A Polícia Civil, por meio da DRADE, está de sobreaviso para o jogo entre Corinthians e Mirassol, válido pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro, após ameaças contra a arbitragem publicadas nas redes sociais por Alê, presidente da Gaviões da Fiel. A CBF pediu ao Ministério Público de São Paulo a abertura de investigação criminal contra o dirigente da torcida organizada, alegando conduta com natureza intimidatória. O Corinthians vive situação delicada na tabela, com 33 pontos na 18ª colocação, dentro da zona de rebaixamento.
O presidente da torcida organizada Gaviões da Fiel, Alexandre Domênico, se manifestou nas redes sociais após a CBF acionar o Ministério Público pedindo investigação criminal contra ele por suposta ameaça à arbitragem antes do jogo Corinthians x Mirassol. O dirigente alegou que publicou a mensagem como torcedor e não em nome da torcida organizada, negando intenção de ameaçar e citando erros de arbitragem contra o Corinthians. A CBF também requer reforço de segurança para a arbitragem e medidas cautelares, sem afetar diretamente o clube.
O presidente da Gaviões da Fiel, Alexandre Domênico Pereira (Alê), divulgou nota rebatendo a manifestação da CBF, que pediu investigação criminal após ele publicar informações sobre a hospedagem de árbitros. O dirigente afirma que falou como torcedor, negou caráter de ameaça e citou a sequência de pênaltis não marcados a favor do Corinthians no Campeonato Brasileiro. Ele encerrou defendendo arbitragem justa e que os jogos sejam decididos dentro de campo.
A CBF pediu ao Ministério Público de São Paulo a abertura de investigação criminal contra Alexandre Domênico, o Alê, presidente da Gaviões da Fiel, por ameaça à arbitragem publicada em redes sociais. A representação solicita procedimento investigatório, reforço de segurança para os árbitros nos jogos do Corinthians e medidas cautelares contra o dirigente. Alê nega que tenha feito ameaça, alegando que a publicação foi um desabafo feito como torcedor.
A CBF protocolou no Ministério Público de São Paulo uma representação criminal contra Alexandre Domênico, o Alê, presidente da Gaviões da Fiel, por declarações com tom de ameaça contra a arbitragem do Campeonato Brasileiro. O líder da principal torcida organizada do Corinthians rebateu a medida, negando ameaças e afirmando que falou como torcedor de 'cabeça quente' em desabafo contra erros de arbitragem. O time alvinegro vive péssima fase na competição, dentro da zona de rebaixamento e sem vencer há dez jogos.
A CBF protocolou representação criminal no Ministério Público de São Paulo contra Alexandre Domenico (Alê), presidente da Gaviões da Fiel, após publicação em redes sociais interpretada como ameaça à arbitragem. A entidade pede abertura de investigação criminal, reforço da segurança dos árbitros nos próximos jogos do Corinthians e medidas cautelares contra o dirigente e a torcida organizada. A iniciativa não prevê medidas que afetem diretamente o clube.
A CBF acionou o Ministério Público de São Paulo solicitando providências contra Alexandre Domênico, presidente da Gaviões da Fiel, após publicação nas redes sociais com declarações hostis à arbitragem. A entidade pediu investigação criminal, medidas cautelares e reforço de segurança para os árbitros nos próximos jogos do Corinthians. O dirigente negou ter feito ameaça e afirmou que a mensagem apagada foi um desabafo na condição de torcedor.
A CBF protocola representação criminal no Ministério Público de São Paulo contra Alexandre Domenico, presidente da Gaviões da Fiel, torcida organizada do Corinthians. A ação ocorre após publicação do dirigente mencionando os locais de hospedagem dos árbitros. A entidade também pede reforço de segurança para os próximos jogos do Corinthians e investigação sobre possível vazamento de dados restritos.
Duas pessoas encapuzadas atiraram rojões contra o CT Joaquim Grava do Corinthians, em protesto contra os maus resultados da equipe na temporada. Durante a ação, um dos envolvidos exibiu um revólver e ameaçou profissionais da Globo que gravavam uma reportagem na porta do centro de treinamentos. O clube reforçou a segurança, acionou a Polícia Militar e emitiu nota oficial repudiando atos de violência e reafirmando o compromisso com a liberdade de imprensa.
Dois indivíduos encapuzados atiraram rojões contra o CT Joaquim Grava, do Corinthians, e ameaçaram com uma arma de fogo uma equipe de reportagem da TV Globo. O clube condenou os atos de violência, prestou solidariedade aos profissionais de imprensa e se colocou à disposição das autoridades policiais para a investigação. O episódio ocorreu no mesmo dia da apresentação do novo técnico Clarence Seedorf.
Dois torcedores encapuzados do Corinthians foram ao CT Dr. Joaquim Grava para protestar contra o mau desempenho da equipe na temporada, soltando rojões no local. Durante o protesto, os indivíduos ameaçaram uma repórter da Globo com um revólver e exigiram que as câmeras fossem desligadas. O clube repudiou o ocorrido, prestou apoio à profissional e se colocou à disposição das autoridades para fornecer imagens do circuito de segurança.
O árbitro Paulo César Zanovelli relatou em súmula ameaças e ofensas sofridas por membros do Mirassol após a derrota para o Bahia pelo Brasileirão. Paulinho, executivo do clube, ameaçou o árbitro após uma jogada controversa, e outros membros da equipe fizeram xingamentos e acusações de manipulação. A segurança da arbitragem foi comprometida, necessitando de reforço policial para sair do estádio.
A reportagem discute se ameaças e intimidações de torcedores a atletas podem justificar a rescisão indireta do contrato de trabalho. Especialistas apontam que, dependendo da gravidade e da omissão do clube, tais atos podem caracterizar assédio moral e abrir caminho para indenizações ou o fim do vínculo.
O artigo de Milly Lacombe discute a ameaça nuclear de Donald Trump e a relaciona com o capitalismo e a falta de empatia social. A autora questiona se o comportamento de Trump é demência ou imperialismo, criticando a possibilidade de uma guerra colonial justificada pelo sistema capitalista.
O árbitro Rafael Odilio Ramos dos Santos relatou em súmula ofensas e ameaças do presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch, após um empate na Série B. O dirigente teria abordado a equipe de arbitragem de forma exaltada, fazendo críticas agressivas e incentivando agressão contra o quarto árbitro. O presidente do Cuiabá se defendeu alegando um histórico de problemas com o árbitro.
Pep Guardiola, técnico do Manchester City, expressou preocupação com Vinícius Júnior, descrevendo-o como uma "ameaça constante" antes do confronto contra o Real Madrid. Ele relembrou os duelos anteriores com Kyle Walker e ressaltou a dificuldade em controlar o atacante brasileiro, apesar de ter mencionado a ausência de Mbappé. Guardiola evitou polêmicas sobre a recuperação do francês e sobre o novo técnico do Real Madrid.
Mudanças climáticas e eventos extremos representam uma ameaça significativa para a indústria global do esporte, estimada em R$ 11,8 trilhões. Relatório do Fórum Econômico Mundial aponta que inatividade física e riscos ambientais podem causar perdas anuais de centenas de bilhões de dólares, comprometendo o crescimento projetado do setor.
O dirigente de futebol do Santos, Júnior Bozzella, registrou um Boletim de Ocorrência contra o presidente da torcida organizada Sangue Jovem por ameaça e intimidação. O incidente ocorreu após o clube negar ônibus grátis para a torcida se deslocar para um jogo da Copinha. A torcida organizada também pressionou o jogador Gabigol após sua apresentação no clube.
O técnico do Náutico, Guilherme dos Anjos, acusou o quarto árbitro de ameaçar fisicamente seu preparador físico após uma discussão durante a partida contra o Decisão. O preparador foi expulso por ofensas dirigidas ao árbitro, mas o treinador criticou a conduta do quarto árbitro.
O ex-volante Cristian, com passagens por Corinthians, Flamengo e outros clubes, foi acusado de violência doméstica pela ex-esposa, Camila Baroni. A mulher alega ter sido ameaçada e que o ex-jogador entrou em seu apartamento indevidamente. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.