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Análise dos Times

Cbf

Principal

Motivo: O artigo relata os dados financeiros da CBF de forma objetiva, apresentando números e explicações. O viés é levemente positivo ao destacar a solidez do caixa e a perspectiva de melhora futura.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: A menção ao Icasa é factual, relacionando-o a um processo judicial que gerou custos para a CBF. Não há viés positivo ou negativo direcionado ao clube.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

copa do brasil selecao brasileira cbf carlo ancelotti dorival jr serie d samir xaud nike icasa futebol feminino

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte CBF turbina investimento, paga ação e tem déficit de R$ 182 milhões em 2025 Rodrigo Mattos e Igor Siqueira Colunista do UOL 27/04/2026 15h35 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro Imagem: Lucas Figueiredo/CBF A CBF fechou o ano de 2025 com déficit de R$ 182 milhões em balanço aprovado pela assembleia geral, nesta segunda-feira. Essa temporada no vermelho se explica pelo aumento de gastos com a seleção brasileira, competições e o processo do Icasa. Além disso, houve uma queda de receita de direitos de transmissão. Em 2024, a entidade obtivera superávit de R$ 107 milhões. Apesar do déficit, a diretoria da CBF - agora comandada por Samir Xaud - não está preocupada, mesmo prevendo também um ano no vermelho em 2026. Primeiro, a entidade tem R$ 1,9 bilhão em caixa. Segundo, o novo contrato da Nike e de outros patrocínios terão efeito em 2027 quando a situação será revertida. Josias de Souza Discurso de Flávio para o agro não se sustenta Michael França É rico por mérito, herança ou circunstância favorável? Casagrande Corinthians deve futebol para sair de perto do Z4 Milly Lacombe Pedro convocou a si mesmo para a Copa A receita operacional da CBF fechou em R$ 1,193 bilhão em 2025. Houve uma queda em relação a 2024, quando o número foi de R$ 1,302 bilhão. Essa redução deve-se principalmente à queda do contrato de transmissão da Série B. Antes, o valor era de mais de R$ 200 milhões e pagos à CBF, que repassava aos clubes - não tinha lucro. Agora, foi fechado com a FFU (Futebol Forte União). Houve pequena queda também do valor de patrocínio já que o número de parceiros em 2025 tinha sido reduzido no ano passado - para 2026, cresceu de novo. Além disso, a receita do aumento do contrato da Nike de dois anos foi antecipado e recebido em 2024. Por isso, o acúmulo de quase R$ 2 bilhões de caixa. A partir de 2027, a CBF passará a receber em torno de US$ 100 milhões (R$ 500 milhões) por ano da Nike, o triplo da arrecadação atual. Houve também um aumento nas despesas em 2025. O valor era de R$ 1,078 bilhão em 2024. No ano passado, subiu para R$ 1,166 bilhão. A contratação de Carlo Ancelotti (com salário mensal de R$ 5 milhões), aumentos de investimentos em Copa do Brasil, Série D e no futebol feminino geraram esse incremento. Além do atual técnico, a CBF também pagou para Dorival Jr, demitido, durante ano. Continua após a publicidade A previsão da CBF é de continuar investindo mais em 2026: há custos do VAR semi-automático, da profissionalização da arbitragem e das novas competições regionais. Mas o maior impacto foi o processo ganho pelo Icasa contra a CBF pelo rebaixamento de 2013. O clube alegou que a entidade cometeu um erro que impediu sua ascensão para a Série A apesar do Figueirense ter escalado um jogador de forma irregular. Neste ano, a Justiça comum deu ganho de causa ao clube cearense. A CBF teve de pagar R$ 80 milhões para o Icasa, valor que foi quitado pela confederação. Só isso explica boa parte do déficit. Além disso, a diretoria ligou com outros passivos, como ações e cobranças de fornecedores que estavam pendentes de gestões passada. Houve uma varredura para regularizar a situação de pagamentos de parceiros. Foram feitas provisões de R$ 40 milhões no passivo da CBF por processos futuros. O orçamento aprovado da CBF prevê novo déficit de R$ 200 milhões em 2026. A intenção é equilibrar as contas em 2027. Mas o superávit de grande porte deixou de ser prioridade. Com caixa, a entidade quer investir tanto na seleção quanto em competições, só evitando perder seu colchão financeiro. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rodrigo Mattos por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Rafaella Justus faz nova rinoplastia: 'Sobre me olhar com mais carinho' Stênio Garcia pede pensão alimentícia às filhas na Justiça Não é musculação: exercício define braços e estimula testosterona A jogada da JHSF para dominar a viagem dos ultrarricos de SP a Miami Luana Piovani detona Virginia por divulgar bets: Maldição vai colar em você