A Nike admitiu problemas de costura em uniformes de seleções para a Copa do Mundo de 2026, com um defeito visível nos ombros que gerou reclamações. A empresa reconheceu a falha estética, mas garantiu que o desempenho do material não é afetado.
A coluna critica o conceito por trás da nova camisa da seleção brasileira, especialmente o termo 'Brasa', que, segundo a autora, soa artificial e desconectado da realidade do futebol raiz. A matéria aponta uma contradição entre a campanha publicitária que explora a estética periférica e o alto preço do uniforme, sugerindo que a CBF e a Nike operam em universos paralelos.
O Vasco da Gama fechou um acordo histórico de sete anos com a Nike, com um valor mínimo de R$ 250 milhões, visando expandir sua presença globalmente. A parceria, que inclui o lançamento de novos uniformes e integração à rede mundial da marca, representa um salto significativo em arrecadação e visibilidade para o clube.
O Vasco da Gama anunciou a Nike como sua nova fornecedora de material esportivo a partir de 2026, com um acordo válido até 2032. A parceria abrangerá todas as equipes do clube, incluindo profissionais masculina e feminina, categorias de base e comissão técnica.
O Atlético-MG anunciou oficialmente a Nike como sua nova fornecedora de material esportivo a partir de 2026. A parceria inédita para a empresa no estado de Minas Gerais substituirá a Adidas e abrangerá todas as equipes do clube, desde o profissional até as categorias de base.