A velejadora brasileira Theodora Prado completou a travessia de 6.500 km da Cidade do Cabo ao Rio de Janeiro, tornando-se a primeira mulher a concluir a regata Cape2Rio em solitário. Ela enfrentou tempestades com ondas de até 4 metros e dormia apenas 20 minutos por vez, desenvolvendo forte autoconfiança e resiliência durante os 29 dias no mar.
O artigo discute como a execução de Renee Nicole Good, uma mulher branca e cidadã estadunidense, pela polícia ligada a Donald Trump, pode impactar sua base eleitoral. A autora argumenta que, ao contrário de casos anteriores envolvendo pessoas negras ou latinas, a morte de Good, que se assemelha às donas de casa dos subúrbios, pode gerar indignação e levar ao rompimento com Trump.
O ex-jogador Cristian Baroni, com passagem pelo Corinthians, foi acusado de agressão pela sua esposa, Camila Baroni. Segundo relatos, as agressões teriam começado com invasão de condomínio e quebra de apartamento, culminando em um novo incidente onde a Guarda Civil Municipal foi acionada.
A colunista Milly Lacombe critica a reação de parte da esquerda às reportagens de Malu Gaspar, atribuindo as críticas ao machismo e à falta de representatividade feminista em setores progressistas. A autora defende a necessidade de discernimento sobre fontes jornalísticas e alerta para o uso de táticas misóginas na esquerda.
O artigo discute como o feminicídio, a forma mais extrema de violência contra a mulher, tem suas raízes na linguagem e na objetificação que começam em falas cotidianas. A autora Milly Lacombe relata casos de violência e abusos, conectando-os a uma estrutura machista presente em diversas esferas da sociedade.
Uma mulher de 30 anos acusa o atacante Gustavo Pajé, do Vila Nova, de agressão física em um bar no Rio de Janeiro. O incidente resultou em hospitalização para a vítima, que relatou o ocorrido em redes sociais, e foi registrado pela Polícia Civil. O jogador alega desconhecer a vítima e nega as acusações.
A colunista Milly Lacombe critica o comentarista Bruno Formiga por não apagar um post misógino em seu Instagram, onde ele sexualiza a esposa em leito hospitalar. A autora argumenta que a atitude, mesmo em rede social privada, é inaceitável para figuras públicas e perpetua a violência simbólica contra mulheres.
O artigo discute a persistência do machismo no futebol, citando casos de agressão e desrespeito a jornalistas mulheres. O autor questiona o silêncio do esporte diante da violência contra a mulher e compara o comportamento de torcedores e jogadores com figuras públicas como Donald Trump, defendendo um posicionamento mais firme contra o machismo.
O jogo entre Flamengo e Ceará, realizado no Maracanã, foi palco de uma campanha de conscientização contra a violência à mulher. A iniciativa, que contou com a participação de funcionários do Flamengo e uma faixa com a mensagem "pelo fim da violência contra a mulher. O time é um só: toda a sociedade", busca alertar sobre o aumento preocupante de casos de feminicídio no país.
O Botafogo empatou em 2 a 2 com o Corinthians na Neo Química Arena, em um jogo marcado por virada, polêmica com o VAR e uma iniciativa de combate à violência contra a mulher. A partida também rememorou a conquista da Libertadores de 2024, reforçando a expectativa do clube para o futuro.
A repórter Duda Dalponte foi agredida por torcedores do Flamengo enquanto transmitia ao vivo, sofrendo puxões de cabelo e sendo minimizada por colegas e apresentadores. A colunista Milly Lacombe critica a naturalização da violência contra mulheres no futebol e a perpetuação de estereótipos machistas, comparando a situação a outras narrativas culturais que desvalorizam as mulheres.
A coluna de Alicia Klein critica um post de Leo Dias no Instagram, interpretando-o como um incentivo ao machismo na Libertadores. O comunicador prometeu não publicar notícias sobre infidelidade dos jogadores do Flamengo caso o time vença, gerando debate sobre o papel da mulher no esporte.
Maphysa Marques, jovem técnica negra de futsal do Ceará, inspira novas gerações com sua trajetória de superação e conquistas. Aos 28 anos, ela comanda as categorias de iniciação do clube, superando desafios de gênero e racismo para se tornar um exemplo de representatividade e resiliência no esporte.
O Palmeiras, através de seu Núcleo Psicossocial da base, promoveu uma palestra de combate à violência contra a mulher e cultura do estupro para jogadores das equipes sub-15, sub-16 e sub-17. A iniciativa faz parte do compromisso do clube com o Pacto Ninguém se Cala, do Ministério Público de São Paulo e do Trabalho, visando a prevenção e o enfrentamento dessas questões.
A colunista Yara Fantoni analisa a campanha do Ceará Futebol Club, que ofereceu meia-entrada para mulheres em um jogo contra o Internacional, após uma fala preconceituosa do técnico adversário. A iniciativa é destacada como um ato político e de reparação simbólica, reforçando que o futebol é um espaço para todos.
O artigo critica o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 3/2025, que proíbe crianças estupradas de abortarem, argumentando que tal medida naturaliza a pedofilia e o estupro. A autora Milly Lacombe relaciona a proposta a uma cultura que sexualiza corpos infantis e questiona a prioridade dada a um feto em detrimento da vida concreta de uma criança vítima de violência sexual.