Um maqueiro da Ferroviária foi acusado de proferir ofensas machistas contra uma jogadora do São Paulo durante uma partida do Brasileirão Feminino Sub-20. A Ferroviária demitiu o profissional e emitiu nota de repúdio, mas a autora do artigo defende a exposição do nome do acusado para responsabilização social.
Um maqueiro acusado de proferir ofensas misóginas contra uma jogadora sub-20 do São Paulo teve seu vínculo encerrado pela Ferroviária. O incidente ocorreu após a partida de volta da semifinal do Brasileirão Feminino Sub-20. A árbitra acionou o protocolo antirracismo e misoginia, e o clube paulista prestará suporte à atleta.
Uma jogadora do São Paulo, Sarah Aysha, acusou um maqueiro da Ferroviária de ofensas misóginas durante a semifinal do Campeonato Brasileiro Feminino Sub-20. O incidente ocorreu na Fonte Luminosa e foi relatado pela atleta como inadmissível. A Federação Paulista de Futebol (FPF) e os clubes lamentaram o ocorrido e prometeram apuração interna e medidas cabíveis.
O jogo entre CSE e CSA pela Série D do Brasileiro foi marcado por ataques misóginos de torcedores do CSE contra assistentes e uma jornalista. As agressões verbais e machistas levaram a manifestações de repúdio de federações e sindicatos, que exigem apuração e punição dos envolvidos.
O artigo discute a estratégia de "falsos debates" utilizada para disseminar desinformação e normalizar discursos perigosos, como o negacionismo e a misoginia. A autora, Milly Lacombe, em conversa com o professor Michel Gherman, explica como essa tática visa confundir e paralisar o raciocínio, legitimando opiniões inaceitáveis sob o pretexto de "outro lado".
A coluna discute como a masculinidade hegemônica em alguns jogadores de futebol reage negativamente a um drible, interpretando-o como uma afronta. A autora argumenta que essa fragilidade masculina torna o futebol mais chato e que a presença feminina evidencia esses comportamentos.
O artigo critica a indicação de Jorge Messias ao STF, destacando sua posição contrária ao aborto e como isso demonstra sua inadequação para a corte. A autora argumenta que o debate sobre aborto é complexo e não deve ser reduzido a posições extremistas ou a declarações feitas em sabatinas.
O documentário "Por Dentro da Machosfera" de Louis Theroux é criticado por não associar o crescimento da misoginia e dos discursos "red pill" à crise do capitalismo. A análise aponta que o filme falha em conectar a busca por pertencimento de jovens à deriva com o colapso de um sistema econômico que instrumentaliza o ódio. Essa ausência de ligação permite a proliferação de grupos que oferecem soluções catastróficas para problemas reais, como a falta de sentido na masculinidade.
Um artigo de opinião discute a existência de grupos online onde homens trocam informações sobre como dopar e estuprar mulheres, evidenciando uma cultura de ódio e misoginia. A autora Milly Lacombe utiliza dados sobre um site pornográfico e a disseminação desses crimes para contextualizar o problema, enfatizando que a "Academia do Estupro" não é um caso isolado.
Neymar é analisado por sua reação a uma fala misógina. A autora critica a forma como ele lidou com a situação em um vídeo, interrompendo uma mulher que tentava explicar o machismo de sua declaração. O artigo sugere que Neymar lucrou com o episódio, utilizando-o para autopromoção.
A colunista Milly Lacombe discute a proposta de punição a Neymar por uma declaração considerada misógina, argumentando contra a punição formal e defendendo medidas educativas e de conscientização. A autora sugere que a reeducação do jogador, através do envolvimento com vítimas de violência e leitura, seria mais eficaz para a transformação social do que multas e suspensões.
O artigo discute a criminalização da misoginia, argumentando que piadas machistas e a ridicularização do feminino perpetuam uma estrutura opressiva. A autora defende que a luta feminista visa libertar homens e mulheres dessa estrutura, promovendo empatia e vínculos.
O artigo critica as atitudes misóginas e grosseiras dos jogadores Neymar e Allan durante partidas recentes. O autor descreve o comportamento de Allan com um gesto obsceno e de Neymar com uma fala considerada violenta psicologicamente contra as mulheres, argumentando que ambos demonstram falta de respeito e princípios equivocados.
A colunista Milly Lacombe analisa a declaração misógina de Neymar após uma partida, onde ele chamou o juiz de "chico", expressão historicamente usada para se referir à menstruação feminina. O artigo critica o silêncio e a falta de reação da imprensa e de figuras públicas diante desse tipo de fala, destacando como a misoginia se perpetua e dificulta sua criminalização.
A coluna de Milly Lacombe critica o programa Roda Viva por questionar o tom de voz da deputada federal Erika Hilton. A autora argumenta que a abordagem é misógina e transfóbica, pois desvia o foco da luta de Hilton contra o ódio e o preconceito, focando em sua assertividade, enquanto ignora a agressividade de figuras masculinas.
A criminalização da misoginia representa uma vitória para a luta feminista, mas a autora Milly Lacombe argumenta que essa conquista legal é apenas o primeiro passo. É fundamental popularizar a compreensão do que é misoginia, diferenciando-a do machismo, e investir em educação e pedagogia para combater essa ideologia. A autora também ressalta a necessidade de mudanças na estrutura financeira e econômica da sociedade para garantir a liberdade material das mulheres.
O artigo critica o comportamento descontrolado de treinadores e jogadores no futebol masculino, comparando suas reações exageradas em campo com o silêncio diante de crimes de gênero. A autora argumenta que a histeria e a vulgaridade são celebradas, enquanto a inteligência e a elegância são desvalorizadas no esporte.
A demissão de Tite do Cruzeiro após apenas três meses levanta questionamentos sobre seu trabalho e sua relação com o filho e auxiliar Matheus Bachi. A autora analisa a performance apática de Tite e critica o nepotismo e o comportamento de Bachi, incluindo curtidas em conteúdos misóginos.
O artigo critica as declarações do apresentador Ratinho sobre o que define uma mulher, considerando-as transfóbicas e misóginas. A autora argumenta que a identidade feminina não se resume a características biológicas como útero e menstruação, e que a nomeação de Erika Hilton para a comissão da mulher na Câmara representa um avanço contra a redução de mulheres a órgãos sexuais.
O artigo discute a relação entre o feminismo e os conflitos bélicos globais, argumentando que o movimento se opõe a guerras, especialmente as coloniais. Além disso, aborda o caso Daniel Vorcaro e o banco Master, destacando a misoginia e o machismo presentes nas investigações e na minimização da importância das festas do empresário, clamando por investigações mais profundas sobre as mulheres envolvidas.