O artigo critica veementemente a cerimônia de lançamento da Copa do Mundo Feminina no Brasil, destacando a predominância de homens em homenagens e discursos, o que contrasta com a natureza do evento. A autora aponta a misoginia e o machismo como problemas estruturais que a CBF e a FIFA precisam enfrentar.
A matéria relata a apresentação do jogador Gerson no Cruzeiro, destacando sua forte emoção e lágrimas durante o evento. A autora Milly Lacombe interpreta o choro como uma lição de vida sobre a importância da família e a superação da precariedade, ressaltando que o futebol vai além do campo, envolvendo as histórias e realidades dos atletas.
O Fortaleza anunciou o fim de seu time de futebol feminino em 2026, citando a queda da equipe masculina para a Série B como justificativa. A decisão reflete uma prática comum onde mulheres pagam o preço pelo fracasso masculino no esporte, apesar de conquistas e obrigatoriedades regulatórias.
A colunista Milly Lacombe critica a reação de parte da esquerda às reportagens de Malu Gaspar, atribuindo as críticas ao machismo e à falta de representatividade feminista em setores progressistas. A autora defende a necessidade de discernimento sobre fontes jornalísticas e alerta para o uso de táticas misóginas na esquerda.
O artigo discute como o feminicídio, a forma mais extrema de violência contra a mulher, tem suas raízes na linguagem e na objetificação que começam em falas cotidianas. A autora Milly Lacombe relata casos de violência e abusos, conectando-os a uma estrutura machista presente em diversas esferas da sociedade.
O presidente do Flamengo, Bap, durante uma apresentação sobre a gestão do clube, minimizou a importância do futebol feminino, referindo-se a uma jornalista de forma pejorativa. A colunista Milly Lacombe critica duramente o posicionamento machista do dirigente, destacando a misoginia em suas falas e a falta de maturidade ao atacar a profissional em vez de debater as questões financeiras do esporte.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, repudiou publicamente uma declaração considerada machista do presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap), contra a jornalista Renata Mendonça. O episódio reacende tensões institucionais entre os clubes, com histórico de embates sobre a Libra e direitos de transmissão.
Walter Casagrande Jr. critica as falas machistas e misóginas de Zezé di Camargo em relação ao SBT e às filhas de Silvio Santos. O colunista argumenta que o cantor politizou o convite a Lula e Alexandre de Moraes, demonstrando preconceito contra mulheres poderosas e independentes.
A jornalista Fabíola Andrade discute a crescente onda de assédio e violência contra mulheres no jornalismo esportivo, com destaque para incidentes recentes envolvendo repórteres. Ela apela aos homens para que se posicionem ativamente na mudança cultural contra o machismo e a misoginia.
O artigo discute a persistência do machismo no futebol, citando casos de agressão e desrespeito a jornalistas mulheres. O autor questiona o silêncio do esporte diante da violência contra a mulher e compara o comportamento de torcedores e jogadores com figuras públicas como Donald Trump, defendendo um posicionamento mais firme contra o machismo.
A colunista Milly Lacombe questiona a permanência do jogador Bernabei no elenco do Internacional após agredir a repórter Nani Chemello. O artigo critica o machismo e a violência no futebol, questionando a postura do clube e da CBF diante do ocorrido.
A colunista Milly Lacombe critica os recentes discursos do presidente Lula contra o machismo, considerando-os fracos e vazios. Ela argumenta que, ao se separar dos supostos machistas e indicar um fanático religioso para o STF, Lula legitima a misoginia e perpetua a violência contra as mulheres. Lacombe defende que o debate de gênero é central na política e que é preciso que os homens se impliquem na questão, reconhecendo suas próprias ações como parte do problema.
A colunista Milly Lacombe critica a fala do presidente Lula sobre violência contra mulheres, considerando-a rudimentar e constrangedora. O artigo discute a necessidade de homens se implicarem na luta contra o feminicídio, indo além de discursos e mudando atitudes cotidianas.
A repórter Duda Dalponte foi agredida por torcedores do Flamengo enquanto transmitia ao vivo, sofrendo puxões de cabelo e sendo minimizada por colegas e apresentadores. A colunista Milly Lacombe critica a naturalização da violência contra mulheres no futebol e a perpetuação de estereótipos machistas, comparando a situação a outras narrativas culturais que desvalorizam as mulheres.
A coluna de Alicia Klein critica um post de Leo Dias no Instagram, interpretando-o como um incentivo ao machismo na Libertadores. O comunicador prometeu não publicar notícias sobre infidelidade dos jogadores do Flamengo caso o time vença, gerando debate sobre o papel da mulher no esporte.
O artigo discute o racismo sob a perspectiva de que é um problema para as pessoas brancas, argumentando que elas devem usar seus privilégios para combater as estruturas racistas. A autora Milly Lacombe defende que a luta contra o racismo é um dever moral para os brancos, e não uma ajuda, visando uma sociedade mais justa. A matéria também menciona o machismo e a importância da diversidade de vozes na luta por igualdade.
A colunista Milly Lacombe critica a postura do jogador Vitor Roque em entrevista sobre postagem misógina e homofóbica. Segundo ela, o atleta falhou em se desculpar de forma madura, minimizando o ato com a justificativa de "foi só uma brincadeira", o que a colunista interpreta como falta de aprendizado sobre o tema e um reforço para quem defende punição.
A colunista Yara Fantoni analisa a campanha do Ceará Futebol Club, que ofereceu meia-entrada para mulheres em um jogo contra o Internacional, após uma fala preconceituosa do técnico adversário. A iniciativa é destacada como um ato político e de reparação simbólica, reforçando que o futebol é um espaço para todos.
O artigo analisa criticamente uma publicação do The New York Times que questionou se as mulheres arruinaram o ambiente de trabalho, considerando a abordagem machista e misógina. A autora refuta as premissas apresentadas, defendendo a teoria feminista e denunciando a desinformação e o sexismo do debate.
A colunista Alicia Klein critica as declarações machistas do técnico Ramón Díaz, do Internacional, que afirmou que o futebol é 'para homens'. A autora rebate os comentários, destacando a participação das mulheres no esporte e a falta de competência do técnico em gerir sua equipe.