O artigo critica o estilo de Fernando Diniz como técnico, argumentando que seus métodos de comunicação com os jogadores são constrangedores e desrespeitosos, gerando vergonha em vez de motivação. Casagrande aponta para a falta de resultados do Vasco sob o comando de Diniz e questiona a eficácia de sua abordagem.
O artigo critica veementemente a cerimônia de lançamento da Copa do Mundo Feminina no Brasil, destacando a predominância de homens em homenagens e discursos, o que contrasta com a natureza do evento. A autora aponta a misoginia e o machismo como problemas estruturais que a CBF e a FIFA precisam enfrentar.