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Clima em Jogo: Atletas e clubes mobilizam campanha em apoio às vítimas da chuva As mudanças do clima e os eventos extremos, como as chuvas que atingiram Minas Gerais nas últimas semanas , ameaçam seriamente o crescimento da indústria do esporte, avaliada hoje em 2,3 trilhões de dólares — R$ 11,8 trilhões. É o que aponta recente relatório do Fórum Econômico Mundial (WEF), intitulado "Esporte para Pessoas e o Planeta". + Aquecimento global faz com que 80% da neve seja artificial nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 1 de 2 Prática do futebol em calor extremo pode provocar até desmaios — Foto: Getty Images Prática do futebol em calor extremo pode provocar até desmaios — Foto: Getty Images Eventos como calor extremo, enchentes e poluição, estão “interrompendo competições, diminuindo a experiência dos espectadores, limitando o bem-estar da comunidade e afetando as cadeias de suprimentos e as operações que sustentam a economia esportiva em geral”. Eventos do tipo são apontados como a maior ameaça da próxima década . Com receitas globais na casa dos 2,3 trilhões de dólares atualmente, o esporte pode se tornar até 2050 um setor econômico de 8,8 trilhões de dólares (hoje R$ 45,9 trilhões). Mas a inatividade física das pessoas e os riscos ambientais podem reduzir os ganhos em 500 bilhões de dólares por ano até 2030, e 1,6 trilhão de dólares até metade do século , o que representaria 18% de perda. — Uma economia do esporte próspera é inseparável de um ambiente natural próspero ; os dois estão fundamentalmente interligados. A capacidade do esporte de inspirar, unir e promover o bem-estar depende da saúde dos ambientes em que é praticado. O setor enfrenta um duplo imperativo: salvaguardar os sistemas naturais que tornam o esporte possível e reduzir sua própria pegada ecológica — comentou Nick Studer, CEO da consultoria Olyver Wyman, que colaborou com o Fórum Econômico Mundial para esse estudo. Impactos das mudanças climáticas são sentidos nos esportes das Olimpíadas de Inverno O crescimento da indústria do esporte pode ajudar a reduzir gastos públicos com saúde, além de promover a igualdade de gênero, segundo o estudo do Fórum Econômico Mundial. Para isso, o setor deve colaborar no enfrentamento às mudanças do clima. A elite do esporte movimenta cerca de 140 bilhões de dólares anualmente, montante bem menor do que o de turismo esportivo (672 bilhões de dólares) — segmento que mais cresce —, e do que o de artigos esportivos, com faturamento de 612 bilhões de dólares por ano. Ainda de acordo com o estudo, divulgado na semana passada, mais de 90% das receitas de direitos de mídia do esporte profissional vêm de atividades ao ar livre, e 76% das receitas de patrocínio. * Esta matéria faz parte do quadro "Clima em Jogo", do Redação sportv. + Jogadores da Copinha não têm corpos prontos para lidar com calor extremo, aponta especialista 2 de 2 Torcedor do Fluminense tenta se resfrescar, durante a Copa do Mundo de Clubes 2025 — Foto: Getty Images Torcedor do Fluminense tenta se resfrescar, durante a Copa do Mundo de Clubes 2025 — Foto: Getty Images