dos jogadores da seleção masculina de hóquei dos Estados Unidos após a conquista da medalha de ouro. A autora critica a forma como os atletas e o presidente Trump (em um vídeo gerado por IA) demonstraram desprezo pelas mulheres, ritualizando o masculino em um ato que eclipse a conquista esportiva.
O artigo analisa as desculpas oferecidas por Filipe Luís (técnico do Flamengo) e Gustavo Marques (zagueiro do Bragantino) após declarações controversas. Filipe Luís minimizou um ato de racismo contra Vinicius Júnior, enquanto Gustavo Marques proferiu falas misóginas. O autor critica a falta de convicção nas desculpas, sugerindo que foram motivadas por pressões de mercado e marketing.