O Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou um pedido para trancar a investigação sobre supostos desvios de dinheiro no Corinthians, que abrange gestões de 2018 a 2025. A investigação apura o uso indevido de cartões corporativos e emissão de notas frias por ex-presidentes do clube.
Uma força tarefa de inquérito criminal se reuniu e contou com a presença do presidente do Conselho de Controle de Atividades Financeira (Coaf), Ricardo Saadi. A investigação apura potenciais desvios de dinheiro e outras irregularidades financeiras no São Paulo Futebol Clube, incluindo depósitos fracionados e saques vultosos. Paralelamente, o clube enfrenta um inquérito civil e o presidente Julio Casares pode ser submetido a impeachment.
O Ministério Público de São Paulo instaurou um segundo inquérito civil para apurar potenciais desvios de dinheiro, gestão temerária e outros assuntos no São Paulo Futebol Clube. Várias pessoas do clube, incluindo Muricy Ramalho e o CEO, serão ouvidas, além de investigações sobre o fundo de investimentos na base e a venda de camarote clandestino.
O Conselho Consultivo do São Paulo decidiu por seis votos a um não recomendar o afastamento do presidente Julio Casares do cargo. A decisão ocorreu após investigação policial sobre supostos desvios financeiros no clube, incluindo R$ 1,5 milhão recebido em dinheiro e saques vultosos na conta tricolor.
O presidente do São Paulo, Julio Casares, contratou o criminalista Daniel Bialski para representá-lo em investigações da Polícia Civil sobre supostos desvios de dinheiro no clube. Bialski, que já defendeu figuras como Michelle Bolsonaro e o técnico Cuca, irá acompanhar as apurações que incluem supostos esquemas de venda de camarotes clandestinos.
O São Paulo Futebol Clube declarou desconhecer qualquer investigação oficial da Polícia Civil sobre supostos desvios de verbas em negociações de atletas. O clube se colocou à disposição para prestar esclarecimentos caso seja formalmente notificado.
O ex-piloto de Fórmula 1, Adrian Sutil, foi preso na Alemanha sob suspeita de fraudes e desvios de fundos em associações. A detenção faz parte de uma investigação internacional e Sutil está detido próximo a Stuttgart, sem ter se pronunciado publicamente sobre as acusações.
O Corinthians decidiu demitir um funcionário acusado de vender clandestinamente camisas do clube, conforme apurado por auditoria interna. A investigação revelou desvios na gestão de materiais esportivos fornecidos pela Nike, com irregularidades na distribuição e armazenamento de produtos.
Uma auditoria no Corinthians revelou desvios significativos de materiais esportivos da Nike, excedendo a cota contratual em quase 300%. O vice-presidente Armando Mendonça é apontado como figura central nas irregularidades, enquanto categorias de base e outros esportes sofrem com a precariedade de uniformes. O caso também envolve a comercialização clandestina de produtos do clube.