O artigo critica veementemente a cerimônia de lançamento da Copa do Mundo Feminina no Brasil, destacando a predominância de homens em homenagens e discursos, o que contrasta com a natureza do evento. A autora aponta a misoginia e o machismo como problemas estruturais que a CBF e a FIFA precisam enfrentar.
A jornalista Milly Lacombe critica Zico por atacar a repórter Renata Mendonça em vez de abordar a reportagem sobre as precárias condições do futebol feminino do Flamengo no Centro de Futebol Zico (CFZ). A matéria questiona a evasiva de Zico e a falta de responsabilidade da gestão flamenguista, apontando para um viés misógino no tratamento da denúncia.
O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, atacou verbalmente uma jornalista da Globo, Renata Mendonça, durante uma reunião do clube. A fala, considerada misógina pela emissora e por outras profissionais do esporte, gerou protestos e repúdio nas redes sociais.
O presidente do Flamengo, Bap, durante uma apresentação sobre a gestão do clube, minimizou a importância do futebol feminino, referindo-se a uma jornalista de forma pejorativa. A colunista Milly Lacombe critica duramente o posicionamento machista do dirigente, destacando a misoginia em suas falas e a falta de maturidade ao atacar a profissional em vez de debater as questões financeiras do esporte.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, repudiou publicamente uma declaração considerada machista do presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap), contra a jornalista Renata Mendonça. O episódio reacende tensões institucionais entre os clubes, com histórico de embates sobre a Libra e direitos de transmissão.
A colunista Milly Lacombe critica o comentarista Bruno Formiga por não apagar um post misógino em seu Instagram, onde ele sexualiza a esposa em leito hospitalar. A autora argumenta que a atitude, mesmo em rede social privada, é inaceitável para figuras públicas e perpetua a violência simbólica contra mulheres.
Walter Casagrande Jr. critica as falas machistas e misóginas de Zezé di Camargo em relação ao SBT e às filhas de Silvio Santos. O colunista argumenta que o cantor politizou o convite a Lula e Alexandre de Moraes, demonstrando preconceito contra mulheres poderosas e independentes.
O artigo discute a crescente onda de agressões contra jornalistas mulheres no futebol, atribuindo-a à impunidade e a um ambiente hostil histórico nos estádios. A autora aponta a misoginia e a falta de respeito como fatores que levam a situações de assédio e agressão física e verbal.
A colunista Milly Lacombe critica os recentes discursos do presidente Lula contra o machismo, considerando-os fracos e vazios. Ela argumenta que, ao se separar dos supostos machistas e indicar um fanático religioso para o STF, Lula legitima a misoginia e perpetua a violência contra as mulheres. Lacombe defende que o debate de gênero é central na política e que é preciso que os homens se impliquem na questão, reconhecendo suas próprias ações como parte do problema.
O artigo critica a CBF e o Internacional pela passividade diante de declarações misóginas e homofóbicas do técnico Abel Braga, argumentando que essa inércia contribui para a perpetuação da violência contra mulheres. A autora destaca a falta de ação por parte das entidades após um incidente similar com Ramon Díaz, ressaltando a hipocrisia na defesa de outros homens em casos de xenofobia.
A coluna critica a inação da CBF e do STJD em casos de homofobia e misoginia no futebol, contrastando com outras áreas de atuação das entidades. A autora argumenta que o silêncio demonstra descaso com a luta contra o preconceito, citando exemplos de jogadores, técnicos e dirigentes.
A colunista Alicia Klein critica duramente o técnico Abel Braga por comentários homofóbicos e misóginos em sua apresentação no Internacional. Klein argumenta que o futebol precisa de um ambiente mais inclusivo, com menos preconceitos como os demonstrados por Braga, e que a homofobia recreativa prejudica o esporte e a sociedade.
O calendário do futebol feminino para 2026 apresenta evoluções significativas, como a Supercopa em fevereiro e um Brasileirão com transmissão integral. Apesar das melhorias, ainda há uma disparidade considerável de premiação em relação ao futebol masculino e questões de misoginia a serem tratadas pela CBF.
A colunista Milly Lacombe critica a leniência da justiça desportiva em casos de Bruno Henrique e Vitor Roque, questionando a eficácia de punições como multas e posts em redes sociais diante de atitudes consideradas graves. Ela levanta a questão sobre o papel do STJD em combater a manipulação de jogos e preconceitos no esporte.
A colunista Milly Lacombe critica a postura do jogador Vitor Roque em entrevista sobre postagem misógina e homofóbica. Segundo ela, o atleta falhou em se desculpar de forma madura, minimizando o ato com a justificativa de "foi só uma brincadeira", o que a colunista interpreta como falta de aprendizado sobre o tema e um reforço para quem defende punição.
O artigo analisa criticamente uma publicação do The New York Times que questionou se as mulheres arruinaram o ambiente de trabalho, considerando a abordagem machista e misógina. A autora refuta as premissas apresentadas, defendendo a teoria feminista e denunciando a desinformação e o sexismo do debate.
A colunista Milly Lacombe critica veementemente o técnico Ramón Díaz do Internacional por declarações misóginas após um empate. Ela argumenta que o treinador deveria ser demitido imediatamente por suas falas preconceituosas e que o clube e a imprensa falharam ao não reagir à misoginia.
O artigo critica a reação xenófoba de treinadores brasileiros, como Oswaldo de Oliveira e Emerson Leão, contra treinadores estrangeiros. A autora defende que o debate sobre a qualidade dos técnicos no Brasil deveria focar na queda técnica nacional, em vez de culpar estrangeiros. A matéria também aborda o tratamento dado a Carlo Ancelotti e a persistência da misoginia no futebol.