Uma força-tarefa do Ministério Público e da Polícia Civil abriu um novo inquérito para investigar possível corrupção privada no departamento social do São Paulo Futebol Clube. A investigação, que é a terceira do tipo no clube, tem como alvo o ex-diretor social Antonio Donizete Gonçalves, o Dedé, e apura negociações sobre concessões e taxas cobradas em nome do clube.
O Ministério Público e a Polícia Civil instauraram um novo inquérito para investigar supostos atos de corrupção no departamento social do São Paulo. O ex-diretor social do clube, conhecido como Dedé, é o principal alvo, suspeito de oferecer vantagens indevidas. As denúncias levaram ao impeachment e posterior renúncia do presidente Julio Casares, com uma consultoria contratada para investigar internamente.
A Polícia Civil de São Paulo abriu um inquérito para investigar suposta corrupção no departamento social do São Paulo Futebol Clube. A investigação tem como foco António Donizete Gonçalves, o Dedé, ex-diretor social, que teria solicitado altas quantias em dinheiro para conceder benefícios. Esta é a terceira investigação envolvendo o clube nos últimos meses.
A Comissão de Ética do Corinthians abriu um processo disciplinar contra o ex-presidente Andrés Sanchez, investigado por suposto uso indevido do cartão corporativo do clube. O caso envolve gastos suspeitos de R$ 190.523,54 e pode levar à expulsão de Sanchez do clube. Paralelamente, o Ministério Público de São Paulo também denunciou o ex-presidente por crimes como lavagem de dinheiro.
A torcida organizada Gaviões da Fiel, do Corinthians, teve sua punição revogada e foi liberada para frequentar estádios. A medida restritiva, imposta pelo Ministério Público devido a incidentes na final do Paulistão de 2025 contra o Palmeiras, foi suspensa, permitindo o retorno da torcida com seus adereços.
O Ministério Público de São Paulo revogou a punição imposta à torcida organizada Gaviões da Fiel, do Corinthians. A medida, que proibia a presença da organizada nos estádios desde novembro de 2025, foi suspensa após pouco mais de dois meses de vigor. A Gaviões poderá retornar às praças esportivas a partir de agora.
O São Paulo se habilitou como assistente de acusação em uma ação criminal contra o ex-vice-presidente Roberto Natel. Natel é réu desde 2020 por supostamente vazar documentos internos do clube a um hacker que exigia R$ 1 milhão, acusação que ele nega. A decisão do clube de atuar junto ao Ministério Público visa fortalecer a produção de provas contra o ex-dirigente.
O Ministério Público de São Paulo instaurou um segundo inquérito civil para apurar potenciais desvios de dinheiro, gestão temerária e outros assuntos no São Paulo Futebol Clube. Várias pessoas do clube, incluindo Muricy Ramalho e o CEO, serão ouvidas, além de investigações sobre o fundo de investimentos na base e a venda de camarote clandestino.
A Justiça brasileira identificou fortes indícios de lavagem de dinheiro envolvendo o São Paulo FC. As investigações serão transferidas para uma Vara Especializada em Lavagem de Dinheiro e Crime Organizado, dada a complexidade dos fatos apurados. Promotores do Ministério Público concordaram com a remessa do caso, reforçando a gravidade das possíveis práticas financeiras ilícitas.
O Ministério Público de São Paulo abriu um inquérito para investigar o São Paulo Futebol Clube por possível gestão temerária. A investigação apura atos administrativos que poderiam ter levado ao endividamento do clube, incluindo o recebimento de R$ 1,5 milhão em dinheiro por seu presidente, Julio Casares. Paralelamente, o ex-diretor adjunto de futebol Nelson Marques Ferreira também é investigado por abertura de empresas.
O Ministério Público de São Paulo formou uma força-tarefa com dois promotores para investigar o São Paulo Futebol Clube. A medida visa agilizar apurações complexas sobre depósitos em dinheiro vivo nas contas do presidente do clube e saques vultosos. As investigações, que correm em segredo de justiça, envolvem a Polícia Civil e o MP, que buscam maior celeridade e profundidade.
O Ministério Público de São Paulo solicitou à Polícia Federal a investigação da Reag (atual Arandu), gestora do fundo financeiro da Neo Química Arena, por possíveis irregularidades. A empresa é alvo de investigações em outros casos que envolvem fraudes financeiras e ligação com facções criminosas.
Amiga de Andrés Sanchez, Aurea Ramacciotti, admitiu ter usado um cartão de crédito corporativo do Corinthians para realizar compras pessoais. Ela alega que não percebeu que o cartão pertencia ao clube, mas o Ministério Público a denunciou por falsidade documental tributária, lavagem de dinheiro e apropriação indébita.
A Polícia Civil de São Paulo abriu investigação sobre um suposto esquema ilegal de venda de ingressos de um camarote no estádio Morumbis, pertencente ao São Paulo Futebol Clube. O Ministério Público solicitou o inquérito, que corre sob segredo de Justiça, enquanto o clube também conduz apurações internas.
A Polícia Civil de São Paulo iniciou uma investigação para apurar a exploração clandestina de um camarote no Morumbis, stadium do São Paulo FC. O caso envolve a venda ilegal do espaço em dias de shows, com áudios revelando um esquema liderado por diretores do clube. A investigação, solicitada pelo Ministério Público, busca apurar crimes como corrupção privada do esporte e coação no curso do processo.
O Corinthians apresentou um recurso contra a investigação do Ministério Público sobre uma possível intervenção judicial no clube. Com o efeito suspensivo, o MP não pode tomar novas medidas até que o recurso seja analisado. O clube argumenta que funciona regularmente e que o MP possui mecanismos menos drásticos para acompanhar sua situação.
O Corinthians entrou com recurso solicitando a suspensão de um inquérito policial que apura uma possível intervenção judicial no clube. O Ministério Público de São Paulo contestou os argumentos corintianos, defendendo a manutenção do inquérito e destacando que o Judiciário pode intervir em casos excepcionais.
O Corinthians entrou com um recurso solicitando a suspensão de um inquérito que apura a possibilidade de intervenção judicial no clube. O Ministério Público de São Paulo, responsável pela ação, contesta os argumentos do Timão e pede a manutenção da investigação, citando indícios de má gestão e fragilidade financeira.
O São Paulo enfrenta uma crise política interna com investigações sobre venda ilegal de camarotes no Morumbis, levando à licença de diretores. Paralelamente, o clube se movimenta no mercado de transferências para reforçar o elenco para 2026 com negociações de jogadores.
O Ministério Público de São Paulo denunciou o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, por lavagem de dinheiro e crimes tributários. A acusação alega o uso indevido do cartão corporativo do clube para despesas pessoais e de terceiros, totalizando um pedido de ressarcimento de R$ 101 mil. A defesa de Sanchez ainda não se pronunciou sobre as novas acusações.