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Domingo de Brasileirão na Neo Química Arena, onde Corinthians e Botafogo travaram um duelo de 90 minutos cheio de oscilação e emoção, que terminou em 2 a 2 entre rivais que brigam por vaga na zona de Libertadores. Barrera mostrou a força do Glorioso em uma baita jogada de ataque e anotou a virada em bela finalização, ainda no segundo tempo; pouco depois, Gustavo Henrique descontou para o Timão nos minutos finais, fechando o placar em 2 a 2 diante de quase 38 mil torcedores. (fonte 2, fonte 1) [ ], [ ] O duelo também ficou marcado pela leitura tensa da arbitragem. O lance do segundo gol, validado pelo VAR após revisão, gerou reclamações de jogadores e técnicas, aumentando o debate sobre technischen e justiça em campo. (fonte 4) [ ] Fora das quatro linhas, as camisas estamparam uma campanha de combate à violência contra a mulher, com a curiosa intervenção de números que representam vítimas de feminicídio e a pergunta "Quem matou?". Uma iniciativa que levou o clube a dialogar com a sociedade num dia de jogo. (fonte 8) [ ] Revivendo memórias, o dia também trouxe o olhar sobre a história recente: o Botafogo dejó a imagem de campeão da Libertadores de 2024, com registros de bastidores que mostram a emoção de quem viveu a conquista em Buenos Aires e a continuidade do desejo de repetir o feito. (fonte 9) [ ] Ao redor, o cenário que se repete é o de uma equipe que respira expectativa para o futuro: manter a chama da Libertadores acesa para 2026 e transformar as mudanças recentes em uma temporada estruturada. O dia em que o Glorioso viveu o equilíbrio entre vitória, chance de título e a pressão de vencer no campo dos grandes já entrou para o roteiro da semana. (fonte 7, fonte 6) [ ], [ ]