Um comercial da Nike com Ronaldinho Gaúcho em 2005, gravado em cerca de uma hora com uma única câmera, é considerado o pontapé inicial para vídeos virais na internet. A peça publicitária buscava parecer orgânica e autêntica, utilizando o então recém-criado YouTube para atingir o público jovem e mudar a forma como as marcas se comunicam.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) registrou um déficit de R$ 182 milhões em 2025, impulsionado por um aumento nos gastos com a seleção brasileira, competições e um processo judicial com o Icasa. Apesar da queda na receita de direitos de transmissão, a entidade possui R$ 1,9 bilhão em caixa e prevê uma reversão financeira a partir de 2027 com novos contratos de patrocínio, incluindo um acordo triplicado com a Nike.
O Corinthians acusa a Nike de atrasos na entrega de novos uniformes, gerando preocupação com a falta de estoque para venda e planos de estreia. O clube ameaça executar multas contratuais e busca estrear a nova coleção, que homenageia a Invasão Corintiana, em breve.
A Nike admitiu problemas de costura em uniformes de seleções para a Copa do Mundo de 2026, com um defeito visível nos ombros que gerou reclamações. A empresa reconheceu a falha estética, mas garantiu que o desempenho do material não é afetado.
A Nike lançou uma campanha de marketing no Rio de Janeiro em homenagem aos 50 anos da "invasão corintiana" ao Maracanã em 1976. A ação, com um outdoor digital no Leblon, divulga a nova camisa do Corinthians e resgata a memória histórica da mobilização da torcida. O lançamento oficial da coleção foi adiado para maio.
O artigo discute os altos preços das novas camisas da seleção brasileira para a Copa do Mundo, que chegam a R$ 749,99. Especialistas em marketing esportivo explicam que o valor elevado vai além do custo de produção e tecnologia, refletindo o posicionamento premium da marca, a exclusividade, o desejo do consumidor por distinção social e o valor simbólico associado à identidade e pertencimento.
O dia da seleção brasileira de futebol foi marcado por debates sobre o preço das novas camisas, a renovação de contrato com a Nike e a preparação para o amistoso contra a Croácia em Orlando. O foco no campo incluiu análises sobre a escalação provável, com João Pedro e Luiz Henrique como novidades, e a expectativa de um bom desempenho de Neymar.
A designer da Nike, Rachel Denti, minimizou as críticas que recebeu pelo uso do termo 'Brasa' no novo uniforme da seleção brasileira. Ela declarou que a natureza das críticas a surpreendeu e que acredita ter sido alvo por ser mulher. Apesar da polêmica, Denti afirmou que sua vida não mudou e que o termo não estará no uniforme principal da seleção.
O presidente da CBF, Samir Xaud, declarou que o novo uniforme principal da seleção brasileira não terá a palavra 'Brasa' estampada nos meiões. Segundo ele, o termo foi utilizado em uma campanha publicitária pontual da Nike e o respeito à bandeira e à seleção brasileira impede sua inclusão no uniforme principal, que terá a palavra 'Brasil'.
A nova camisa da seleção brasileira, com a frase 'Vai Brasa', gerou polêmica. CBF e Nike estão em negociação para remover a inscrição da etiqueta interna em futuras produções, embora as camisas já entregues não possam ser alteradas. A empresa explicou os 'easter eggs' da camisa, mas a repercussão negativa impulsionou a decisão.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro recuperou uma parte significativa de uniformes oficiais do Vasco da Gama roubados a caminho do clube. A carga, avaliada em R$ 900 mil, incluía peças da nova parceria com a Nike, como camisas, shorts, jaquetas e calças de jogo, treino e viagem. A recuperação ocorreu em menos de 24 horas após o roubo, com parte do material já sendo vendida online e nas ruas.
O Vasco da Gama sofreu um roubo de aproximadamente R$ 900 mil em materiais esportivos. A carga, composta por 200 caixas, desapareceu durante o transporte e parte dela foi recuperada pela Polícia Civil. A Nike, fornecedora do material, é responsável pelo transporte.
A coluna critica o conceito por trás da nova camisa da seleção brasileira, especialmente o termo 'Brasa', que, segundo a autora, soa artificial e desconectado da realidade do futebol raiz. A matéria aponta uma contradição entre a campanha publicitária que explora a estética periférica e o alto preço do uniforme, sugerindo que a CBF e a Nike operam em universos paralelos.
O colunista Juca Kfouri critica o uso da expressão 'brasa' na camisa da Seleção Brasileira pela Nike, considerando a justificativa bizarra. Ele relembra a origem da gíria nos anos 60 com a Jovem Guarda, explicando seu significado e apontando a falta de conhecimento do Brasil sobre si mesmo por parte da empresa.
Diversas seleções tradicionais do futebol mundial, como França, Inglaterra, Uruguai e Holanda, lançaram suas novas camisas principais para a Copa do Mundo de 2026. Outras seleções, incluindo Polônia e Turquia, que ainda buscam classificação, também apresentaram seus novos uniformes feitos pela Nike. O artigo exibe as imagens dos uniformes de cada país.
Especialistas em marketing esportivo analisam a nova camisa da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026, com campanha 'Vai, Brasa'. A análise destaca a tentativa de atrair o público jovem através de elementos digitais e culturais, mas critica a espontaneidade do slogan, que pode gerar rejeição imediata se parecer forçado. A repercussão e a identificação genuína do público são vistas como cruciais para o sucesso.
O artigo analisa um dia de atividades da seleção brasileira de futebol, focando na escalação ideal para um amistoso contra a França e na apresentação das novas camisas para a Copa do Mundo de 2026. A matéria aborda tanto as discussões táticas quanto o aspecto visual e mercadológico do esporte.
A CBF, em parceria com a Nike, lançou o novo uniforme principal da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo. A peça, com inspiração moderna no icônico manto canarinho, conta com detalhes geométricos e será utilizada pela primeira vez em amistoso contra a Croácia. O presidente da CBF destacou a importância do uniforme como patrimônio do futebol mundial.
A Nike lançou o novo uniforme principal da seleção brasileira, um modelo amarelo "canário" que resgata a tradição para a Copa do Mundo. A peça, que busca inspiração nos elementos fundamentais do Brasil, será utilizada pela primeira vez em amistoso contra a Croácia.
Um site especializado em vazamentos de uniformes esportivos divulgou fotos de ensaios com as novas camisas das seleções de Brasil, França, Holanda e Inglaterra. Os modelos mostram os equipamentos que serão utilizados na Copa do Mundo de 2026, com destaque para a parceria da Nike com a marca Jordan na camisa reserva do Brasil.